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terça-feira, 24 de novembro de 2009

"Mãos na Terra da Gelatina"

No encerramento do Ano Internacional do Planeta Terra a Prof.ª Dr.ª Maria Helena Henriques e a Prof.ª Dr.ª Maria José Moreno lançaram um livro didáctico para crianças e adultos que através de recitas de doces em gelatina conta a sequência temporal da formação das rochas (Terra) e o aparecimento da vida e seu desenvolvimento documentado pelos registos fósseis. Este livro de "geoculinária" retira as suas doçuras aromáticas dos frutos de Arouca e as suas formas do Geoparque de Arouca. Um livro doce que deve ser consumido por todos.
Capa do Livro, uma receita e resultados.
Vários aspectos do lançamento do livro "Mãos na Terra da Gelatina", sessão de autógrafos, assinatura do Protocolo entre o Geoparque Arouca e o Comissão Nacional da UNESCO, representação da peça "Pé de Vento na Lixeira" e Stand do Museu da Pedra.
Com a Professora Dr.ª Maria Helena Henriques no Pavilhão do Conhecimento em 21 de Novembro de 2009.

A Professora Doutora Maria Helena Henriques* tem contribuído com o seu saber e altos conhecimentos, para a motivação da defesa dos afloramentos de São Gião.
*Coordenadora do Comité Português para o Ano Internacional do Planeta Terra


O Provérbio: - "Bom livro, bom amigo"

sexta-feira, 17 de abril de 2009

"Pé-de-Vento na Lixeira"

Um livro para crianças, que duma forma divertida e pedagógica, transmite a necessidade da Redução, Reutilização e Reciclagem do lixo que todos produzimos e devemos dignificar para bem do Ambiente. Um livro da autoria de Maria Helena Henriques e de Maria José Moreno, professoras e investigadoras, na Universidade de Coimbra, com ilustrações de Verónica Rebola, formadora na CERCIAG. A ser apresentado no dia 19 de Abril.
Mensagem do "lixo" em panfleto revolucionário, saído do "Pé-de-Vento na Lixeira" e distribuído pelo casario da cidade:
"NÃO QUEREMOS SER TRATADOS COMO LIXO! QUEREMOS SER VALORIZADOS!"
Para os grandes também lerem e reflectirem.

O Provérbio: - "Os livros, são medicina do esquecimento"

sábado, 2 de agosto de 2008

A ignorância é má conselheira. Encontrei um "dente" fossilizado que afinal não era.

No Horst de Cantanhede, Monte Grande, Zambujal, no passado 30 de Junho, encontrei por acaso uma parte anatómica dum animal petrificado, a minha ignorância cientifica, espontaneamente levou-me a acreditar que tinha encontrado restos dum grande "dente" fossilizado, mas em boa hora enviei E-mail´s à Senhora Professora Dr.ª Helena Henriques, paleontóloga (especialista em amonites), coordenadora nacional do Comité Português do AIPT. e ao Professor Dr. Galopim de Carvalho sumidade cientifica em estudos de dinossauros. Do Dr. Galopim de Carvalho já recebi o seguinte parecer de cientista habituado a ver, analisar e estudar este tipo de achados:
- "Observei com toda a atenção as imagens (muito boas) que enviou e posso garantir-lhe que não se trata de um dente. É antes, sim, um fragmento de uma amonite, partido, precisamente, por uma superfície de separação das muitas câmaras em que se dividia a concha deste tipo de molusco marinho."

Esta opinião fez-me reflectir sobre o achado e verifico que apesar de o achado ter a sua importância e demonstrar o quanto de valioso se está a destruir naquela zona e que deveria ser preservado, devemos sempre procurar ajuda para que as nossas convicções não nos convençam ou aconselhem erradamente.
Aguardo uma análise da "peça" encontrada, para enriquecer-mos o nosso conhecimento acerca destes animais (pré-históricos) que a memória da Terra guardou durante milhões de anos e que sem qualquer "objectivo mais valoroso?" se está a destruir para sempre com o conhecimento, interferência e passividade da Cãmara Municipal de Cantanhede.







O provérbio: - "A ignorância é má conselheira"

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Contos da Dona Terra

Um belo livro de contos para oferecer aos nossos jovens, mas que os adultos também devem ler



Integrado nos programas do Ano Internacional do Planeta Terra, por iniciativa da Comissão Nacional da UNESCO e com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, foi publicado (edição planeta terra) o livro, "Contos da Dona Terra", dirigido aos mais jovens com o objectivo de os sensibilizar a assumirem comportamentos e boas práticas ambientais em defesa do Planeta Terra que no livro conta a sua história de vida e de património, através de dez contos de que são autores três académicos.

Maria Helena Henriques, doutorada em Paleontologia e licenciada em Jornalismo pela Universidade de Coimbra onde lecciona Paleontologia e Estratigrafia, desde 1983 no Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia;



Maria José de Sá Miranda Moreno, Licenciada em Farmácia, doutorada e agregada em Química Farmacêutica e Fitoquímica da Universidade de Coimbra, onde lecciona, desde 1981, no Departamento de Química Farmacêutica da Faculdade de Farmácia;



António Marcos Galopim de Carvalho, Jubilado pela Universidade de Lisboa, tendo leccionado no Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências, foi Director do Museu de História Natural (1993-2003)





Agradecimos aos autores pelos belos e didácticos contos que nos oferecem.

("O pior é o Homem", diz a Dona Terra. "É o hospede que mais dores de cabeça me dá", lamenta.

..."Foi quando descobriu os meus tesouros que este desatino começou", diz Dona terra com profunda trispeza.) pg 11 dos "Contos da Dona Dona Terra".

Pedras "burgau" pintadas com figuras do próprio livro e oferecidas aos autores.



À Doutora Helena Henriques que colaborou na formação do Museu da Pedra de Cantanhede, e com o qual continua a colaborar com Palestras, Workshops e Exposições. Colabora com pareceres e justificações cientificas no sentido de se classificarem como património de interesse municipal os "afloramentos do jurássico" no Gião, local que conhece bem e onde tem dado aulas práticas (de campo) de estratigrafia.


A Professora Doutora Helena Henriques tem-nos dado a conhecer o nosso Planeta Terra com numa abordagem sistémica para melhor compreendermos as dinâmicas do e no mesmo Planeta.

Estes afloramentos no Gião, estão a ser sistematicamente destruídos, aos protagonistas da destruição, faria basicamente bem, a leitura dos "Contos da Dona Terra".



À Doutora Maria José Moreno, autora de artigos de Educação em Ciências e Educação para o Desenvolvimento Sustentável, além de outros artigos científicos.



Ao Doutor Galopim de Carvalho que colaborou na fundação e formação do Museu da Pedra de Cantanhede ao qual vem com frequência proferir palestras e colaborar com exposições. Foi de grande sucesso a exposição sobre dinossáurios "Os Dinossáurios Regressam a Cantanhede" na qual estiveram expostas replicas dos seus fósseis.



O provérbio: - "Algum dia será de festa, na nossa terra"