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terça-feira, 15 de julho de 2008

Século XXI estamos a progredir ou pelo contrário?

O Dr. Vítor Constâncio (já foi ministro de qualquer coisa) vem-nos dizer que a crise que atravessamos pode ser idêntica há que se viveu a seguir à segunda guerra mundial, ao contrário do que disse antes, ele é Doutor sabe.





Perguntas para reflexão:





Quem controlou a economia deste país "Portugal" para a deixar neste estado de progresso?







Para distribuir responsabilidades, não a querem, costumam dizer, "somos todos responsáveis", será assim?





Teriam sido os mesmos especialistas que agora se mostram preocupados?





Porque não ouvem há décadas quem conhece a situação em cada momento, onde estiveram as universidades e o seu saber bem fazer?





Pela primeira vez ouvimos dizer que centenas de famílias estão a entregar no tribunal processos de insolvência, falência, isto é progresso?





Somos o país da zona Euro que se vê ultrapassado constantemente no que é bom e ultrapassa todos no que é mau, isto é progresso?





A maioria continua a fazer o que sempre fez, produzir riqueza com o seu trabalho, produzem para quem? Se cada vez estão mais pobres, apesar da riqueza que produzem?





O Dr. Bruto da Costa falou sobre a pobreza dos que trabalham, será que os que decidem sobre quem pode ser rico ou pobre, é sensível ao que ele diz?





A guerra no Afeganistão e no Iraque quanta riqueza destruíram, quanto sofrimento produziu e quanto custou à humanidade?





Veja algumas respostas sobre os custos, decerto valores por defeito.





Iraque, esta guerra foi apoiada por quem dirigia o país (Durão Barroso à frente) a maioria dos povos repudiou-a.





Há muitas mais respostas





http://paremomundo.com/2008/06/22/custos-da-guerra-no-iraque-em-video/





http://www.boston.com/news/world/middleeast/articles/2006/09/28/cost_of_iraq_war_nearly_2b_a_week/





Já se disse que a guerra no Afganistão e Iraque, já ultrapassou em custos a 2.ª Guerra Mundial, não haverá nenhuma relação destas guerras recentes com a crise actual?





Os estudiosos não tinham previsto isto? Ninguém os quis ouvir?











Será que queremos uma próxima guerra com o Irão?





Será que o perigo para humanidade é a bomba atómica que os países alinhados com os EUA, com a China e com a Rússia e quase todos têm a bomba atómica e a tecnologia para a produzirem, fornecida por quém? Mas fazem guerra aos países que dizem ter essas armas e depois vêm dizer que foram mal informados? E sabiam que não tinham ou não têm a tecnologia necessária á produção de tais armas, não estamos a falar de rodas pedaleiras, bicicletas ou mesmo motores de reacção, turbinas.






Porque será que o preço do petróleo aumenta loucamente?





Não será um acto de terrorista, para não dar descanso ao ocidente, como disse aquele, que o Bush disse que ia apanhar, um tal Laden, mas ainda não o apanhou e porquê?





Pensem no nosso progresso, porquê três dias de camionistas sem trabalhr quase param o país? Faz pensar em segurança, não faz? Se fosse um mês de paralização de transportes?





Porquê seis meses com o petróleo a aumentar de preço cria esta crise idêntica à que foi provocada pela guerra que destruiu a Europa nos anos quarenta?





Que raio de progresso é este, não temos os entrepostos criados nos anos oitenta cheios de bens para aguentar uma crise? Onde estão os celeiros do país? Os frigoríficos e armazéns?





Uma coisa é certa o homem não mente e diz passei a minha vida a trabalhar, parece-me que não tenho culpa disto, eu nem sequer sei ler... agora lê o Gandarês, é o Ti Manel Rebelo.



Para o Ti Manel Rebelo o pão é a medida de todas as coisas, sem ele não pode trabalhar e sem trabalho pensa que morre, ele não é homem de esquemas financeiros "especulações". de jogos de "bolsa" e outros e também não quer roubar por uma questão de honra, nunca foi armado cavaleiro como o "Robin dos Bosques", só sabe mesmo é trabalhar porque pensa e está convicto que é a única maneira de garantir o pão do dia a dia.





O Tí Manel Rebelo é um dos muitos milhões que vive mais de valores e princípios do que do pão que come.





Mas e a felicidade?





A solidariedade traduzida em solidão?





A segurança?





O futuro?





Também isto é contabilizado como variáveis da crise?





O Tí Manel Rebelo é mais um dos muitos milhões que se sente preso à sua pobreza da qual não se sente culpado, viveu uma vida de trabalho duro, para se manter vivo e enriquecer outros e eles parecem preocupados com a crise agora, sem medida económica, que saiba fazer, a não ser trabalhar com muito sofrimento, até que o descanso eterno chegue.









Na minha maneira de ver o presente com algum conhecimento da história os "Senhores do Mundo" estão a preparar a humanidade para muito sofrimento... Que me engane é o meu desejo.

As coisas boas alcansadas até hoje estão cada vez mais longe da maioria dos povos. Haver coisas boas e muito boas há mas só para uma élite muito restrita.

Este retrocesso não deve ser uma fatalidade, é preciso que não nos calemos.

Para uma reflexão complementar convido-vos a ler o amigo Arsénio Mota em Mando carta.




O provérbio: - "Com paz é que se trabalha"

domingo, 16 de março de 2008

Reflexão - "Não metam política nisto"

É muito frequente ouvir-se dos cidadãos a frase do título "Não metam política nisto".O que quer dizer "se metem aqui a política está tudo estragado".O que quer dizer que os cidadãos pensam que a política estraga.A política é feita pelos seus profissionais, os políticos.Pergunta lógica "porque continuamos a eleger políticos para nos governarem e decidirem por nós"? Para estragar?!Somos masoquistas ou papalvos enganados por "políticos" disfarçados de "desportistas", "cientistas" ou "praticantes da política"?Isto localmente, também e muito autarquicamente, claro!

O provérbio: - "Quem em caça, política, guerra e amores se meter, não sairá quando quiser."