domingo, 25 de outubro de 2009

Uma horta biológica do século XXI




Com tamanha protecção com produtos da tecnologia moderna, contra infestantes, pragas e auxiliares nem o ambiente pode resistir. Um, não, paradigma da agricultura biológica.

O Provérbio: - "Cada um colhe segundo semeia"

6 comentários:

A. M. disse...

Estas imagens entristecem e fazem pensar -- na nossa pequena agricultura de subsistência arruinada, na decadência vertiginosa do ambiente rural (cada vez mais suburbano). E também nas montanhas de lixo que produzimos, na falta de sentido cívico e de educação do olhar, na pobreza de tudo quanto é capaz de valer...
E todavia, prezado Carlos Rebola, para além da tristeza destas imagens, fica qualquer coisinha a luzir. Como luzinha ao fundo do túnel? Oxalá!

Mariazita disse...

Meu caro amigo Carlos
Começo por agradecer o seu beijinho de boas-vindas.
Tenho recebido tantas manifestações de carinho que até fico emocionada.
Como é bom ter amigos assim!

Falando do seu post confesso que o espectáculo quase parece um circo. Tenho uma amiga que vive no Porto, engenheira informática, que, por motivos de saúde, foi proibida de permanecer frente ao computador.
Então resolveu dedicar-se a cultura biológica. Começou por um pequeno terreno pertencente à casa onde vive (dela) e já alugou ou comprou(???) o terreno ao lado. Tem corrido muito bem. Mas...nunca lá vi este espectáculo de "afasta-inimigos", o que me leva a supor que são desnecessários...

Desejo uma semana feliz.

Beijinhos
Mariazita

OLima disse...

Foi com prazer que acabei de descobrir este blogue e não resisti a incluí-no na minha lista de links porque o conteúdo que transmite vale bem a pena. Faço votos para que continue a escrever e informar como até agora. Octávio Lima (ondas3.blogs.sapo.pt)

Sifrónio disse...

Sinal de que a educação ambiental não chega a todos. Para esta gente é tão fácil usar o estrume como estes materiais. A falta de informação é latente!

Deusa Odoyá disse...

Olá meu novo amigo.
Que falta de educação ambiental....
Nossa ,será que ainda nos tempos de hoje, ainda aparecem coisas assim...
Uma semana de muitas realizações e paz.
beijinhos doces, meu novo amigo.

Aguardo sua visita ao meu cantinho.
Regina Coeli.

xistosa - (josé torres) disse...

Por vezes a nossa ignorância conduz-nos a espectáculos desses.
Também o nosso espírito aventureiro e empreendedor faz o resto: invenção!
Como passatempo ou "hobby", tirei o "cursozéco" de compostagem.
(é claro que o fito do curso era o compostor que ofereciam no final.
Digo isto sem qualquer rebuço ou arrependimento porque foi mesmo a verdade)

Aprendi muita coisa à margem da compostagem com "experimentados" adeptos da agricultura biológica.

Por exemplo, que a água com sabão é utilizada para afugentar os parasitas de muitas plantas, como roseiras.
Para não ter o "trabalho" de derreter o sabão, "inventei" com detergente da loiça e água.
Resultado: um azevinho (macho) murchou.
E normalmente são as coisas
melhores que desaparecem.
Vi que nas diversas culturas utilizavam, por exemplo uma barreira protectora de alecrim.
Por isso, não me espanta uma horta que é um espantalho.

Um abração.