No ano passado (2007) uma patrulha da GNR (SEPNA?)vem à fala com um, cidadão do Zambujal (pessoa de bem) e pergunta:
- O senhor demoliu uma casa e depositou o entulho numa pedreira?
- Sim (responde o cidadão)
- A pedreira é sua? (pergunta a GNR)
- Não, mas estou em negociações com o proprietário para adquiri-la. ( responde o cidadão)
- Então o senhor tem que retirar o entulho que pôs na pedreira. (determina a GNR)
- Mas eu não sei qual é o meu. (diz o cidadão)
- Porque é que não sabe?!... ( pergunta a GNR admirada)
- Porque não sei distinguir o meu entulho daquele que a INOVA lá colocou. (Respondeu o cidadão)
- Mas a INOVA (lembrem-se que é uma empresa municipal, sob responsabilidade da CMC) só lá pôs terra e pedra. ( diz a GNR com resposta pronta. Sabia da Inova?)
- Se a INOVA só levou para o mesmo local (pedreira, sabemos qual é, há muitas na zona) terra e pedra, eu levei pedra e terra!...
(retorquiu o cidadão da aldeia do Zambujal, concelho de Cantanhede onde tudo se passou)
E parece que por aqui ficou a conversa...

A demolição da casa.

A pedreira onde a INOVA e o cidadão do Zambujal depositaram os entulhos.
Esta pedreira fica na chamada "gandara, coutadas".
O provérbio: - "A lei deve ser como a morte: não exceptuar ninguém."



