domingo, 2 de novembro de 2008

"Os meus comentários na blogosfera na última semana"

""Os meus comentários na blogosfera na última semana""
Caro Delgado

É verdade, todos o sabemos basta ver a comunicação social, que numa grande parte das autarquias, actualmente impera o compadrio, os favores políticos e outros, em prejuízo das populações. Na área do ambiente é o que se vê por todo o lado e sabemos que os grandes problemas ambientais resultam do somatório dos (pequenos?) delitos locais, tantas vezes perpetrados pelas próprias autarquias que se arrogam hipocritamente de serem exemplares nas boas práticas ambientais, recebendo por essas mentiras prémios que lhes são outorgados e oferecidos, só não sabemos se comprados mas sabemos que essas boas práticas ambientais ao arrepio da "Agenda 21" custam e vão custar muito mais às actuais gerações e ás vindouras. Uma descarada vergonha que provoca o riso dos protagonistas, perante a denuncia de tais actos criminosos.
Ao contrário de outros tempos as populações cada vez confiam menos nas autarquias que trocaram o serviço público a que estão obrigados pelo serviço privado a alguns, que os tribunais nalguns casos têm condenado.

Um abraço
Carlos Rebola


""Os meus comentários na blogosfera na última semana""
Caro Carlos Gil

Parece que determinadas condições, penso que ter poder é uma delas, fazem surgir comportamentos que há muito estavam esquecidos, talvez estivessem simplesmente sublimados.
Regresso às verdadeiras origens... há um ditado pela sabedoria popular que reza assim “se queres conhecer o vilão, põe-lhe um pau (cajado) na mão” há circunstâncias que o confirmam…

Um abraço
Carlos Rebola


"AVISÁ-LOS -EI"
É preciso brincar e galhofar com a maldita morte ou "barqueiro", que leva tudo tão a sério, inflexível, sem dó nem piedade, só assim, ela que não gosta de brincadeiras se afastará, até o dia, que é certo, em que perde a seriedade e entra na brincadeira, quantas vezes sem avisar. O fado é lindo e tranquiliza qualquer mortal.

Um abraço
Carlos Rebola

Sem título
Sentido de oportunidade.
Mesmo perante a morte, porque ao contrário do carteiro a ratoeira não bate duas vezes.
Abraço
Carlos Rebola



""Debandada geral dos professores""
Amigo José Vieira

Com tantos professores a abandonar uma carreira que decerto escolheram seguir por se sentirem vocacionados para ensinar. Com conselhos directivos, a demitirem-se em bloco, devido á violência escolar, como aconteceu em Beja. Com avaliações de professores que ameaçam paralisar a própria acção de ensinar. Com avaliações de alunos, direccionadas exclusivamente para altear estatísticas, de modo a que se tornem, mais favoráveis, criando uma falsa imagem do ensino...

A escola e o ensino em Portugal necessitam urgentemente de retornar às suas funções de educar e formar, devolvendo a autoridade e dignidade aos seus agentes principais, os professores... estes não podem ser, nunca, agentes do poder, seja ele qual for.
Algo está muito mal, quem tem poder de decisão tem que estar atento aos sinais e tem o dever de actuar, se o não faz deve por questões de interesse nacional abandonar o cargo, o país não pode pactuar com incompetências na área vital da educação. Já não se pode esconder o problema ele está aí e é público... As soluções estão com aqueles que no terreno sentem no dia a dia o que deveria mudar e como, basta ouvi-los.

Um abraço
Carlos Rebola


""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
São

É natural e humano, que as pessoas sofram com o sofrer de outros seres, compreendo e também sou assim, porque o acto em si, de matar o porco, não é um quadro que agrade a quem quer que seja, as pessoas mais sensíveis não suportam assistir como é o caso da São, o que revela a sua capacidade de sentir o sofrimento alheio, o que é de muito louvar.
Mas, matar o porco, resultava duma necessidade vital das famílias do mundo rural, a festa não resultava ou festejava, a morte do porco propriamente dita, festejava sim, estou convicto, a própria provisão de alimento que daí resultava, estava garantida a sobrevivência da família, longe do espectro da fome por mais um ano. E esta alegria e alimento eram partilhados por todos.

Beijos
Carlos Rebola

"A DEUSES, SANTOS E AFINS..."
Sendo Fernando Pessoa um poeta universal, penso que ele, coloca na sua poesia, também, os desejos, grandezas e misérias, universais do Homem.
Ler Pessoa é como tornarmo-nos astrónomos do humano, descobrindo de cada vez, que o lemos, mais uma centelha no infinito universo humano, que inclui todos os deuses...precisamente por ser infinito!
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola



A conexão dos aspectos
Amigo Arsénio Mota

Se aqueles (muitos) que tinham pouco, estão a perder esse pouco que tinham e aqueles (poucos) que já tinham muito continuam a ter cada vez mais. Que os "intelectuais" não nos venham com complicadas contas e teorias, porque as contas e a prática estão bem de ver. Há uma minoria que está a explorar desumanamente os que trabalham, roubando-lhes quase na totalidade a "mais valia" que introduzem naquilo que produzem. Descaradamente já dizem à boca cheia que é necessário melhorar o capitalismo, isto é melhorar os métodos de exploração de quem tem unicamente a sua "força de trabalho", dizem-no sem vergonha, também aqueles que se dizem socialistas, qual foi a sua cartilha do socialismo, base da sua formação? É preciso perguntar-lhes. Deve ser reflectido sem paixões, o facto de muitos dos novos pobres terem um emprego, têm trabalho, que os faz cada vez mais pobres, como é possível esta contradição, quando apregoam que o trabalho é o único meio para melhorar as condições de vida, de quem afinal? Parece não ser a vida de quem cumpre diariamente a sua jorna, de marmita na mão cada vez mais vazia.
Não admira, gostei da analogia, que as ruas, as cidades o país, pareça uma boca envelhecida da qual caiem os dentes (forças vivas da economia).
As casas de luxo cada vez se vendem melhor, em tempo de crise que dizem afectar todos (uma ova!), será porque o sistema é justo ou precisa de ser alterado? E segundo parece “ainda a procissão vai no adro”.

Um abraço
Carlos Rebola


Pela minha rica saúde
Está bem de ver, que "beber para esquecer" era mito, a ciência finalmente vem confirmar o contrário. Beber vinho (tinto) evita o "Alzheimer".
Mas cuidado com a sua origem, tem que ser “DOC”, pois esse néctar dos deuses que faz milagres, já correu em abundância na "Vala da Varziela", é caso para dizer "viva Cristo" por te abençoado esta terra, pois repetiu por cá as "bodas de Canã" com novos métodos de produção, muito mais rentáveis, abençoado vinho tinto (ou será que foi o “Botas” que desceu à terra?). Pode-se andar torcido mas não é do reumatismo. É pelas suas inauditas características que o tinto está cada vez mais caro nas "Barmácias"... Nada melhor que um bom copo de vinho por cada problema que se quer prevenir, qual SNS qual quê, tinto… tinto. Parece que “Ele” voltou, convocado pela força da razão que tinha e é solução… da santa tomba dão.

Um abraço
Carlos Rebola

"Amanecer de otoño"
Júlia

O fascínio dos rios é grande, são como artérias que irrigam de vida a terra. A foto mostra uma tranquilidade azul contagiante, é bela.

O poema, lindo, recordou-me as "viagens da minha terra" de Garrett, na descrição do Tejo e suas lezírias do vale de Santarém.
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola





"Mamãezinha"
"Mamãezinha" contou a história da sua vida de trabalhos, sofrimentos e canseiras, que o poema repetiu na poesia das palavras que "nenen" viu...
Bonita homenagem

Beijos
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo José Torres

A agonia de qualquer animal é sempre incómoda aos sentimentos de um ser humano, penso que é devido à nossa capacidade de podermos avaliar a situação como que se fossemos nós a vitima e sofremos. O porco deveria ser sangrado e morrer rapidamente isto dependia da perícia do matador de porcos, na aldeia havia sempre mais que um, eram pessoas que conheciam empiricamente a anatomia do animal e dum só golpe cortavam a aorta junto ao coração o que provocava uma morte rápida ao animal, quando o animal estava mais tempo que o “normal” para morrer o “picador” era censurado e admoestado.

Amigo por questões culturais, religiosas, gulodice, ou por pura sobrevivência, o Homem, ser omnívoro, em todas as latitudes come animais, o cão é comido no oriente, há quem coma canguru, macacos, ratazanas (Biafra), caracóis, insectos e larvas, gato (África), tartaruga, crocodilo, cobra, ouriço cacheiro, lagosta, burro, cavalo, faisão, cordeiro, etc. Os chineses dizem que tudo o que a terra e o mar produzem, é bom para comer e eles fazem-no. Também há os vegetarianos, que mesmo não querendo, ingerem, microrganismos do reino animal através dos próprios vegetais, água e ar. Possivelmente ao aprofundar esta questão, acabaríamos, numa discussão “filosófica”, não pouco interessante.

Voltando ainda à questão do sofrimento do animal (porco), “sentimo-lo” como humanos, não sei realmente se os meus sentimentos e neste caso avaliação e racionalização do sofrimento coincidem com os do porco. Mas uma coisa tenho certa, o que realmente me parece muito mais bárbaro e envergonha qualquer ser humano, é o sofrimento provocado aos nossos semelhantes pelo próprio homem, aí é possível avaliar o que sofrem, Mulheres, homens e crianças esventradas e ainda vivas, vítimas duma bomba que lhes jogaram em cima da casa, crianças vivas queimadas por “napalm”, pessoas humanas que vivem o resto da vida agonizando, pelos efeitos da barbárie humana nas guerras e crimes violentos. (Vi num filme real um pai com metade da filha ao colo, a outra metade desaparecera com a explosão da “mina pessoal”, a gritar desesperadamente a gritar que lhe salvassem a menina, isto passou-se em Angola)
Esta é que deve considerada a grande vergonha da humanidade no seu aspecto mais bárbaro.

Amigo José Torres espero que continue a degustar, uns bons rojões, umas boas fatias de presunto e tudo o mais que gosta, não deixe morrer esse apetite.

Um grande abraço e obrigado
Carlos Rebola



""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Carla

Nos meios rurais do interior, as famílias menos remediadas e não só, que sobrevivem da agropecuária, a matança do porco ainda se mantém, ainda que em moldes e métodos ligeiramente diferentes, mas continua a ser uma festa.
Também há grupos folclóricos e etnográficos que estão a recriar esta tradição.

Beijos
Carlos Rebola

"DIVERSOS DIVERSIFICADOS"
Amigo José Torres

Com todos estes avanços científicos, em torno da vida tornando-a artificial, o mundo humano, romântico, mágico e misterioso está a caminho da sua morte, ficando insonso, sem Vida e sem graça.
Se a "barraca já abana" oxalá não venha a arder...
Penso que o pecado não existe, mas também penso, que, o Homem querer substituir-se à Natureza geradora de vida, está a criar o pecado, esse sim, pode ser mortal. Deixem os monstros viver no mundo da ficção, não os tornem reais, já bastam os laboratórios de engenharia genética, farmacêuticos, de biomédica, etc. nos quais as cobaias são animais… apesar de estarem ao serviço da ciência para melhorar as condições de vida de quem corre o risco ou sofre, de doenças que necessitam de ser curadas ou prevenidas… A ciência ao serviço da natureza está certo, competir com ela já não me parece tão certo, porque penso que perderá a guerra.
Quanto ao preservativo feminino, também me parece desengraçado.

Um abraço
Carlos Rebola


""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Adélia

No Zambujal e nos Fornos ainda se matam porcos. Mas a "matança" perdeu todo o ritual (festa) familiar de antigamente. Hoje é tudo mais prático "apressado", em duas ou três horas está tudo pronto.
O animal é criado, exclusivamente com "rações", intensivamente, contra-se alguém que mata, trata e "desmancha" o porco e passadas poucas horas, pagas ao contratado, a carne já está na arca frigorífica, hoje a salga está fora de questão por não ser recomendado, o excesso de sal é nefasto, mas também o método de produção da carne torna-a muito mais sujeita à putrefacção rápida mesmo em salmoura, é o que se verifica, a carne já não é o que era, com excepção daquela que raramente ainda é criada pelos meios tradicionais.
Quando vens até cá para veres o que mudou na nossa terra? Ela continua linda.

Beijos
Carlos Rebola


Esperar sentado O poder da oração, enaltecido em ... Esperar sentado O poder da oração, enaltecido em ...
Amigo Táxi Pluvioso

Penso que se a oração, (reza), aos deuses e santos resultasse:
- Já não havia guerra no mundo, há milhares de anos que nas orações pedem paz...
_ Já não haviam doenças, há milhares de anos que pedem saúde...
- Já não havia criminalidade, há milhares de anos que pedem que o Homem se torne bom e fraterno...
- Já não havia fome, há milhares de anos que pedem abundância...
- Já não havia... nada de ruim...

"os deuses estão loucos?" ou estarão surdos ou ... estão em guerra pela disputa de tantos altares e igrejas no mundo, a maioria na terra do tio sam?

Vivemos num mundo de especulação em todas as áreas além da financeira, um mundo no qual o que é não é, ai daquele ou daquela que diz que aquilo que é, é ou que foi, logo vêm os maquilhadores da verdade, usando anéis tipo da "pureza" para alienar o património dos reais valores.

E assim prospera o negócio dos "anéis da pureza" das rezas e oratórias mistificadoras travestidas de esclarecedoras.
Adorar e pagar tributo aos deuses é o que está a dar. Trocas comerciais em balança muito desequilibrada.

Nesta corrida, continuo a ouvir com prazer “From the New World” de Antonín Dvořák sob a batuta de Leonard Bernstein.
Obrigado

Um abraço
Carlos Rebola

"Cores de Outono"
Júlia

Até parece, que a natureza está a querer anunciar o frio que aí vem, vestindo-se de cores quentes, algumas, como a desta bonita parra virgem, vestida de fogo, a lembrar a fogueira das lareiras "borralhos" junto das quais aquecemos o corpo e a "alma" ao calor do fogo, das conversas e das histórias...

Beijos
Carlos Rebola


"RENASCER !..."
Só mesmo, a beleza feérica duma Ilha como a de São Miguel, eternamente abraçada e beijada pelo Mar, é capaz de engravidar a alma e o coração, de gente, que olha com a alma toda, como a Fernanda, para que nasçam e renasçam, assim sonetos tão belos como este... O poema é a consagração do das fotos, lindas, mostram a fertilidade do sítio em tons de verde, ouro e azul, ali onde:
“Até mesmo o silêncio já cantouem sentidos acordes de emoções.”

Beijos
Carlos Rebola


Sem título
... Tais como, o transporte que queríamos apanhar, a vida que desejámos viver, o silêncio sobre o grito, o tempo sobre a oportunidade, a batata quente para a nossa mão...e as multas de estacionamento!

Abraço
Carlos Rebola

"...mai nada!!!"
É o que se pode chamar uma lição de lógica económica financeira com a qualidade humorística de Ricardo Araújo Pereira. Neste caso o humor é bem negro, para todos nós. Também pode ser visto de outro modo "o governo como é seu dever, só está, a garantir o grande sucesso das empresas portuguesas" coitadas estes bancos estão em situação aflitiva, enganaram-nos com dinheiro que não existia, o governo tratou de tornar real esses dinheiro, o tal que provoca "bolhas", uma questão dermatológica, resolvida com esta operação plástica.

Abraço
Carlos Rebola


- Em terra de cegos, quem tem um olho vê cada cois...
Mais vale ver aquilo que não gostamos reagindo, mesmo só com um olho, a ser cego ou pior não querer ver... e ficar quietinho, assobiando para o lado.

Abraço
Carlos Rebola

Sem título
Existem muitos milhões "supostamente" com idêntico problema de memória...

Abraço
Carlos Rebola


""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo Jorge Guerra

A matança do porco que durava um dia inteiro era realmente uma festa familiar que mantinha e até reforçava os laços fraternos da própria família e era também um motivo para a partilha. Algumas destas fotos são dos anos 40/50 e são bons testemunhos daquela época.
O convívio na ACRZ foi do agrado de todos e foi uma tarde fraternal e animada.
Obrigado

Um abraço
Carlos Rebola



""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo Arsénio Mota

Fico muito agradecido pelas suas sugestões.
Estou a pensar como divulgar esses trabalhos que refere.
Para já talvez um blog temático, dedicado, seria o mais imediato, parece-me. Sugere algum título para esse blog? Ficaria muito contente se recebesse sugestões.

Sinto-me honrado pela sua apreciação o que me motiva.
Obrigado

Um abraço cordial
Carlos Rebola


""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Fernandinha

Fico contente por lhe ter recordado coisas boas da infância.
A nossa meninice guarda maravilhosas recordações que precisam ser refrescadas, para nos rejuvenescer, segundo o ditado que diz "recordar é viver"...
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo Táxi Pluvioso

Realmente quando, num passado recente, nos intoxicaram com informação, contra os trajes de outros povos, (forma mesquinha de criar ódios e justificar guerras), como o uso de lenço e burca, pensei como esquecemos rapidamente as nossas imagens ao espelho do nosso vestir, ainda pertencemos a um povo que vê senhoras bem vestidas no mato em cima de azinheiras, a mesma árvore onde na terra do nome da filha de Maomé, já se enforcou gente, facto que se mantém em segredo pelos que alimentam ódios contra povos não muito diferentes do nosso, também têm a sua cultura, por sinal multimilenar.

Um abraço
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Júlia

É certo a sua frase "longe da vista, longe da sensibilidade", não sabemos ao certo como foi criado, manuseado, morto e tratado o animal que aprece nas luminosas (com luz vermelha para iludir o aspecto da carne) vitrinas em forma de bonitos bifes. Já tive a oportunidade de ver denuncias em filmes, nos quais são bem mais bárbaros os métodos de tratamento e morte dos animais, aí tudo bem o carrasco não é conhecido e cumpre a sua função.
A nossa sociedade modernizou-se e muito nos últimos 60 anos e a própria maneira de vestir reflecte isso e comprova-o.
Obrigado

Beijos
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Graça Mello

Realmente eram horríveis aqueles guinchos, tão agudos e estridentes, que feriam os ouvidos e até a "alma", mas era um mal que não se sabia evitar.
Obrigado pela visita

Beijos
Carlos Rebola

""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Caro Vitor Ramlho

A comida boa, confeccionada com os produtos naturais (hoje chamam-lhe biológicos, o que não se entende, se querem demarcar de outros) de antigamente é difícil hoje em dia, a comida de plástico está a tornar-se uma autentica porcaria e pode vir a ser um grave problema de saúde pública, a questão das "vacas loucas" foi, parece-me um aviso para ter em conta.
A co-incineração está na mesma linha de atentados quase sistemáticos à saúde pública, é preciso com conhecimento e consciência denunciá-la e evitá-la, existem outra alternativas muito menos perigosas, é verdade que são mais caras, mas as populações merecem-no.
Obrigado

Abraço
Carlos Rebola



""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Fotógrafa
Obrigado pela visita e pelas palvras bonitas.

Beijos
Carlos Rebola

O Prrovérbio: - "As palavras voam e os escritos ficam"

1 comentário:

xistosa - (josé torres) disse...

Temos que competir com a natureza.
Tenho um post pronto, talvez para quarta-feira, dum casal espanhol que teve um filho no dia 12 de Outubro e que vão ser aproveitadas células do cordão umbilical e não só, para tentarem curar o irmão que sofre duma doença incurável.
Estamos a modificar a lei da vida, ou estamos a salvar uma vida?
Talvez estejamos a chegar ao ponto onde duas rectas se encontram ... e nesse ponto, já não são rectas ...
Não percebo de manipulação genética e não a defenderia pelo que sei.
Mas ao ler casos como este, mesmo que fosse contra os meus princípios, QUE NÃO VAI - evoluir é uma obrigação - eu defenderia um caso destes.
Alguém objecta contra?

Só um coisa que não disse no post anterior.
Em miúdo, em Lisboa comi muita carne de cavalo em bifes ... que eram cozinhados com banha, numa "frigideira" de barro.
Que petisco!!!
Havia talhos de carne de cavalo, (ou de burro, acrescento eu)

Também sem saber, comi gato bravo e que bem me soube.
Só no outro dia é que descobri.
Nunca mais comi.
Comi cobra, com uma carne muito branca e tromba de elefante, fibrosa e rija.

Como já disse, penso que devíamos diversificar os animais para a nossa alimentação.
Será difícil ... mas mais tarde ou mais cedo vai acontecer.