Dos espinhos da rosa ou silva se fazem coroas sacrificiais. Poucos recebem as rosas.

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O Provérbio: - "A ferro quente, malhar de repente"
(Sting) Pequenos atentados ao património ambiental, paleontológico e comunal que poderiam ser facilmente resolvidos, não fosse o desprezo das autarquias, deixando-se que estes "pequenos delitos" se somem dando como resultado grandes e graves problemas que contribuem para o desrespeito e falta de solidariedade com as gerações futuras. “Ferroada" pretende denunciar o que acontece contra o ambiente e ordenamento do território no Zambujal - Cantanhede. (agir localmente recomenda a AGENDA21).Vida

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O Provérbio: - "A ferro quente, malhar de repente"
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Entre lixo comum, encontravam-se na referida saibreira, muitos metros cúbicos de placas de alcatrão, resultantes de obras nas vias públicas, (reparações a rede de abastecimento de água?), parece evidente que este tipo de resíduos perigosos não foram ali colocados por particulares, mas sim por quem intervém nas obras da via pública a CMC através da sua empresa INOVA.
Por isso é inacreditável, que a Câmara Municipal de Cantanhede, em vez de aplicar o seu próprio regulamento do ambiente, celebre um protocolo ou contrato programa com a entidade que parece ser a poluidora, atribuindo-lhe uma verba de 17.576,36 € para removerem aqueles resíduos, os 36 cêntimos daquela verba parecem querer dar a ideia que os estudo foi completo e pormenorizado, competente. Foi feito o mesmo para se saber da origem e produtores dos resíduos? Existe oposição a estes casos?
Repare-se na designação da INOVA-EM, foi alterada, é um pequeno e "inocente" passo em que sentido?




Depois do suposto cumprimento, do contrato/programa, que previa a remoção dos resíduos colocados na saibreira a INOV e CMC colocaram no local um cartaz a proibir a deposição de lixo, cuja coima aplicável pode ir até 4030 €.
Então não é que colocaram mais alcatrão no local que até se encontra vedado com malha sol? Estará à vista novo contrato/programa de remoção (auto financiamento ou lavagem de "lixo"?
Pedem colaboração no cartaz, será para seguirem o exemplo da INOVA?
Quanto à dita remoção parece que esta não foi muito deficiente, a avaliar pelas placas de alcatrão que se vêm espalhadas pelo locar podem indiciar que o restante está ali enterrado, como já aconteceu noutros lugares, como na Coutada com os resíduos de alcatrão, resultantes das obras da Câmara para o saneamento na Taboeira e não fica por aqui.

Também aqui "Balastreira" e em território da CMMV (40º 17´ 53´´ N; 8º 38´24´´W) os resíduos de alcatrão das obras do saneamento do Casal-Cadima serviram para esconder centenas de pneus.
Também no Zambujal, foram depositados em Reserva Ecológica Nacional, milhares de metros cúbicos de resíduos com alcatrão, produzidos nas obras de saneamento da CMC sem nunca serem removidos.
Questiono a Câmara Municipal de Cantanhede se estas más práticas ambientais, fortalecem a autoridade da Câmara na aplicação dos seus regulamentos ambientais e outras normas legais, pelos seus munícipes. Questiono ainda onde está a moral para se exigirem taxas de lixo mesmo que não seja produzido. Pessoalmente penso que o que se passa, com esta promíscuo, imoral e muito injusto, o ambiente é um bem propriedade de todos e ninguém deve ser beneficiado pela destruição do mesmo. Há aterros onde estes resíduos de alcatrão são tratados convenientemente, mas ao que tudo indica a INOVA da CMC ganha reduzindo nos gastos de transporte, ficam logo ali e ainda ganha com a sua remoção quando há denuncias como no caso da saibreira das Arrôtas. Parece-me vergonhoso num Município galardoado com prémios de boas Práticas ambientais.

As placas de alcatrão, que aparecem nos locais referidos e noutros, dificilmente se confundem com lixos domésticos ou aparas de jardim, de pessoas particulares.
Que raio de colaboração pedem com estes exemplos? Colocam as placas e são os primeiros a não respeitarem o que dizem. No Zambujal aconteceu o mesmo.
Não queremos de modo algum ser cumplices e pagador destas práticas a que somos alheios.
O Provérbio: - "A lei deve ser como a morte: não exceptuar ninguém"
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No passado dia 12 de Janeiro a Junta de Freguesia de Cadima, localizou e expôs a rotura da conduta e desmontou parte do fontanário. Segundo nos foi dito, aproveita-se esta reparação para beneficiar o fontanário subindo o seu piso até ao nível da estrada, pois a estrada subiu de nível e a fonte ficou mais baixa, tornando esta uma espécie de tanque, onde se acumula água com transtorno para os seus utilizadores.
Esperamos que as obras melhorem esta fonte e que sejam rápidas. As fontes e nascentes merecem o máximo de atenção, porque são um bem público de extrema importância. Desde esta primeira intervenção no dia 12 de Janeiro não houve qualquer desenvolvimento.
O Provérbio: - "A erva má cresce depressa"
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No entanto foi implementada mais uma “taxa de disponibilidade” recolha de lixo, será o tal filão de extorsão de dinheiro aos munícipes? Será dupla tributação? A taxa sobre lixo, indexada ao consumo de água não inclui no seu cálculo um parâmetro sobre os custos da recolha?
De referir que a adutora de abastecimento de água ao Zambujal está degradada, velha e é de fibrocimento que incorpora amianto, substância proibida e perigosa.
Para quando a substituição desta adutora que não cumpre as normas relacionadas com a saúde pública? Não são exigíveis serviços de qualidade, na proporção dos seus custos.
Lembramos mais uma vez que CMC dona da obra de saneamento do Zambujal que produziu resíduos (alcatrão) depositados na REN e área do aquífero da Bairrada, sem que nunca os tivesse retirado como lhe competia fazendo-se merecedora dos prémios ambientais de que tanto se orgulha.Coerências?
Alteração ao regulamento municipal
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