Mostrar mensagens com a etiqueta não têm volta. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta não têm volta. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 17 de março de 2008

A floresta do futuro cartografado? 3.º Passo

O 3.º dos quatro passos para se ter uma frondosa floresta autóctone

O terreno é deixado secretamente a repousar não vá algum humano interromper todo o processo, que deve continuar secreto, sob pena de grandes prejuízos naturais.




A “mãe natureza”, após a correcta preparação do terreno, naturalmente fértil devido à quantidade de excrementos deixados pelos caracóis (ammonites) há mais de cem milhões de anos, e seus corpos, como se pode ver nas fotos seguintes, espera em segredo, como se nada fosse. A CMC sabe?
"Os peregrinos (e o seu gado) parados na orla da floresta, onde o cascalho dos fósseis miudos é mais denso. Não se aventuram entre as árvores."... (Carlos de Oliveira in Finisterra)


A prova evidente, da fertilidade destes terrenos, é, como se pode ver nestas fotos. A presença desta enorme quantidade de matéria orgânica, de boa qualidade senão não durava os mais de 140 milhões de anos, que faz inveja ao "Museu da Pedra", tão necessária ao saudável desenvolvimento da futura floresta autóctone, estes "gastrópodes", ammonites, são a garantia da manutenção dum ecossistema, essencial à sustentabilidade económica da mais que certa floresta autóctone. Cartografável, isto é, posta em carta.




Segue-se o passo seguinte, o 4º. Como ninguém reparou ou se intrometeu no processo a "mãe natureza" aguarda que espontaneamente e com rapidez surjam as autóctones plantas que irão no futuro formar a almejada floresta frondosa e cartografável.
O provérbio: - "A palavra e a pedra solta, não têm volta."