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domingo, 2 de novembro de 2008

"Os meus comentários na blogosfera na última semana"

""Os meus comentários na blogosfera na última semana""
Caro Delgado

É verdade, todos o sabemos basta ver a comunicação social, que numa grande parte das autarquias, actualmente impera o compadrio, os favores políticos e outros, em prejuízo das populações. Na área do ambiente é o que se vê por todo o lado e sabemos que os grandes problemas ambientais resultam do somatório dos (pequenos?) delitos locais, tantas vezes perpetrados pelas próprias autarquias que se arrogam hipocritamente de serem exemplares nas boas práticas ambientais, recebendo por essas mentiras prémios que lhes são outorgados e oferecidos, só não sabemos se comprados mas sabemos que essas boas práticas ambientais ao arrepio da "Agenda 21" custam e vão custar muito mais às actuais gerações e ás vindouras. Uma descarada vergonha que provoca o riso dos protagonistas, perante a denuncia de tais actos criminosos.
Ao contrário de outros tempos as populações cada vez confiam menos nas autarquias que trocaram o serviço público a que estão obrigados pelo serviço privado a alguns, que os tribunais nalguns casos têm condenado.

Um abraço
Carlos Rebola


""Os meus comentários na blogosfera na última semana""
Caro Carlos Gil

Parece que determinadas condições, penso que ter poder é uma delas, fazem surgir comportamentos que há muito estavam esquecidos, talvez estivessem simplesmente sublimados.
Regresso às verdadeiras origens... há um ditado pela sabedoria popular que reza assim “se queres conhecer o vilão, põe-lhe um pau (cajado) na mão” há circunstâncias que o confirmam…

Um abraço
Carlos Rebola


"AVISÁ-LOS -EI"
É preciso brincar e galhofar com a maldita morte ou "barqueiro", que leva tudo tão a sério, inflexível, sem dó nem piedade, só assim, ela que não gosta de brincadeiras se afastará, até o dia, que é certo, em que perde a seriedade e entra na brincadeira, quantas vezes sem avisar. O fado é lindo e tranquiliza qualquer mortal.

Um abraço
Carlos Rebola

Sem título
Sentido de oportunidade.
Mesmo perante a morte, porque ao contrário do carteiro a ratoeira não bate duas vezes.
Abraço
Carlos Rebola



""Debandada geral dos professores""
Amigo José Vieira

Com tantos professores a abandonar uma carreira que decerto escolheram seguir por se sentirem vocacionados para ensinar. Com conselhos directivos, a demitirem-se em bloco, devido á violência escolar, como aconteceu em Beja. Com avaliações de professores que ameaçam paralisar a própria acção de ensinar. Com avaliações de alunos, direccionadas exclusivamente para altear estatísticas, de modo a que se tornem, mais favoráveis, criando uma falsa imagem do ensino...

A escola e o ensino em Portugal necessitam urgentemente de retornar às suas funções de educar e formar, devolvendo a autoridade e dignidade aos seus agentes principais, os professores... estes não podem ser, nunca, agentes do poder, seja ele qual for.
Algo está muito mal, quem tem poder de decisão tem que estar atento aos sinais e tem o dever de actuar, se o não faz deve por questões de interesse nacional abandonar o cargo, o país não pode pactuar com incompetências na área vital da educação. Já não se pode esconder o problema ele está aí e é público... As soluções estão com aqueles que no terreno sentem no dia a dia o que deveria mudar e como, basta ouvi-los.

Um abraço
Carlos Rebola


""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
São

É natural e humano, que as pessoas sofram com o sofrer de outros seres, compreendo e também sou assim, porque o acto em si, de matar o porco, não é um quadro que agrade a quem quer que seja, as pessoas mais sensíveis não suportam assistir como é o caso da São, o que revela a sua capacidade de sentir o sofrimento alheio, o que é de muito louvar.
Mas, matar o porco, resultava duma necessidade vital das famílias do mundo rural, a festa não resultava ou festejava, a morte do porco propriamente dita, festejava sim, estou convicto, a própria provisão de alimento que daí resultava, estava garantida a sobrevivência da família, longe do espectro da fome por mais um ano. E esta alegria e alimento eram partilhados por todos.

Beijos
Carlos Rebola

"A DEUSES, SANTOS E AFINS..."
Sendo Fernando Pessoa um poeta universal, penso que ele, coloca na sua poesia, também, os desejos, grandezas e misérias, universais do Homem.
Ler Pessoa é como tornarmo-nos astrónomos do humano, descobrindo de cada vez, que o lemos, mais uma centelha no infinito universo humano, que inclui todos os deuses...precisamente por ser infinito!
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola



A conexão dos aspectos
Amigo Arsénio Mota

Se aqueles (muitos) que tinham pouco, estão a perder esse pouco que tinham e aqueles (poucos) que já tinham muito continuam a ter cada vez mais. Que os "intelectuais" não nos venham com complicadas contas e teorias, porque as contas e a prática estão bem de ver. Há uma minoria que está a explorar desumanamente os que trabalham, roubando-lhes quase na totalidade a "mais valia" que introduzem naquilo que produzem. Descaradamente já dizem à boca cheia que é necessário melhorar o capitalismo, isto é melhorar os métodos de exploração de quem tem unicamente a sua "força de trabalho", dizem-no sem vergonha, também aqueles que se dizem socialistas, qual foi a sua cartilha do socialismo, base da sua formação? É preciso perguntar-lhes. Deve ser reflectido sem paixões, o facto de muitos dos novos pobres terem um emprego, têm trabalho, que os faz cada vez mais pobres, como é possível esta contradição, quando apregoam que o trabalho é o único meio para melhorar as condições de vida, de quem afinal? Parece não ser a vida de quem cumpre diariamente a sua jorna, de marmita na mão cada vez mais vazia.
Não admira, gostei da analogia, que as ruas, as cidades o país, pareça uma boca envelhecida da qual caiem os dentes (forças vivas da economia).
As casas de luxo cada vez se vendem melhor, em tempo de crise que dizem afectar todos (uma ova!), será porque o sistema é justo ou precisa de ser alterado? E segundo parece “ainda a procissão vai no adro”.

Um abraço
Carlos Rebola


Pela minha rica saúde
Está bem de ver, que "beber para esquecer" era mito, a ciência finalmente vem confirmar o contrário. Beber vinho (tinto) evita o "Alzheimer".
Mas cuidado com a sua origem, tem que ser “DOC”, pois esse néctar dos deuses que faz milagres, já correu em abundância na "Vala da Varziela", é caso para dizer "viva Cristo" por te abençoado esta terra, pois repetiu por cá as "bodas de Canã" com novos métodos de produção, muito mais rentáveis, abençoado vinho tinto (ou será que foi o “Botas” que desceu à terra?). Pode-se andar torcido mas não é do reumatismo. É pelas suas inauditas características que o tinto está cada vez mais caro nas "Barmácias"... Nada melhor que um bom copo de vinho por cada problema que se quer prevenir, qual SNS qual quê, tinto… tinto. Parece que “Ele” voltou, convocado pela força da razão que tinha e é solução… da santa tomba dão.

Um abraço
Carlos Rebola

"Amanecer de otoño"
Júlia

O fascínio dos rios é grande, são como artérias que irrigam de vida a terra. A foto mostra uma tranquilidade azul contagiante, é bela.

O poema, lindo, recordou-me as "viagens da minha terra" de Garrett, na descrição do Tejo e suas lezírias do vale de Santarém.
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola





"Mamãezinha"
"Mamãezinha" contou a história da sua vida de trabalhos, sofrimentos e canseiras, que o poema repetiu na poesia das palavras que "nenen" viu...
Bonita homenagem

Beijos
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo José Torres

A agonia de qualquer animal é sempre incómoda aos sentimentos de um ser humano, penso que é devido à nossa capacidade de podermos avaliar a situação como que se fossemos nós a vitima e sofremos. O porco deveria ser sangrado e morrer rapidamente isto dependia da perícia do matador de porcos, na aldeia havia sempre mais que um, eram pessoas que conheciam empiricamente a anatomia do animal e dum só golpe cortavam a aorta junto ao coração o que provocava uma morte rápida ao animal, quando o animal estava mais tempo que o “normal” para morrer o “picador” era censurado e admoestado.

Amigo por questões culturais, religiosas, gulodice, ou por pura sobrevivência, o Homem, ser omnívoro, em todas as latitudes come animais, o cão é comido no oriente, há quem coma canguru, macacos, ratazanas (Biafra), caracóis, insectos e larvas, gato (África), tartaruga, crocodilo, cobra, ouriço cacheiro, lagosta, burro, cavalo, faisão, cordeiro, etc. Os chineses dizem que tudo o que a terra e o mar produzem, é bom para comer e eles fazem-no. Também há os vegetarianos, que mesmo não querendo, ingerem, microrganismos do reino animal através dos próprios vegetais, água e ar. Possivelmente ao aprofundar esta questão, acabaríamos, numa discussão “filosófica”, não pouco interessante.

Voltando ainda à questão do sofrimento do animal (porco), “sentimo-lo” como humanos, não sei realmente se os meus sentimentos e neste caso avaliação e racionalização do sofrimento coincidem com os do porco. Mas uma coisa tenho certa, o que realmente me parece muito mais bárbaro e envergonha qualquer ser humano, é o sofrimento provocado aos nossos semelhantes pelo próprio homem, aí é possível avaliar o que sofrem, Mulheres, homens e crianças esventradas e ainda vivas, vítimas duma bomba que lhes jogaram em cima da casa, crianças vivas queimadas por “napalm”, pessoas humanas que vivem o resto da vida agonizando, pelos efeitos da barbárie humana nas guerras e crimes violentos. (Vi num filme real um pai com metade da filha ao colo, a outra metade desaparecera com a explosão da “mina pessoal”, a gritar desesperadamente a gritar que lhe salvassem a menina, isto passou-se em Angola)
Esta é que deve considerada a grande vergonha da humanidade no seu aspecto mais bárbaro.

Amigo José Torres espero que continue a degustar, uns bons rojões, umas boas fatias de presunto e tudo o mais que gosta, não deixe morrer esse apetite.

Um grande abraço e obrigado
Carlos Rebola



""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Carla

Nos meios rurais do interior, as famílias menos remediadas e não só, que sobrevivem da agropecuária, a matança do porco ainda se mantém, ainda que em moldes e métodos ligeiramente diferentes, mas continua a ser uma festa.
Também há grupos folclóricos e etnográficos que estão a recriar esta tradição.

Beijos
Carlos Rebola

"DIVERSOS DIVERSIFICADOS"
Amigo José Torres

Com todos estes avanços científicos, em torno da vida tornando-a artificial, o mundo humano, romântico, mágico e misterioso está a caminho da sua morte, ficando insonso, sem Vida e sem graça.
Se a "barraca já abana" oxalá não venha a arder...
Penso que o pecado não existe, mas também penso, que, o Homem querer substituir-se à Natureza geradora de vida, está a criar o pecado, esse sim, pode ser mortal. Deixem os monstros viver no mundo da ficção, não os tornem reais, já bastam os laboratórios de engenharia genética, farmacêuticos, de biomédica, etc. nos quais as cobaias são animais… apesar de estarem ao serviço da ciência para melhorar as condições de vida de quem corre o risco ou sofre, de doenças que necessitam de ser curadas ou prevenidas… A ciência ao serviço da natureza está certo, competir com ela já não me parece tão certo, porque penso que perderá a guerra.
Quanto ao preservativo feminino, também me parece desengraçado.

Um abraço
Carlos Rebola


""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Adélia

No Zambujal e nos Fornos ainda se matam porcos. Mas a "matança" perdeu todo o ritual (festa) familiar de antigamente. Hoje é tudo mais prático "apressado", em duas ou três horas está tudo pronto.
O animal é criado, exclusivamente com "rações", intensivamente, contra-se alguém que mata, trata e "desmancha" o porco e passadas poucas horas, pagas ao contratado, a carne já está na arca frigorífica, hoje a salga está fora de questão por não ser recomendado, o excesso de sal é nefasto, mas também o método de produção da carne torna-a muito mais sujeita à putrefacção rápida mesmo em salmoura, é o que se verifica, a carne já não é o que era, com excepção daquela que raramente ainda é criada pelos meios tradicionais.
Quando vens até cá para veres o que mudou na nossa terra? Ela continua linda.

Beijos
Carlos Rebola


Esperar sentado O poder da oração, enaltecido em ... Esperar sentado O poder da oração, enaltecido em ...
Amigo Táxi Pluvioso

Penso que se a oração, (reza), aos deuses e santos resultasse:
- Já não havia guerra no mundo, há milhares de anos que nas orações pedem paz...
_ Já não haviam doenças, há milhares de anos que pedem saúde...
- Já não havia criminalidade, há milhares de anos que pedem que o Homem se torne bom e fraterno...
- Já não havia fome, há milhares de anos que pedem abundância...
- Já não havia... nada de ruim...

"os deuses estão loucos?" ou estarão surdos ou ... estão em guerra pela disputa de tantos altares e igrejas no mundo, a maioria na terra do tio sam?

Vivemos num mundo de especulação em todas as áreas além da financeira, um mundo no qual o que é não é, ai daquele ou daquela que diz que aquilo que é, é ou que foi, logo vêm os maquilhadores da verdade, usando anéis tipo da "pureza" para alienar o património dos reais valores.

E assim prospera o negócio dos "anéis da pureza" das rezas e oratórias mistificadoras travestidas de esclarecedoras.
Adorar e pagar tributo aos deuses é o que está a dar. Trocas comerciais em balança muito desequilibrada.

Nesta corrida, continuo a ouvir com prazer “From the New World” de Antonín Dvořák sob a batuta de Leonard Bernstein.
Obrigado

Um abraço
Carlos Rebola

"Cores de Outono"
Júlia

Até parece, que a natureza está a querer anunciar o frio que aí vem, vestindo-se de cores quentes, algumas, como a desta bonita parra virgem, vestida de fogo, a lembrar a fogueira das lareiras "borralhos" junto das quais aquecemos o corpo e a "alma" ao calor do fogo, das conversas e das histórias...

Beijos
Carlos Rebola


"RENASCER !..."
Só mesmo, a beleza feérica duma Ilha como a de São Miguel, eternamente abraçada e beijada pelo Mar, é capaz de engravidar a alma e o coração, de gente, que olha com a alma toda, como a Fernanda, para que nasçam e renasçam, assim sonetos tão belos como este... O poema é a consagração do das fotos, lindas, mostram a fertilidade do sítio em tons de verde, ouro e azul, ali onde:
“Até mesmo o silêncio já cantouem sentidos acordes de emoções.”

Beijos
Carlos Rebola


Sem título
... Tais como, o transporte que queríamos apanhar, a vida que desejámos viver, o silêncio sobre o grito, o tempo sobre a oportunidade, a batata quente para a nossa mão...e as multas de estacionamento!

Abraço
Carlos Rebola

"...mai nada!!!"
É o que se pode chamar uma lição de lógica económica financeira com a qualidade humorística de Ricardo Araújo Pereira. Neste caso o humor é bem negro, para todos nós. Também pode ser visto de outro modo "o governo como é seu dever, só está, a garantir o grande sucesso das empresas portuguesas" coitadas estes bancos estão em situação aflitiva, enganaram-nos com dinheiro que não existia, o governo tratou de tornar real esses dinheiro, o tal que provoca "bolhas", uma questão dermatológica, resolvida com esta operação plástica.

Abraço
Carlos Rebola


- Em terra de cegos, quem tem um olho vê cada cois...
Mais vale ver aquilo que não gostamos reagindo, mesmo só com um olho, a ser cego ou pior não querer ver... e ficar quietinho, assobiando para o lado.

Abraço
Carlos Rebola

Sem título
Existem muitos milhões "supostamente" com idêntico problema de memória...

Abraço
Carlos Rebola


""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo Jorge Guerra

A matança do porco que durava um dia inteiro era realmente uma festa familiar que mantinha e até reforçava os laços fraternos da própria família e era também um motivo para a partilha. Algumas destas fotos são dos anos 40/50 e são bons testemunhos daquela época.
O convívio na ACRZ foi do agrado de todos e foi uma tarde fraternal e animada.
Obrigado

Um abraço
Carlos Rebola



""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo Arsénio Mota

Fico muito agradecido pelas suas sugestões.
Estou a pensar como divulgar esses trabalhos que refere.
Para já talvez um blog temático, dedicado, seria o mais imediato, parece-me. Sugere algum título para esse blog? Ficaria muito contente se recebesse sugestões.

Sinto-me honrado pela sua apreciação o que me motiva.
Obrigado

Um abraço cordial
Carlos Rebola


""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Fernandinha

Fico contente por lhe ter recordado coisas boas da infância.
A nossa meninice guarda maravilhosas recordações que precisam ser refrescadas, para nos rejuvenescer, segundo o ditado que diz "recordar é viver"...
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo Táxi Pluvioso

Realmente quando, num passado recente, nos intoxicaram com informação, contra os trajes de outros povos, (forma mesquinha de criar ódios e justificar guerras), como o uso de lenço e burca, pensei como esquecemos rapidamente as nossas imagens ao espelho do nosso vestir, ainda pertencemos a um povo que vê senhoras bem vestidas no mato em cima de azinheiras, a mesma árvore onde na terra do nome da filha de Maomé, já se enforcou gente, facto que se mantém em segredo pelos que alimentam ódios contra povos não muito diferentes do nosso, também têm a sua cultura, por sinal multimilenar.

Um abraço
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Júlia

É certo a sua frase "longe da vista, longe da sensibilidade", não sabemos ao certo como foi criado, manuseado, morto e tratado o animal que aprece nas luminosas (com luz vermelha para iludir o aspecto da carne) vitrinas em forma de bonitos bifes. Já tive a oportunidade de ver denuncias em filmes, nos quais são bem mais bárbaros os métodos de tratamento e morte dos animais, aí tudo bem o carrasco não é conhecido e cumpre a sua função.
A nossa sociedade modernizou-se e muito nos últimos 60 anos e a própria maneira de vestir reflecte isso e comprova-o.
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Graça Mello

Realmente eram horríveis aqueles guinchos, tão agudos e estridentes, que feriam os ouvidos e até a "alma", mas era um mal que não se sabia evitar.
Obrigado pela visita

Beijos
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Caro Vitor Ramlho

A comida boa, confeccionada com os produtos naturais (hoje chamam-lhe biológicos, o que não se entende, se querem demarcar de outros) de antigamente é difícil hoje em dia, a comida de plástico está a tornar-se uma autentica porcaria e pode vir a ser um grave problema de saúde pública, a questão das "vacas loucas" foi, parece-me um aviso para ter em conta.
A co-incineração está na mesma linha de atentados quase sistemáticos à saúde pública, é preciso com conhecimento e consciência denunciá-la e evitá-la, existem outra alternativas muito menos perigosas, é verdade que são mais caras, mas as populações merecem-no.
Obrigado

Abraço
Carlos Rebola



""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Fotógrafa
Obrigado pela visita e pelas palvras bonitas.

Beijos
Carlos Rebola

O Prrovérbio: - "As palavras voam e os escritos ficam"

domingo, 26 de outubro de 2008

"Os meus comentários na blogosfera na última semana"

Opinião fundamentada!!!
Amigo A. João Soares

Este "post" a meu ver também ajuda a compreender como as palavras das pessoas importantes provocam alterações dos comportamentos.

Se um cidadão vulgar escrever numa carta ao director dum jornal que "há uma deficiência grave num determinado troço de estrada, que é preciso corrigir" é quase certo que ninguém lhe ligará. Mas se for por exemplo o PR a dizer precisamente o mesmo porque apanhou um susto no mesmo troço de estrada, é quase certo que a breve trecho a deficiência será corrigida.
Também penso que por vezes as informações, não analisadas convenientemente, dadas por fontes credíveis podem ter efeitos catastróficos. Acredita-se nos "índios" sem mais nem menos e depois...

Um abraço
Carlos Rebola


"AMOR E LOUCURA"
Mariazita

Este texto, sobre o amor e a loucura, baseado na mitologia grega, é uma pérola e termina com uma chamada de reflexão, porque o amor é cego e é guiado pela loucura vê com os olhos desta, ao contrário da paixão o amor é mais racional e prudente e por isso mais duradouro.

Beijos
Carlos Rebola

"CHICHÉN-ITZÁ"
A arquitectura Maia com seus majestosos edifícios que perduraram até hoje, como em "CHICHÉN-ITZÁ" e que estas belas fotos documentam, merecem ser património da humanidade.
Alguns estudiosos admitem que esta civilização imponente em muitas áreas científicas, decaiu devido a guerras e revoltas sobretudo dos agricultores e do povo que não aguentou a pressão dos senhores...
Lições do passado, para nos fazerem reflectir, hoje. Olhando, para estas fotos maravilhosas não é difícil imaginar a grandiosidade destas cidades no auge da sua actividade, deveriam ser verdadeiramente idílicas e de sonho.
Obrigado pela partilha das suas recordações.

Beijos
Carlos Rebola


Sem título
Obrigado São
Por partilhar este ensinamento, advertência, do Padre Mário Oliveira, verdadeiro praticante dos ensinamentos do Nazareno, que não tem nada a ver com a opulência dos templos e empreiteiros, que continuam a dizer-se cristãos mas que não praticam o cristianismo.
Talvez um dia a terra seja um paraíso mas sem os homens e mulheres que continuam a tratá-la a Terra de modo a que se torne inadequada à vida humana, mas a Terra não irá sucumbir ao contrário da humanidade se não parar com as suas loucuras.
Então a Terra tornar-se-á novamente num paraíso que a humanidade poderá não desfrutar por se ter suicidado.

Beijos
Carlos Rebola


"Ontem, hoje"
Uma recordação bonita, que dá para ver o "estendal" de toldes no areal e as verdadeiras vestes (trajes) dos que frequentavam, nos anos 40/50, a Praia da Nazaré. Fotografia muito interessante.

Hoje tudo é diferente, a vida é isto mesmo, mudança permanente.
Gostei. Felicidades.

Beijos
Carlos Rebola


"O SOL"
A Terra está à distância certa do Sol, para que nela se tivessem desenvolvido as formas de vida que conhecemos e somos.
A Terra desenvolveu uma protecção das radiações perigosas do Sol que mantém a vida que a habita.
Esta crónica ajudou-me a compreender melhor a necessidade vital de proteger a camada de ozone que estamos a pôr em risco e consequentemente a nossa qualidade de vida ou mesmo sobrevivência. Visto assim o Sol fonte de vida, também pode ser o seu contrário, por desleixo nosso.
Obrigado amigo Vieira Calado

Abraço
Carlos Rebola

"CURIOSIDADES ASTRONÓMICAS"
Perante esta escala astronómica, só poderemos ser humildes, tal é a nossa pequenez no universo.

Um abraço
Carlos Rebola


Tudo é ilusão

Olhar assim este poema lindo, faz-nos fantasiar nas asas daquelas gaivotas voando sobre o mar.
Obrigado por estes multiolhares.

Beijos
Carlos Rebola


"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
São

Isto só irá parar quando já não for possível de aguentar, se não fizermos com que pare antes.



"17 DE OUTUBRO: DIA INTERNACIONAL PARA A ELIMINAÇÃO DA POBREZA E DA EXCLUSÃO SOCIAL"
O paradoxo é, o que se desperdiça no mundo rico e dito "civilizado" dava para acabar com a pobreza no mundo o mesmo aconteceria se as nações esquecessem a guerra por um dia e o que nesse dia não se gastava com a guerra fosse distribuído pelos pobres, também acabaria com a pobreza no mundo.

Não sou contra estas iniciativas, pelo contrário, mas elas deveriam ser acompanhadas por outras mais práticas e corajosas, pelos dirigentes nacionais, se conseguem apoios dos povos para as guerras, também o conseguiriam decerto para acabar com a pobreza no mundo.
Estas fotos mexem connosco e fazem-nos reflectir sobre a nossa auto designação de “seres humanos” que até criou a “carta dos direitos humanos”.
Obrigado

Um abraço
Carlos Rebola


Sem título
Penso que ambos partilham, porque não vejo amor sem amizade nem amizade sem amor. Exceptuo sentimentos doentios, claro!
Abraço
Carlos Rebola


"SONHAR COM PRAZERES CARNAIS"
Parece que a chamada abstinência sexual ou castidade é que causa muitos problemas ao contrário duma sexualidade ao ritmo de cada um a dois.
Estou de acordo que a compulsão e a obsessão pela comida ou pelo sexo careça de alguma terapia, tanto no género feminino como no masculino, mas o comer e o fazer sexo são necessários para se ter uma vida saudável e de qualidade. O corpo e o espírito agradecem.

Um abraço
Carlos Rebola


Maldita crise financeira * Uma «explicação...
Com tantos macacos por aí, não admira, que ande muita gente a escorregar nas cascas das bananas que eles comeram. É preciso ter cuidado com as cascas das bananas e com os macacos espalhadas por aí. Já que os donos da macacada não aparecem, para prestarem contas dos estragos.

Abraço
Carlos Rebola


"O lápis e a borracha"
É verdade Carlos Gil

Está na natureza de muitos seres e infelizmente entre eles pessoas, destruírem o que outros fazem, numa tentativa de os diminuírem para assim parecerem maiores, mesmo quando vivem em comunhão. Se chamados a justificarem-se, fazem-no dizendo que é da sua própria natureza, que não podem mudar. Mas querem e tudo fazem para mudar a natureza dos outros.
O conto é para fazer reflectir, conseguiu, no entanto poderia ser mais elaborado.

Abraço
Carlos Rebola

"O grito do meu olhar"
Os olhos "espelho da alma" reflectem a luz do que vêem , deste cruzar de raios luminosos, partilhados, que mais não são que os caminhos do amor, desses gritos de luz pura. Assim o vazio, contem-nos, deixando de o ser.

Beijos
Carlos Rebola


Antigos combatentes discriminados

Os actuais políticos, como se costuma dizer, estão a cuspir no prato onde lhes serviram a sopa, se não fossem os militares, estes políticos que estão no poder, provavelmente nem (engenheiros) seriam. Os militares nunca lhes pediram privilégios, infelizmente hoje vêem à rua exigir, respeito pela sua condição, dignificação que teimam em retirar-lhe, que se cumpram as leis que lhes garantiriam alguns direitos e que o governo lhes pague o que lhes é devido. É realmente uma vergonha e sem pinga da mesma continuam a cuspir no prato onde lhes foi servida a sopa.
Os militares que por imposição, sofreram no corpo e na alma pela sua condição de ajuramentados ao serviço da pátria até ao limite das suas forças e própria vida deviam ser tratados como cidadãos de plenos direitos, não como indigentes...

Abraço
Carlos Rebola


Rotunda D. Dinis - Leiria
Replantar a nossa floresta de pinhal doente, com árvores autóctones seria uma boa resposta à degradação dos solos, ambiente e biodiversidade. Substituindo em parte a importação de madeiras exóticas para a industria imobiliária. A industria da celulose que importe o eucalipto dos países onde ele é autóctone.

Uma rotunda monumental, usada com bom gosto em homenagem aos homens, à História e à região.
Abraço
Carlos Rebola



Recuso-me! Faço greve...
Apesar de virem em cadeira de rodas, as tais letrinhas também não me suscitam solidariedade, essa, a solidariedade, é para si, estou consigo.
A abordagem que fez à situação é engraçada.

Abraço
Carlos Rebola


Ex-combatentes Vs toxicodependentes
Amigo A. João Soares

É um escândalo, que é preciso denunciar na rua, como os militares no activo e na reserva ou reforma estão a ser tratado pelo poder político. É preciso os militares virem à rua manifestar a sua indignação, porque as tutelas, chefias parecem mais a "voz do dono" e não ouvem os "seus homens" que reclamam a justiça que têm direito. O seu chefe supremo tão lesto a despachar favoravelmente a manutenção de vergonhosos privilégios de instituições e pessoas de duvidosos (assim parece) serviços prestados à nação se esqueça daqueles que todos os dias e noites com total disponibilidade estão ou estiveram ao serviço da Pátria e da Nação com um espírito de sacrifício que não raras vezes ultrapassa os limites da própria vida. Os militares e ex militares merecem outro tratamento que no mínimo deveria ser igual a todos os outros cidadãos e não é, como se já não bastasse o que lhes impõe ou impôs a sua condição de militares.

Um abraço
Carlos Rebola

"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Caro Vieira Calado

Este é um sentimento, que vivemos num país de aldrabões, infelizmente generalizado, entre os cidadãos portugueses contribuintes pagadores e que cumprem os seus deveres.

Um abraço
Carlos Rebola


"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Amigo Arsénio Mota

O que observamos e nos fazem neste país é um constante chamamento à insubordinação civil, causa revolta que a continuar assim não há espaço para tanta permissão e paciência.

O direito à indignação se exercido, pois uma vez que, quem pode decidir, não o tem em consideração, pode levar á desobediência civil colectiva.
São demasiadas crises, (onde estão os responsáveis?) para nos justificarem o sempre "aperta o cinto" e o têm que pagar mais, sofrimento, porque...porque... porque... propaganda da alienação.

Um abraço
Carlos Rebola

"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Caro Gil

São uma espécie de "Senhores Feudais" que vivem á custa dos servos, como não lhes bastasse ainda gozam. Não nadam em águas límpidas pelo contrário nadam em águas muito turvas, onde a transparência está ausente.

Abraço
Carlos Rebola


"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Carla

Temos que reagir, exercendo a nossa cidadania, reclamando e exigindo os nossos direitos, sob pena de "amanhã" nos tornarem a vida, que já é difícil para os cumpridores e honestos, insuportável ou inviável e aí já é tarde.

Beijos
Carlos Rebola

"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Táxi Pluvioso

Já se vende água, em garrafas (2dl) três a quatro vezes mais cara que a gasolina e anda-se a dizer que a gasolina está cara e está, mas e a água com gás ou sem gás, sendo os circuitos de distribuição e o fabrico mais leves , porque a água em garrafa (com a poluição sujeitamo-nos a não ter outra para beber) porque é mais cara que a gasolina? Não haverá especulação?

Abraço
Carlos Rebola

"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Mundo Azul

É o mundo global, a falta de honestidade e exploração do povo, tornaram-se rapidamente em pandemia e o pior é que ninguém com poder de decisão está virado para a combater.

Beijos de reflexo
Carlos Rebola

"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Amigo As-Nunes

A confusão nas facturas de serviços públicos, parece que é propositada, pois se fossem claras "transparentes" os consumidores verificariam que estão a pagar algo que não consomem e sentiriam o dever de reclamar, assim sempre ficam na dúvida e confusos, fragilizados.
Um amigo meu tem num terreno um poço do qual tira água com um motor eléctrico (trifásico) alimentado pela rede de electricidade da EDP, como na factura de consumo referente àquela "baixada" lhe aparece uma taxa de audiovisual, reclamou junto da empresa e esta disse-lhe que era obrigado a pagar, então perguntou se lhe podiam colocar uma tomada no local, para ligar uma televisão ou telefonia quando fosse ao terreno, mas (paradoxo) disseram-lhe que a colocação de tomadas naquele tipo de baixadas não eram permitidas. Ele pergunta isto não é roubar?

Um abraço
Carlos Rebola


"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Amigo Sifrónio

Pagamos sempre e aquele que reclama continua a pagar e pode ficar sujeito ao "moobing" que agora está na moda e parece fazer parte da gestão moderna de conflitos.

Os "lixos fixos" que são resíduos perigosos, resultantes dos pavimentos de "asfalto" produzidos nas suas obras de "saneamento?" e reparações das estradas estão realmente fixos, cobrindo os afloramentos do jurássico no baldio dos Rodelos em plena Reserva Ecológica Nacional, é caso para dizer que é pura "trafulhice" dizem que defendem o ambiente e as águas subterrâneas, estes resíduos perigosos naquele local mais tarde ou mais cedo vão contaminar o Aquífero Cársico da Bairrada, a sorte é que essa contaminação desaparece depressa (vários séculos). Desfraldem sem vergonha e pudor as bandeiras das "Boas práticas ambientais" com esta e outras situações, pois há mais no concelho, escandalosas.
"Paga e não bufa" é o que nos estão a impor (ditadura). É necessário lutar contra isto.

Um abraço
Carlos Rebola


"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Multiolhares

Na verdade somos um povo sereno, no entanto a serenidade tem limites e quando estes são atingidos, por inconsciência ou não daqueles que têm as soluções, o desfecho pode ser de grande sofrimento. Esperemos que os limites da serenidade não sejam ultrapassados.

Abraço
Carlos Rebola

"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"

zbl

Se fosse só pão-de-ló!!!

Vê o que se passa na administração da GEBALIS-EM da Câmara de Lisboa, sabemos porque veio a público, o que não sabemos deve ser bem mais e maior. Parece ser paradigmático.

Carlos Rebola



"Tarifa ou taxa de disponibilidade. "Paga e não bufa" é tudo legal!!!!"
Amigo Táxi Pluvioso

Os impostos deveriam ser justa e equitativos, para salvaguardar, colocando ao serviço dos cidadãos, o “Estado Social”, conquista enorme da "revolução francesa (1789)" com a primeira "Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão".
Hoje a chamada "economia financeira" há quem lhe chame "grande casino" associada a medidas economicistas dos governantes estão a destruir o "Estado Social" estimulando a avidez pelos "lucros" a qualquer custo fazendo do nosso país dele aquele em que as desigualdades sociais e económicas (diferença entre ricos e podres, chamam-lhe "fosso") são vergonhosamente as maiores na União Europeia.

Andamos, há mais de trinta anos, a ouvir dizer que é preciso "apertar o cinto" para a solução dos problemas do país (isto com a ajuda de todos, será?). Que raio andam a fazer os "iluminados" e cientistas que estudam estes problemas que não conseguem ou será antes não querem encontrar uma solução duradoura, a isto só se pode chamar IMCOMPETÊNCIA ou vigarice, tantas comissões pagas milionariamente, para quê?
O ar e o sol, estão aí disponíveis, estão á espera de quê, apliquem aos seus consumidores a tarifa de disponibilidade, agora que estão na moda as "energias renováveis", talvez quando não podermos respirar queiramos gritar mas já não é possível o grito...

Um abraço
Carlos Rebola


CONSTELAÇÃO DO TOURO (2)
Amigo Vieira Calado
O fascínio do homem pelo céu estrelado é comprovado pela história da astronomia, como tão bem é exposto pelo amigo na postagem (1) relativa à Constelação do Touro, acho curioso que os Incas lhe tivessem dado o nome de “prado” pela sua representação.
Utilizar as estrelas, neste caso "Aldebaran" para orientação no mar, vem corroborar a afirmação de que a "astronomia está na génese da ciência".
É fantástica, a maneira, como o amigo Vieira Calado relaciona a mitologia e lendas de outrora com os factos científicos de hoje, mostrando-nos assim o caminho percorrido pelo Homem, acumulando saber, desenvolvendo a ciência.
Obrigado

Um abraço
Carlos Rebola

as escusas na lei antiga
Aqueles eram preceitos de humanismo e de respeito pela vida humana, parece que hoje se esqueceram que até na guerra há valores que devem ser respeitados.

Abraço
Carlos Rebola

Em torno do populismo
Amigo Arsénio Mota

Pelo que tenho vindo a observar, no discurso politico, a utilização do termo populista para pessoas e politicas, é utilizado quase invariavelmente para denegrir, lá sabem porquê (nós também sabemos), quem apresenta propostas realmente favoráveis ao povo mais sofredor. Não estou a pensar naquelas pessoas, essas sim populistas, que estão sempre a dizer que o que fazem é para bem de todos quando as consequências do que fazem só agravam a situação de que já está fragilizados, esse tipo de populismo no sentido deturpado (engano através da propaganda cientifica), que lhe querem impor, tem resultado no que hoje está á vista de todos, Portugal é um país da Europa onde o "fosso" entre ricos e pobres é maior.
Obrigado Arsénio, a sua explicação, fez-me, saber melhor e com mais consciência o uso das palavras “desvirtuadas intencionalmente” como armas assassinas de boas ideias, propostas e vontades.

Um abraço
Carlos rebola



No barco das mulheres
Talvez seja o seu instinto mais profundo, o maternal, que na idade procriadora, no subconsciente da mulher, lhe atire para cima a tremenda responsabilidade de pôr neste mundo, filhos de homens que para além do sexo exijam muito mais da mulher, filhos de progenitores capazes. (selecção natural?) Mas outras abordagens, são possíveis: - concorrência em haréns ou em mercados, mulheres "produzidas" para a sedução do lucro ou para o lucro da sedução, mas, e as mulheres que são as mais lindas do mundo, as nossas mães! Como é?...

Um abraço
Carlos Rebola



"Tarifa ou taxa de disponibilidade. "Paga e não bufa" é tudo legal!!!!"
Caro Vieira Calado

Nesta comparação de Portugal com outros países, o "poder" usa dois critérios e duas medidas, como o amigo diz e bem:

1- Para as coisas menos boas, temos que fazer porque os outros fazem e temos que os acompanhar.

2 - Para as coisas boas, isso seria irresponsabilidade da nossa parte e lá vem a propaganda científica diga-se aldrabice tipo “burla” para convencer “convencidos”.

Aquela de vamos "alcançar o pelotão da frente da Europa" só mesmo invertendo o sentido do percurso, depois da partida.

Um abraço
Carlos Rebola


PACTOS DE SILÊNCIO
Caro Sifrónio

Este caso, não deve ser mais, que a pontinha do grande iceberg dos compadrios políticos, da corrupção, do tráfico de influências, etc.
E assim vai o nosso país, com escandalosas trocas de favores entre os que estão no poder e pessoas influentes, que usam como moeda de troca, os direitos dos cidadãos honestos e de elevados valores, que cumprem os seus deveres, pagam os seus impostos integralmente, para serem entregues assim a gente que, sem moral ou dignidade humana e cívica, contribuem, na medida que estes casos nos mostram, porque outros não são mostrados, para que os pobres, a maioria, estejam cada vez mais pobres e os ricos (os de colarinho branco) estejam cada vez mais ricos.
Estamos, cada vez mais, próximos do limite suportável pela indignação que este estado de coisas provoca.

Um abraço
Carlos Rebola


Atelier
Até pode parecer bagunça, mas no fundo não é mais que o resultado da dinâmica, do trabalho do mestre artesão, no seu espaço pessoal, no qual tudo está à mão quando necessário, visto por terceiros parece desorganização, mas está tudo ali preparado para o nascimento de algo que vai gemer em de alegria nas mãos do felizardo mestre. Para alegria de quem vai ouvir e sentir na alma a sua voz que é musica, muito limpa.
Já está bonita, parabéns.

Abraço
Carlos Rebola


"Como invernar uma amizade?"
Lido ao contrário é o que precisamos fazer para manter uma amizade sempre viva e forte.
O peixinho agradece... obrigado.

Bom fim-de-semana
Carlos Rebola


"Tarifa ou taxa de disponibilidade. "Paga e não bufa" é tudo legal!!!!"
Graça Mello

Se durante a "antiga senhora" as pessoas tinham receio e medo que a PIDE as molestasse por terem a ousadia de emitirem as suas opiniões, hoje mais de trinta anos depois as pessoas têm medo de reclamarem e de expressarem o que consideram errado, já não existe a PIDE mas parece que se está perante uma espécie de "Moobing" generalizado, os trabalhadores se dizem que estão mal pagos o mais certo é irem para o "olho da rua", se os contribuintes se dizem injustiçados, logo vem a chacota, humilhação e marginalização porque não querem contribuir para o desenvolvimento do país.
Penso que estamos num país onde os governantes já disseram mal de todos os sectores sociais e laborais, é vergonhosa esta tentativa de pôr os cidadãos uns contra os outros por métodos de assédio psicológico designado por Moobing nas escolas pelos vistos está em desenvolvimento o Bulling.
Pagamos e calamos até nos "fartarmos" destas injustiças que nos chamam à insubordinação. Vejo o sistema fiscal como uma rede construída malha a malha, na qual caímos, precisamos estrebuchar até que haja rotura desta apertada “rede”.
Obrigado por ter linkado o "Ferroada" já linkei o "Mello".

Beijos
Carlos Rebola



"Tarifa ou taxa de disponibilidade. "Paga e não bufa" é tudo legal!!!!"
Mariazita

É verdade estamos perante a teoria do "gato pardo", é preciso mudar alguma coisa, para que tudo continue na mesma, no nosso caso pior.

Realmente estão a esticar demasiado a corda, que já está muito perto do pescoço, pode ser que a corda rebente, o que acontecerá de certeza, se nós, os prejudicados e condenados “à forca”, ajudarmos a acontecer e de preferência que rebente pelo lado mais forte ao contrário do que diz o ditado.
Como aconselhou o PR não podemos “baixar os braços”.

Beijos
Carlos Rebola



"SINCERIDADE"
Maravilhoso post sobre a sinceridade, que me fez reflectir.
Sendo a sinceridade, a transparência da "alma", dos pensamentos e sentimentos de quem a manifesta, por vezes esta pode trazer dissabores, já que mostra tudo o que temos e somos e segundo o ditado "a ocasião faz o ladrão" podemos ser despojados do que nos é querido, por valoroso. A génese romana da palavra e do seu sentido é interessante. As citações remetem à nossa reflexão, principalmente Fernando Pessoa. No entanto a sinceridade, nunca vende “gato por lebre”, que é negócio em expansão nos nossos dias, infelizmente.
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola

O Provérbio: - "O pior uso que se pode fazer da liberdade é abdicar dela"

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

"Os meus comentários na blogosfera na última semana"

A banca nacionalizou o Governo!!!
Caro A. João Soares

Os papás e protagonistas, desta crise, que segundo parece é para continuar e piorar, andam-nos a contar fábulas, do tipo "capuchinho vermelho" usando uma terminologia adequada, mas não nos explicam onde está a caverna onde guardam o que roubam como fazia "Ali Bábá e os quarenta ladrões" naquela história, que não nos contam.

Se nada se destruiu o que lata num lado tem que estar noutro, afinal onde fica a caverna de Ali Bábá? Parece que é lá que estão os biliões que faltam, por isso seria bom que descobrissem tal caverna e usem a mesma “filosofia” usada no extermínio de terroristas, iguais. Não deixem pedra sobre pedra dessa caverna ou edifício.

Um abraço
Carlos Rebola

"EXPOSIÇÃO MUNDIAL DE 1937"
Amigo José Torres

Projectos para mil anos e não duraram mais, que algumas décadas, erros "antigos".
Mas hoje parece que não se aprendeu a lição e aí estão novos erros cópia dos antigos, só o seu berço está noutros lugares.
Por mais imponentes e poderosos que desejem ser os impérios um dia cairão, pelo menos é o que a história nos diz. E se, como parece que sempre foi, tais impérios não se basearem no respeito pelos povos ainda cairão mais rápido.
A propaganda até pode surtir efeito numa fase inicial, mas com o tempo acabará por ser desmascarada.

Um abraço
Carlos Rebola


"HOSPITAL GARCIA DE ORTA UM CASO INEDITO..."
Mas então os doentes da "ala de psiquiatria" estão entregues a si próprios, não há médicos por perto?

O que o João relata é escandaloso, um hospital recorre ao Instituto Nacional de Emergência Médica para emergências dentro do próprio hospital? Como é possível oferecerem aos portugueses serviços assim… como os melhores de sempre.

É assim que estão a melhorar o SNS? Não estão antes a destruí-lo?

Abraço
Carlos Rebola

As fontes, de origem romana, do Zambujal há muito que estão a precisar da atenção das autarquias
Isto acontece porque a janela temporal dos autarcas e dos políticos em geral, é de quatro anos o tempo duma legislatura, o que lhes interessa é fazer coisas vistosas, com o dinheiro dos contribuintes, que sejam cartazes eleitorais para se manterem no poder. Trabalham para clientelas, compadres e amigos, as populações que se lixem, até ás próximas campanhas eleitorais.

Abraço
Carlos Rebola


"As fontes, de origem romana, do Zambujal há muito que estão a precisar da atenção das autarquias"
Amigo José Torres

A criação das empresas municipais "EM", parece-me que foi uma manobra politica para as autarquias irem buscar fundos no quadro da CEE, mas resultou num regabofe que nalgumas autarquias são uma escandaleira, principalmente na distribuição de água, acabaram ou foram reduzidos os fundos que vinham do exterior, para pagarem os ordenados "chorudos" a funcionários superiores (os funcionários inferiores? ficaram na mesma ou piores) das Câmaras que transitaram para as "EM´s" com vencimentos de administradores e ou gestores, muito superiores. Para que mantenham o nível de "competência" (hoje medem a competência pelo ordenado) vão buscar o vencimento aos munícipes (contribuintes) inventando taxas de disponibilidade e outras como lixos fixos e variáveis. O panorama geral da "EM´s" segundo notícias públicas é muito mau.
Talvez por tudo isto não lhes interessa manter as fontes limpas com água potável, porque podem ser uma alternativa quando as pessoas já não puder pagar aquela que eles fornecem.
É por isso que devemos reclamar e, nunca nos deixarmos levar.

Abraço
Carlos Rebola

"As fontes, de origem romana, do Zambujal há muito que estão a precisar da atenção das autarquias"
Caro Daniel

É verdade, prometem tudo de bom, porque ainda há quem acredite em valores que praticam, dão-lhe o voto, que é de confiança nas promessas, estas quase nunca são cumpridas como foram prometidas.

Gera-se a desconfiança que se transforma novamente em confiança nas eleições. A magia dos ilusionistas.

Abraço
Carlos Rebola








"As fontes, de origem romana, do Zambujal há muito que estão a precisar da atenção das autarquias"

Caro Lapa

Julgo que nunca se pode baixar a cabeça e deixar o mundo por conta dos maus, senão acabamos todos "fritos", porque a coisa está a aquecer. É pena que tantas vezes e cada vez mais tenhamos que reclamar daqueles que deveriam fazer tudo mas tudo em defesa do futuro que nos prometeram e que parece não estão a cumprir.

Um abraço
Carlos Rebola


"As fontes, de origem romana, do Zambujal há muito que estão a precisar da atenção das autarquias"
Fernanda

Com um pouco de consideração pelos sítios e populações, tudo seria mais bonito, mas infelizmente a quem se deu a capacidade de poder não está para aí virado e é o que se vê, com tristeza.

Beijos
Carlos Rebola

"Buganvília"
Júlia
A buganvília (Bougainvillea glabra)é uma trepadeira muito bonita, a da foto é linda.

Já plantei algumas mas por motivos que desconheço, não se desenvolveram, talvez tenha a ver com as características do terreno e drenagem do mesmo, mas não vou desistir e vou conseguir ter uma. Na minha terra, há quem lhe chame "primavera".

Beijos
Carlos Rebola

O provérbio: - "A razão, ainda que severa, é sempre amiga e sincera"

domingo, 12 de outubro de 2008

Os meus comentários na blogosfera na última semana

A dona da política

Amigo Manel

Já não é preciso olhar para os estendais e "relvados coradoiros" para ver cuecas, as vestes cada vez são mais curtas como as memórias, mas continua actual o ditado "quanto mais se baixa, mais lhe vemos o cu". Apesar dumas boas "nalgas" serem sempre apreciadas, é preciso denunciar a pouca vergonha que é o facto de nos querem ludibriar com imagens manipuladas com o intuito de apagarem as suas responsabilidades, de outrora que conduziram também a esta actualidade que hoje "candidamente" denunciam.
Talvez uma associação cívica organizada, não precisa ser em Olhão, por não lapardões e não tótós fosse um bom contributo para clamar o quanto lhes vemos o cu.
Parece que a vontade existe, que tal amadurecê-la?

Um abraço
Carlos Rebola




Tanta ausência, amiga!
Vejo aqui pintado um belo quadro, que retrata a amizade verdadeira que se confunde, por ser verdadeira, com o amor. Bem-haja amigo.

Um grande abraço
Carlos Rebola


Sexo, mentiras e medos
Se fizermos um "filme" imaginário (de imagem), dos factos aqui relatados e da maneira como foram tratados, salta à vista que a justiça justa é uma miragem neste país que dizem ter um Estado de Direito eu diria que o Estado é bem torto cheio de curvas que na volta estão "armadilhadas". Realmente é de ter cautela ao conduzir ou ser conduzido por estas vias, assobiar para o lado não abafa o clamor de quem ali ao "lado" clama gritando de sofrimento, parece que a natureza humana baseada em princípios e valores de humanismo, está a ser substituída por uma natureza animal baseada nos mais "baixos" instintos. "A selva".

Abraço
Carlos Rebola


Revista de imprensa
- O Magalhães real, foi morto, antes de concretizar o objectivo.

- O "… português com uma larga capacidade de fazer acontecer" continua a andar por aí. Cuidado!... já sabemos o que é capaz de fazer acontecer.

- A "Geração de Ideias", como um “gerador” pode gerar ideias renováveis mas quanto a gerar electricidade, duvido.

- Se a fé tem efeito analgésico está explicado o facto, de num país dito católico como é o nosso, quase ninguém se queixar ou reclamar. A dor não é sentida, andam anestesiados pela fé.


Língua: de mal a pior
Amigo Arsénio Mota

Se é “necessário” reformular o ensino da Língua Portuguesa porque muitos alunos não querem o Português literário.

Porque não reformular o ensino da matemática porque “muitos” alunos, não querem, a Tabuada?

Porque não reformular o ensino das ciências porque “muitos” alunos não querem o Método Cientifico?
…
Porque não reformular o próprio ensino, porque “muitos” alunos, não querem fazer o necessário esforço intelectual fonte do saber?

Assim não pode haver combate sério aos “nemátodos” que estão a atacar qualquer troco e ramo do saber. Já não bastavam as pragas vindas do exterior, para nos depararmos com as que são disseminadas cá dentro e mais grave com a ajuda do próprio pelo próprio ministro da cultura, para afectar e infectar ainda mais a saúde e vitalidade da nossa língua materna que se pode transformar em “língua madrasta”.

Um abraço
Carlos Rebola

"Água. "Tarifa de disponibilidade" que toma o lugar da "taxa de aluguer do contador será, "cartelização", "chico espertismo" ou ambas as coisas?"
Amigo Táxi Pluvioso

É quase certo que, quando os políticos, põem em prática uma medida dizendo que irá beneficiar o consumidor, o mesmo consumidor vai ficar prejudicado com o pretenso benefício. Temos como exemplo, a liberalização dos preços de produtos de primeira necessidade, ficaram todos muito mais caros a seguir, mas diziam que a liberalização só beneficia o consumidor por via da concorrência.
Esperemos e lutemos, para que os serviços de distribuição deste bem público e vital que é a água nunca seja privatizado, seria o descalabro.

Um abraço
Carlos Rebola


Sem título
Belo pensamento. A verdadeira amizade é sempre incondicional, caso contrário não passa de jogo de interesses próprios.
Abraço
Carlos Rebola

"FUMAR MATA"
Amigo José Torres

Sou fumador e reconheço a estupidez de me saber estúpido neste caso por continuar a fumar sabendo e tendo consciência dos terríveis malefícios do tabaco para a minha saúde e dos que me rodeiam. No entanto o seu irónico e magnifico post levou-me a tomar a decisão de deixar de fumar mesmo antes de ver as fotos do artigo a que remete o link do "cadenaser".
Sou contra os Xicos Espertos e não vou mais pactuar com o Zé da Tabacaria, não posso ser contra mim próprio, não, não estou a brincar. Este post teve mais eficácia que todas as campanhas antitabágicas que já vi.
Obrigado

Um abraço
Carlos Rebola

Sem título
Acreditar nas próprias mentiras, é auto-suficiência num processo em circuito fechado. Também é ecológico por reciclar e reutilizar.

Abraço
Carlos Rebola


"Efeito de dominó"
O "efeito dominó" a "teoria do campo" ou a "teoria do caos" levam todas ao princípio de que tudo está relacionado.
- A queda de uma peça provoca uma cadeia de efeitos semelhantes, a (queda de outras peças).
- "Se deixo cair um grão de areia, a estrela mais distante no universo estremece" (Fernando Pessoa).
- O bater de asas duma borboleta na China pode provocar uma tempestade nos Estados Unidos.

Na economia criam-se tantos laços, que estes, devido a tensões desconcertadas e descontroladas, se podem transformar em nós tão difíceis de desatar que só a ruptura resolve a questão.
Aí o ditado "a corda parte sempre pelo lado mais fraco" o mexilhão.
No fundo o que se está passar com a crise financeira é mais um efeito, o da Globalização. No entanto tudo passa.

Um abraço
Carlos Rebola


"Mistério"
A Natureza também produz arte que é bela, como este maravilhoso conjunto de nuvens.
Será uma mensagem? Até pode ser, o código pode ser desconhecido, no entanto causa impressão.
Para já é uma fantástica e misteriosa imagem. Concordo.

Abraço
Carlos Rebola


A PORTA DO LADO
Mariazita

Obrigado por partilhar connosco, este método gracioso de bem-viver em sociedade.
É preciso entrarmos e também sairmos pela porta do lado quando alguém ou alguma coisa a impediu de abrir, sem barafustar ou praguejar no fundo para nós mesmos estragando aquele momento e os que se seguem e que são irrepetíveis nas nossas efémeras vidas.
A porta do lado é a alternativa tão válida como a outra e resulta sempre, há sempre uma porta que podemos abrir sem perder tempo e alegria de viver com aquela que não podemos abrir...
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola


"A broa de milho da terra à nossa mesa"
Amigo Sifrónio

E então se for acompanhada com umas azeitonas e uma pinga de estalo, nem se fala...

Um abraço
Carlos Rebola

"A broa de milho da terra à nossa mesa"
Amigo José Torres

O resultado final é bom, a broa é uma boa alternativa ao pão, já o trabalho que dá antes de chegar à mesa é discutível, penso que ainda existem pessoas que façam todas estas "lides" com prazer e satisfação.
É mesmo como diz um "naco" de broa ou boroa, acompanhado com umas azeitonas pretas é de "chorar por mais".
Na minha terra os mais idosos que não tinham dinheiro para os cigarros, usavam a barba de milho seca em substituição do tabaco eo folhelho, as folhas mais finas e brancas que estavam mais junto das espigas, em substituição das mortalhas onde enrolavam a barba de milho para fazer o cigarro. Evitavam a nicotina e também fazia fumo, para, isso sim, matar o "vício".
A broa acompanha muito bem pratos de bacalhau como aquele que nos ensina a fazer no "Inséte" "Tibornada de bacalhau com batatas a murro", foi o petisco no nosso convívio de 4 de Outubro.
Quanto à petinga é proibida mas que a há, lá isso há e que o diga o gato do amigo...

Um abraço
Carlos Rebola



Sem título
Vertigo

Imagino o mundo sem música nem dança, como um mundo muito triste, talvez um mundo morto, sem movimento.
Bela selecção, gostei de “Enjoy the silence” e sempre bom ouvir Zé Afonso.

Beijos
Carlos Rebola




"A broa de milho da terra à nossa mesa"
Fotografa

Obrigado pela visita.
Espero que tenhas saciado o teu apetite com uma fatia de broa acompanhada dum bom "conduto"…

Beijo
Carlos Rebola

"A broa de milho da terra à nossa mesa"
Amigo Arsénio Mota

Obrigado pelo elogio.
É verdade a terra era fertilizada somente com o estrume dos currais do gado, mas se atentarmos no discurso da moda actual da agricultura biológica até parece que tal agricultura é uma invenção dos actuais engenheiros agrários, descobriram sim a maneira de vender os produtos agrícolas "biológicos" muito mais caros, coisa que os verdadeiros agricultores biológicos de antanho nunca conseguiram.
Também seria bom que o tempo que estão a pensar aumentar a produção de milho para produzir "biodisel", o façam para diminuir a fome no Mundo, a broa tem provas dadas de que o faz bem, mitigou a fome a muita gente, quando criança, não havia farturas, ainda me recordo de ansiosamente esperar que saísse do forno da minha avó, aquela pequenina broa (o torto) que era feita com as raspas da massa da gamela, que repartia com os meus companheiros de brincadeiras e mínguas, o "torto" era devorado num ápice, não com gulodice, mas com satisfação, também era a necessidade que nos fazia comer a broa com bolor. É muito triste sabermos que com tanto progresso e riqueza, ainda haja no século XXI quem procure nos caixotes do lixo e até lixeiras "restos" de alimentos para "matar" a fome. É um paradoxo verificar que as armas são distribuídas até à mais recôndita montanha ou floresta e dizem-nos que a fome no mundo é devida à dificuldade da distribuição dos alimentos.

É preciso "reivindicar mais milho, mais broa nas mesas e... menos fome!"

Um abraço
Carlos Rebola


"A broa de milho da terra à nossa mesa"
"Uma ilha"
É sempre bom recordar os nossos momentos prazenteiros de crianças a brincar nos espaços e momentos agradáveis que as tarefas agrícolas nos proporcionavam.
Obrigado

Abraço
Carlos Rebola


"A broa de milho da terra à nossa mesa"
Adélia

A debulha dos cereais era sempre um tempo de grande alegria era a fase final da colheita resultado de muito trabalho, daí a alegria e festa próprias das adiafas.

Um beijo
Carlos Rebola

Untitled
Só mesmo dum intenso amor, como Florbela Espanca era capaz de sentir, poderia resultar esta pérola feita poema.

Beijos
Carlos Rebola


porque hoje é sexta
Acho a fotografia bonita, mas não gosto do cão, acho-o feio...
Obrigado pela tua visita ao "Ferroada"

Bom fim-de-semana
Beijos
Carlos Rebola


Se quisermos o sol pode sempre brilhar
Linda homenagem feita hino, merecida, a todos aqueles que no seu tempo construíram o que de bom temos no nosso presente. Idosos tantas vezes infelizmente maltratados e desprezados. Bem merecem a beleza do sol, quase no seu ocaso.
Bem-haja

Bom fim-de-semana
Beijos
Carlos Rebola



"VOEI NAS ASAS DUM LÁPIS"
Esta fantasia azul de céu e mar, feita poesia, faz-nos voar, soltando palavras ao vento, até ao infinito...

Bom fim-de-semana
Beijos
Carlos Rebola


http://caixinhadapandora.blogspot.com/

Realmente existem momentos, em que precisávamos urgentemente, dumas asas e voar levando como única bagagem os nossos desejos.

Beijos
Carlos Rebola

"Caminhos escritos à mão"
Caminhos, vários, me trouxeram aqui, parei, gostei e voltarei.
Doação bonita.
Bom fim-de-semana

Abraço
Carlos Rebola


7 de Outubro 2008
Monólogo do tempo
http://olharemtonsdemaresia.blogspot.com/

Também por aqui "Hoje os anjos não varreram o céu" e deixaram-no lindo, todo empoeirado e salpicado de estrelas... e entre tantas reconheci uma, pelo cintilar.
Obrigado pelo lindo texto.

Bom fim-de-semana
Beijo
Carlos Rebola

O Paradoxo do Nosso Tempo

Amigo A. João Soares

Realmente é espantoso como nos "empanturramos" com o trivial, o acessório de tudo o que nos prejudica e desprezamos o que é valoroso, fundamental e bom. E incrivelmente, queremos ser felizes... como, assim!?
Este texto de George Carlin retrata fielmente o actual paradigma da nossa sociedade. Tem que mudar, sob pena de nos aniquilar.

Um abraço
Carlos Rebola


"QUASE ACREDITEI"
O próprio texto, de Sofia Morgado, pode ser por si só, uma boa terapia, para quem sente a sua "auto-estima" em baixo.
Obrigado Mariazita por ter partilhado connosco este texto.

Beijos
Carlos Rebola

Shiuu...
Bom fim-de-semana.
Impressionou-me positivamente o olhar sereno mas decidido, da criança, no lindo retrato. Transmitiu-me algo de bom.
Obrigado.

Beijos
Carlos Rebola

Teoria do gato pardo
A "teoria do gato pardo" é comprovada pelo método da realidade do dia a dia, também nesta crise criada pelos especuladores financeiros "é preciso mudar alguma coisa...para ficar tudo na mesma." pois na realidade, o que está a ser feito (injecção de milhares de milhões ou biliões) no sistema financeiro, tem como objectivo, salvar o mesmo sistema causador da crise, mantendo-o na mesma, ao invés de alterar o sistema para evitar futuras crise... o risco mantêm-se, porque tudo fica na mesma.

Um abraço
Carlos Rebola

O provérbio: - "Fala para que eu te conheça"