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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Sócrates e Governo sem Perda de Tempo, Preparam Prendas de Natal, Cuidado!!!



Já é tradição. Há vários anos que é assim. Sempre em nome duma crise sempre actual porque constantemente actualizada, uma marca do nosso bem português Natal.
E assim já fica a crise actualizada, para 2011. 
Simplex e Crisex o progrex ireversível
http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=125&did=122555
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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Eles dançam o tango, para uma maioria de tanga


Já em 1880 era o DÉFICE o macaco das danças da tanga (macaquices, é o que é, e continuam)





Para quem tiver paciência para ler, vale a pena este artigo,  de
 Baptista Bastos


"Um dos grandes escritores portugueses, Manuel da Fonseca, costumava dizer que viver no salazarismo não só nos roubava a alegria mas, também, nos obrigava à vulgaridade de dizer mal do regime, constantemente e sem tréguas. "Não encontro nada para elogiar nesta corja", dizia.
"Corja" era uma palavra de que se servia para qualificar não só os políticos que governavam o País, como maus escritores, maus jornalistas, maus cineastas, maus artistas. Para Manuel da Fonseca um "mau" era todo aquele que se não comprometia com o seu tempo e rejeitava os testamentos legados, numa continuidade de ordem ética que explicava a razão estética.
Lembrei-me do meu velho companheiro inconformado ao ler, há dias, no "Jornal de Notícias", uma crónica de Manuel Poppe, escritor e ensaísta, que, durante anos, foi crítico literário do "Diário Popular". Trabalhei, durante vinte e três anos, naquele vespertino; e se nem sempre estive de acordo com Manuel Poppe nunca deixei de o respeitar. Ele procedia de uma linhagem crítica cujas raízes se podem, acaso, encontrar em Albert Thibaudet, nas teses da "Presença" e, decorrentemente, em João Gaspar Simões. Poppe é um homem informado, veemente e categórico, e, além disso, leitor voraz e de amplitude vária - virtudes hoje fora de moda, e que me agradam sumamente.
Na crónica no "JN", Poppe lembrava o imenso autor de "O Fogo e as Cinzas", em palavras comovidas, as quais reflectiam, afinal, o vazio em que o país cultural se encontra. Em 1958, Manuel da Fonseca publicou o seu último grande texto literário, o romance "Seara de Vento". Na edição da Caminho, o escritor adicionou importante prefácio, no qual narra as circunstâncias históricas que determinaram aquele livro, o título que era para ter ("Tempo de Lobos") e não teve, porque Aquilino Ribeiro ia lançar "Quando os Lobos Uivam", e a precedência pertencia ao grande mestre. "Eram lobos a mais", disse Manuel da Fonseca.
O regime processou Aquilino, por ofensas à magistratura, um escândalo que indignou a Europa intelectual, correu por toda a Imprensa estrangeira (por cá, nem uma linha!), e implicou abaixo-assinados com os nomes mais importantes da cultura europeia, entre os quais Mauriac e Sartre, Vittorini e Cesare Zavattini. É uma história sórdida que, por si só, devolve o retrato do regime no que ele detinha de mais revoltante.
A perseguição à inteligência nacional aniquilou o que de melhor e mais universal possuíamos. E os homens e as mulheres coagidos a viver no estrangeiro são tantos, cuja enumeração se perde na mais honesta das contagens. Conspirava-se, entrava-se na clandestinidade com o Partido Comunista, as proibições de quase tudo atingiam aspectos demenciais. O Portugal esquizofrénico, de que falou o prof. Eduardo Luís Cortesão não é uma fantasia. Ficaram-nos resíduos persistentes dessa endemia. Abrandámos, um pouco, o sufoco, logo a seguir a Abril e até Novembro de 1975. A festa era demasiado ruidosa para os ouvidos delicados dos grandes senhores. A arregimentação dos interesses captou prosélitos entre jornalistas de todos os ramos e de todas as servidões. A caça aos profissionais recalcitrantes transformou-se numa espécie de desporto sujo, no qual colaboraram alguns então esquerdistas, hoje convertidos aos meneios do "mercado" e às modas da delação.
O que tem sucedido, nos últimos dois anos e meio, suscita as mais fundas preocupações no espírito dos homens livres. E alcança níveis muito semelhantes àqueles que vivemos antes do 25 de Abril. Não tenhamos medo das equivalências: o medo está instalado, não sei por quanto tempo; o culto da denúncia estatui a precaução de se falar, de se criticar, de se comentar; o Estatuto do Jornalista é um documento perverso, que acentua o clima de receio, de temor e de vingança. O próprio facto de as leis laborais serem extremamente danosas para quem trabalha por conta de outrem introduz o sobressalto e sugere o cerco aos que se insurgem. Há casos inconcebíveis de represálias. Tal como noutros tempos ominosos.
Esta gente demonstra praticar um subhumanismo, ou uma falta absoluta de humanismo que julgávamos definitivamente arredados da sociedade portuguesa. Banalizaram a impiedade, converteram em normalidade o que é aberração. Subtraíram-nos o pouco que nos sobrava do contentamento antigo. E generalizou, em nós, o descontentamento e a angústia. Ter de dizer mal todos os dias não constitui nenhum momento feliz. Repare-se que nenhum, nem sequer um comentador português consegue descortinar uma réstia de bondade, de sensatez e de equilíbrio naquilo que este Governo tem feito e faz.
Reverto a Manuel da Fonseca e tomo de mão o conceito que aplicou, há muitos anos, para definir essa época de tristeza, de violência e de desdém. Ele e todos os seus camaradas de geração saíram da vida com o funesto desgosto de terem percebido que não havia saída. A traição exigia devoção e cega obediência. Por outro lado, a frase famosa "Roma não paga a traidores", que o procônsul Servílio Cipião proferiu, acerca dos três assassinos de Viriato, só faz sentido como lenda. A realidade é outra: os traidores são compensados. E chorudamente. Recentes exemplos ilustram a tese.
Os valores nos quais assentava a moral das relações estão liquidados. E não se vislumbra, no horizonte mais próximo do nosso mundo, a criação de outros, pelo menos tão à altura das urgências do homem de hoje, como o foram os que formaram gerações e gerações. É uma maneira de ser e de estar violentamente arredada do nosso quotidiano. O que se nos inculca é a ideia de que a "modernidade" exige uma tenaz reinterpretação da cultura, da política, do trabalho, do modo de viver. A "mobilidade" é considerada como uma verdade quase cósmica e indiscutível.
Há dias, no restaurante onde costumo almoçar às sextas-feiras, com um grupo de amigos, escritores e jornalistas, perguntei ao ministro Mário Lino:
"Então, onde é que está o socialismo?"
"Na gaveta!", exclamou, sorridente e cheio de júbilo.
Caímos na armadilha funcionalista e tecnológica que, afinal, apenas tem beneficiado o grande capital monopolista e as estratégias financeiras internacionais. Nada disto nos é dito e esclarecido. Sobretudo por uma "Esquerda", falo no P"S", bem entendido, que ajuda a cimentar o muro da "modernidade", que nos obriga a mudar de perspectiva, de vida e até de sonhos, sem nada opor em troca. Para a classe dirigente não há alternativa. Estou em crer no contrário." 
Publicado no Jornal de Negócios em 13.07.2007



Se em 2002 era o "discurso da tanga" hoje é o "discurso do tango", mas hoje também, o género já não importa, podem casar, é legal. Charles Darwin ainda vai ter que responder perante alguém, para provar, que mentiu quando disse que "evoluímos a partir dum ancestral comum" e Sigmund Freud terá que provar muita coisa também, o que sabia sobre o "complexo de Édipo", a líbido, a sublimação e o "retorno ao útero".

O Provérbio: - "A justiça é criminosa, quando cruel"

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Crise? Só se for de vómitos, pois, a coisa é mesmo nojenta.

É nojento e é publico. O que é publico, toda a gente sabe. Mas há decerto muita porcaria, que talvez por vergonha da gravidade, deve ser escondida (tipo administração publica, longe e escondida do publico, não se percebe).

Afinal com estes "prémios" o ordenado mínimo ou menos é muito bom. Agora percebe-se, porque dizem que a causa da crise é o elevado ordenado mínimo, que nos faz viver acima das nossas possibilidades.

Assim ficamos todos tranquilos e mansinhos, porque sabemos para onde vão os nossos impostos, vão para ajudar, com a nossa putativa solidariedade, estes desgraçadinhos, que realmente vivem em crise, porque só eles a conhecem. Ser solidário assim é fazer um elevado e nobre serviço nacional, só assim se pode salvar a pátria da "banca rota". Sem "Banca Rota" continuaremos uma nação feliz como temos sido até aqui.

Estes e outros desgraçadinhos (coitadinhos queixam-se tanto na TV que dá pena, estão sempre a dizer que a situação é muito má), mas estes, que ganham tão pouco, declaram ordenados de miséria, (para eles milhões são tostões) estão fartos de passar pelo trabalho duro de quem recebe uma pequena parte do que vale o seu trabalho, é por isso que responsabilizam o sortudo mas irresponsável pescador que lhe fez chegar à sua pobre mesa, aquela "lagosta suada" que lhe provocou uma careta de mau gosto por ter chegado atrasada. Coitadinhos, para sobreviverem, têm que fazer, com trabalho duro, (merecedor de pequenos prémios e tão pequenos que são) tudo o que comem e utilizam no seu dia a dia.

Realmente há quem trabalhe muito e ganhe tão pouco, mas como são boas pessoas passam a vida em tribunais e inquéritos parlamentares a ensinar como se pode viver com o pouco que ganham, só que a esmagadora maioria não aprende, é por isso que se queixam, coitadinhos.

A génese da crise tem responsáveis?! Claro que não!!! Apareceu por geração espontânea, está provado por todas as comissões de estudo e de inquérito, estudos feitos por gente confiança, especialistas na coisa. Tasse mesmo a ver não tasse? Pois, a culpa da "gripe suína" são sem sombra de qualquer dúvida, os PORCOS, já foram as VACAS, as GALINHAS, os MACACOS e outros ANIMAIS. É tudo tão lógico e justificado, "pois é muito simples" dizem eles a toda a hora...como é possível ainda haver quem duvide? Será que a verdade é absoluta?!!!!

Não sei se Charles Darwin acreditava em Deus, ou se Deus acreditava em Charles Darwing, mas devem ter conversado muito e rido muito mais, enquanto falavam de macacos.

Dois poemas de Bertold Brecht, para reflectir, ou só para ler, ou ainda somente para coisa nenhuma.

Desculpem-me a ousadia...mas será que há mais? Saberemos, o quê?

Perguntas de um Operário Letrado

Quem construiu Tebas, a das sete portas?

Nos livros vem o nome dos reis,

Mas foram os reis que transportaram as pedras?

Babilónia, tantas vezes destruída,

Quem outras tantas a reconstruiu?

Em que casas

Da Lima Dourada moravam seus obreiros?

No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde

Foram os seus pedreiros?

A grande Roma

Está cheia de arcos de triunfo.

Quem os ergueu?

Sobre quemTriunfaram os Césares?

A tão cantada Bizâncio

Só tinha palácios

Para os seus habitantes?

Até a legendária Atlântida

Na noite em que o mar a engoliu

Viu afogados gritar por seus escravos.

O jovem Alexandre conquistou as Índias

Sozinho?

César venceu os gauleses.

Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?

Quando a sua armada se afundou Filipe de EspanhaChorou.

E ninguém mais?

Frederico II ganhou a guerra dos sete anos

Quem mais a ganhou?

Em cada página uma vitória.

Quem cozinhava os festins?

Em cada década um grande homem.

Quem pagava as despesas?

Tantas histórias

Quantas perguntas


Dificuldade de governar

1-Todos os dias os ministros dizem ao povo

Como é difícil governar.

Sem os ministros

O trigo cresceria para baixo em vez de crescer para cima.

Nem um pedaço de carvão sairia das minas

Se o chanceler não fosse tão inteligente.

Sem o ministro da Propaganda

Mais nenhuma mulher poderia ficar grávida.

Sem o ministro da Guerra

Nunca mais haveria guerra.

E atrever-se ia a nascer o sol

Sem a autorização do Führer?

Não é nada provável e se o fosse

Ele nasceria por certo fora do lugar.

2-E também difícil, ao que nos é dito,

Dirigir uma fábrica.

Sem o patrão

As paredes cairiam e as máquinas encher-se-iam de ferrugem.

Se algures fizessem um arado

Ele nunca chegaria ao campo sem

As palavras avisadas do industrial aos camponeses: quem,

De outro modo, poderia falar-lhes na existência de arados?

E que

Seria da propriedade rural sem o proprietário rural?

Não há dúvida nenhuma que se semearia centeio onde já havia batatas.

3- Se governar fosse fácil

Não havia necessidade de espíritos tão esclarecidos como o do Führer.

Se o operário soubesse usar a sua máquina

E se o camponês soubesse distinguir um campo de uma forma para tortas

Não haveria necessidade de patrões nem de proprietários.

E só porque toda a gente é tão estúpida

Que há necessidade de alguns tão inteligentes.

4-Ou será que Governar só é assim tão difícil porque a exploração e a mentira

São coisas que custam a aprender?

Bertold Brecht

O Provérbio: - "A verdade existe, só se inventa a mentira"

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quarta-feira, 4 de março de 2009

Os "sumo-sacerdotes" do templo do "todo-poderoso" deus dinheiro, andam a matar pessoas


Eis o "deus" que os senhores do mundo "sacerdotes do templo" adoram sem limites, causando enormes sofrimentos a todos os outros. Esta ignominiosa exploração humana e dos recursos naturais, a continuar atingirá o limite...


No dia em que se comer o último peixe, o último bocado de carne, o último vegetal, no dia em que se beber o último copo de água fresca e potável, no dia em que se respirar a última molécula de ar puro. Só nesse dia os "sumo-sacerdotes do templo do deus dinheiro" reconhecerão que o seu deus não é um deus vivificante. Nesse dia restará somente eles (sobrevivem sempre após as desgraças e catástrofes) e o seu deus, será precisamente nesse dia em que tudo foi o "último" que...


Então o Homem em agonia verifica que não pode beber e comer o dinheiro.


Terá que ser reeditada uma história antiga, expulsar do templo, os agiotas, especuladores, ladrões e assassinos, é preciso expulsar a "chicote" os "sumo-sacerdotes do templo do dinheiro", porque eles andam a matar pessoas, são criminosos assassinos, vestidos de alvas e puras túnicas de anjos celestiais.
Adenda de 6 de Março - Relacionada com o dinheiro veja a interessante crónica de Arsénio Mota "Venha alguém explicar ao povo ".

Os provérbios: - "O dinheiro tem aniquilado mais almas do que o ferro corpos" e "Quem duvida não se engana"

sábado, 20 de dezembro de 2008

Há quem queira roubar-nos o Natal

É do conhecimento geral que uns senhores, muito bem parecidos, sempre de gravata e colarinho branco, com discurso eloquente, tidos como muito sérios, honestos e competentes, mas de coração, alma e moral negras como breu, (autenticos "buracos negros, que tudo absorvem). Têm andado a roubar o "pai natal", as suas "unidades de produção" e principalmente os seus "duendes" e força de trabalho, em suma ladrões que deixaram o "pai natal" de milhões de pessoas no mundo, neste estado.

Mas não roubaram aquilo que de certeza não têm e também não lhes interessa ter, porque para eles não tem valor (não está cotado nas bolsas) como por exemplo a Solidariedade, Fraternidade e Amor.

São estes valores que não roubaram, porque estão fora do negócio financeiro e são inalienáveis e por natureza insusceptíveis de apropriação individual, que nós os espoliados, devemos multiplicar e distribuir para que tenhamos o Natal que esses "senhores" nunca terão.

Um NATAL em todos os dias, cheio de Fraternidade, Solidariedade e Amor

são os meus votos, a todos os que por aqui passarem.

O Provérbio: - " A quem corre uma noite fria para me encontrar, muito amor tenho que lhe dar."

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terça-feira, 15 de julho de 2008

Século XXI estamos a progredir ou pelo contrário?

O Dr. Vítor Constâncio (já foi ministro de qualquer coisa) vem-nos dizer que a crise que atravessamos pode ser idêntica há que se viveu a seguir à segunda guerra mundial, ao contrário do que disse antes, ele é Doutor sabe.





Perguntas para reflexão:





Quem controlou a economia deste país "Portugal" para a deixar neste estado de progresso?







Para distribuir responsabilidades, não a querem, costumam dizer, "somos todos responsáveis", será assim?





Teriam sido os mesmos especialistas que agora se mostram preocupados?





Porque não ouvem há décadas quem conhece a situação em cada momento, onde estiveram as universidades e o seu saber bem fazer?





Pela primeira vez ouvimos dizer que centenas de famílias estão a entregar no tribunal processos de insolvência, falência, isto é progresso?





Somos o país da zona Euro que se vê ultrapassado constantemente no que é bom e ultrapassa todos no que é mau, isto é progresso?





A maioria continua a fazer o que sempre fez, produzir riqueza com o seu trabalho, produzem para quem? Se cada vez estão mais pobres, apesar da riqueza que produzem?





O Dr. Bruto da Costa falou sobre a pobreza dos que trabalham, será que os que decidem sobre quem pode ser rico ou pobre, é sensível ao que ele diz?





A guerra no Afeganistão e no Iraque quanta riqueza destruíram, quanto sofrimento produziu e quanto custou à humanidade?





Veja algumas respostas sobre os custos, decerto valores por defeito.





Iraque, esta guerra foi apoiada por quem dirigia o país (Durão Barroso à frente) a maioria dos povos repudiou-a.





Há muitas mais respostas





http://paremomundo.com/2008/06/22/custos-da-guerra-no-iraque-em-video/





http://www.boston.com/news/world/middleeast/articles/2006/09/28/cost_of_iraq_war_nearly_2b_a_week/





Já se disse que a guerra no Afganistão e Iraque, já ultrapassou em custos a 2.ª Guerra Mundial, não haverá nenhuma relação destas guerras recentes com a crise actual?





Os estudiosos não tinham previsto isto? Ninguém os quis ouvir?











Será que queremos uma próxima guerra com o Irão?





Será que o perigo para humanidade é a bomba atómica que os países alinhados com os EUA, com a China e com a Rússia e quase todos têm a bomba atómica e a tecnologia para a produzirem, fornecida por quém? Mas fazem guerra aos países que dizem ter essas armas e depois vêm dizer que foram mal informados? E sabiam que não tinham ou não têm a tecnologia necessária á produção de tais armas, não estamos a falar de rodas pedaleiras, bicicletas ou mesmo motores de reacção, turbinas.






Porque será que o preço do petróleo aumenta loucamente?





Não será um acto de terrorista, para não dar descanso ao ocidente, como disse aquele, que o Bush disse que ia apanhar, um tal Laden, mas ainda não o apanhou e porquê?





Pensem no nosso progresso, porquê três dias de camionistas sem trabalhr quase param o país? Faz pensar em segurança, não faz? Se fosse um mês de paralização de transportes?





Porquê seis meses com o petróleo a aumentar de preço cria esta crise idêntica à que foi provocada pela guerra que destruiu a Europa nos anos quarenta?





Que raio de progresso é este, não temos os entrepostos criados nos anos oitenta cheios de bens para aguentar uma crise? Onde estão os celeiros do país? Os frigoríficos e armazéns?





Uma coisa é certa o homem não mente e diz passei a minha vida a trabalhar, parece-me que não tenho culpa disto, eu nem sequer sei ler... agora lê o Gandarês, é o Ti Manel Rebelo.



Para o Ti Manel Rebelo o pão é a medida de todas as coisas, sem ele não pode trabalhar e sem trabalho pensa que morre, ele não é homem de esquemas financeiros "especulações". de jogos de "bolsa" e outros e também não quer roubar por uma questão de honra, nunca foi armado cavaleiro como o "Robin dos Bosques", só sabe mesmo é trabalhar porque pensa e está convicto que é a única maneira de garantir o pão do dia a dia.





O Tí Manel Rebelo é um dos muitos milhões que vive mais de valores e princípios do que do pão que come.





Mas e a felicidade?





A solidariedade traduzida em solidão?





A segurança?





O futuro?





Também isto é contabilizado como variáveis da crise?





O Tí Manel Rebelo é mais um dos muitos milhões que se sente preso à sua pobreza da qual não se sente culpado, viveu uma vida de trabalho duro, para se manter vivo e enriquecer outros e eles parecem preocupados com a crise agora, sem medida económica, que saiba fazer, a não ser trabalhar com muito sofrimento, até que o descanso eterno chegue.









Na minha maneira de ver o presente com algum conhecimento da história os "Senhores do Mundo" estão a preparar a humanidade para muito sofrimento... Que me engane é o meu desejo.

As coisas boas alcansadas até hoje estão cada vez mais longe da maioria dos povos. Haver coisas boas e muito boas há mas só para uma élite muito restrita.

Este retrocesso não deve ser uma fatalidade, é preciso que não nos calemos.

Para uma reflexão complementar convido-vos a ler o amigo Arsénio Mota em Mando carta.




O provérbio: - "Com paz é que se trabalha"