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sábado, 7 de fevereiro de 2009

Malhar (sadismo institucional?)


Finalmente a agricultura que produz o pão vai ter desenvolvimentos importantes, o poder político adoptou como instrumento de trabalho uma alfaia essencial ao mundo rural numa das muitas fases da produção do vital pão. Outras importantes alfaias aguardam utilização, numa perspectiva democrática.
Dos espinhos da rosa ou silva se fazem coroas sacrificiais. Poucos recebem as rosas.


(Fonte) da foto

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O Provérbio: - "A ferro quente, malhar de repente"


Posted by Picasa

terça-feira, 15 de julho de 2008

Século XXI estamos a progredir ou pelo contrário?

O Dr. Vítor Constâncio (já foi ministro de qualquer coisa) vem-nos dizer que a crise que atravessamos pode ser idêntica há que se viveu a seguir à segunda guerra mundial, ao contrário do que disse antes, ele é Doutor sabe.





Perguntas para reflexão:





Quem controlou a economia deste país "Portugal" para a deixar neste estado de progresso?







Para distribuir responsabilidades, não a querem, costumam dizer, "somos todos responsáveis", será assim?





Teriam sido os mesmos especialistas que agora se mostram preocupados?





Porque não ouvem há décadas quem conhece a situação em cada momento, onde estiveram as universidades e o seu saber bem fazer?





Pela primeira vez ouvimos dizer que centenas de famílias estão a entregar no tribunal processos de insolvência, falência, isto é progresso?





Somos o país da zona Euro que se vê ultrapassado constantemente no que é bom e ultrapassa todos no que é mau, isto é progresso?





A maioria continua a fazer o que sempre fez, produzir riqueza com o seu trabalho, produzem para quem? Se cada vez estão mais pobres, apesar da riqueza que produzem?





O Dr. Bruto da Costa falou sobre a pobreza dos que trabalham, será que os que decidem sobre quem pode ser rico ou pobre, é sensível ao que ele diz?





A guerra no Afeganistão e no Iraque quanta riqueza destruíram, quanto sofrimento produziu e quanto custou à humanidade?





Veja algumas respostas sobre os custos, decerto valores por defeito.





Iraque, esta guerra foi apoiada por quem dirigia o país (Durão Barroso à frente) a maioria dos povos repudiou-a.





Há muitas mais respostas





http://paremomundo.com/2008/06/22/custos-da-guerra-no-iraque-em-video/





http://www.boston.com/news/world/middleeast/articles/2006/09/28/cost_of_iraq_war_nearly_2b_a_week/





Já se disse que a guerra no Afganistão e Iraque, já ultrapassou em custos a 2.ª Guerra Mundial, não haverá nenhuma relação destas guerras recentes com a crise actual?





Os estudiosos não tinham previsto isto? Ninguém os quis ouvir?











Será que queremos uma próxima guerra com o Irão?





Será que o perigo para humanidade é a bomba atómica que os países alinhados com os EUA, com a China e com a Rússia e quase todos têm a bomba atómica e a tecnologia para a produzirem, fornecida por quém? Mas fazem guerra aos países que dizem ter essas armas e depois vêm dizer que foram mal informados? E sabiam que não tinham ou não têm a tecnologia necessária á produção de tais armas, não estamos a falar de rodas pedaleiras, bicicletas ou mesmo motores de reacção, turbinas.






Porque será que o preço do petróleo aumenta loucamente?





Não será um acto de terrorista, para não dar descanso ao ocidente, como disse aquele, que o Bush disse que ia apanhar, um tal Laden, mas ainda não o apanhou e porquê?





Pensem no nosso progresso, porquê três dias de camionistas sem trabalhr quase param o país? Faz pensar em segurança, não faz? Se fosse um mês de paralização de transportes?





Porquê seis meses com o petróleo a aumentar de preço cria esta crise idêntica à que foi provocada pela guerra que destruiu a Europa nos anos quarenta?





Que raio de progresso é este, não temos os entrepostos criados nos anos oitenta cheios de bens para aguentar uma crise? Onde estão os celeiros do país? Os frigoríficos e armazéns?





Uma coisa é certa o homem não mente e diz passei a minha vida a trabalhar, parece-me que não tenho culpa disto, eu nem sequer sei ler... agora lê o Gandarês, é o Ti Manel Rebelo.



Para o Ti Manel Rebelo o pão é a medida de todas as coisas, sem ele não pode trabalhar e sem trabalho pensa que morre, ele não é homem de esquemas financeiros "especulações". de jogos de "bolsa" e outros e também não quer roubar por uma questão de honra, nunca foi armado cavaleiro como o "Robin dos Bosques", só sabe mesmo é trabalhar porque pensa e está convicto que é a única maneira de garantir o pão do dia a dia.





O Tí Manel Rebelo é um dos muitos milhões que vive mais de valores e princípios do que do pão que come.





Mas e a felicidade?





A solidariedade traduzida em solidão?





A segurança?





O futuro?





Também isto é contabilizado como variáveis da crise?





O Tí Manel Rebelo é mais um dos muitos milhões que se sente preso à sua pobreza da qual não se sente culpado, viveu uma vida de trabalho duro, para se manter vivo e enriquecer outros e eles parecem preocupados com a crise agora, sem medida económica, que saiba fazer, a não ser trabalhar com muito sofrimento, até que o descanso eterno chegue.









Na minha maneira de ver o presente com algum conhecimento da história os "Senhores do Mundo" estão a preparar a humanidade para muito sofrimento... Que me engane é o meu desejo.

As coisas boas alcansadas até hoje estão cada vez mais longe da maioria dos povos. Haver coisas boas e muito boas há mas só para uma élite muito restrita.

Este retrocesso não deve ser uma fatalidade, é preciso que não nos calemos.

Para uma reflexão complementar convido-vos a ler o amigo Arsénio Mota em Mando carta.




O provérbio: - "Com paz é que se trabalha"