quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Praia da Tocha no Outono em dia de frio
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domingo, 2 de novembro de 2008
Linha de Alta Tensão 400Kv - Paraimo - Lares - Lavos
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"Os meus comentários na blogosfera na última semana"
Caro Delgado
É verdade, todos o sabemos basta ver a comunicação social, que numa grande parte das autarquias, actualmente impera o compadrio, os favores políticos e outros, em prejuízo das populações. Na área do ambiente é o que se vê por todo o lado e sabemos que os grandes problemas ambientais resultam do somatório dos (pequenos?) delitos locais, tantas vezes perpetrados pelas próprias autarquias que se arrogam hipocritamente de serem exemplares nas boas práticas ambientais, recebendo por essas mentiras prémios que lhes são outorgados e oferecidos, só não sabemos se comprados mas sabemos que essas boas práticas ambientais ao arrepio da "Agenda 21" custam e vão custar muito mais às actuais gerações e ás vindouras. Uma descarada vergonha que provoca o riso dos protagonistas, perante a denuncia de tais actos criminosos.
Ao contrário de outros tempos as populações cada vez confiam menos nas autarquias que trocaram o serviço público a que estão obrigados pelo serviço privado a alguns, que os tribunais nalguns casos têm condenado.
Um abraço
Carlos Rebola
""Os meus comentários na blogosfera na última semana""
Caro Carlos Gil
Parece que determinadas condições, penso que ter poder é uma delas, fazem surgir comportamentos que há muito estavam esquecidos, talvez estivessem simplesmente sublimados.
Regresso às verdadeiras origens... há um ditado pela sabedoria popular que reza assim “se queres conhecer o vilão, põe-lhe um pau (cajado) na mão” há circunstâncias que o confirmam…
Um abraço
Carlos Rebola
"AVISÁ-LOS -EI"
É preciso brincar e galhofar com a maldita morte ou "barqueiro", que leva tudo tão a sério, inflexível, sem dó nem piedade, só assim, ela que não gosta de brincadeiras se afastará, até o dia, que é certo, em que perde a seriedade e entra na brincadeira, quantas vezes sem avisar. O fado é lindo e tranquiliza qualquer mortal.
Um abraço
Carlos Rebola
Sem título
Sentido de oportunidade.
Mesmo perante a morte, porque ao contrário do carteiro a ratoeira não bate duas vezes.
Abraço
Carlos Rebola
""Debandada geral dos professores""
Amigo José Vieira
Com tantos professores a abandonar uma carreira que decerto escolheram seguir por se sentirem vocacionados para ensinar. Com conselhos directivos, a demitirem-se em bloco, devido á violência escolar, como aconteceu em Beja. Com avaliações de professores que ameaçam paralisar a própria acção de ensinar. Com avaliações de alunos, direccionadas exclusivamente para altear estatísticas, de modo a que se tornem, mais favoráveis, criando uma falsa imagem do ensino...
A escola e o ensino em Portugal necessitam urgentemente de retornar às suas funções de educar e formar, devolvendo a autoridade e dignidade aos seus agentes principais, os professores... estes não podem ser, nunca, agentes do poder, seja ele qual for.
Algo está muito mal, quem tem poder de decisão tem que estar atento aos sinais e tem o dever de actuar, se o não faz deve por questões de interesse nacional abandonar o cargo, o país não pode pactuar com incompetências na área vital da educação. Já não se pode esconder o problema ele está aí e é público... As soluções estão com aqueles que no terreno sentem no dia a dia o que deveria mudar e como, basta ouvi-los.
Um abraço
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
São
É natural e humano, que as pessoas sofram com o sofrer de outros seres, compreendo e também sou assim, porque o acto em si, de matar o porco, não é um quadro que agrade a quem quer que seja, as pessoas mais sensíveis não suportam assistir como é o caso da São, o que revela a sua capacidade de sentir o sofrimento alheio, o que é de muito louvar.
Mas, matar o porco, resultava duma necessidade vital das famílias do mundo rural, a festa não resultava ou festejava, a morte do porco propriamente dita, festejava sim, estou convicto, a própria provisão de alimento que daí resultava, estava garantida a sobrevivência da família, longe do espectro da fome por mais um ano. E esta alegria e alimento eram partilhados por todos.
Beijos
Carlos Rebola
"A DEUSES, SANTOS E AFINS..."
Sendo Fernando Pessoa um poeta universal, penso que ele, coloca na sua poesia, também, os desejos, grandezas e misérias, universais do Homem.
Ler Pessoa é como tornarmo-nos astrónomos do humano, descobrindo de cada vez, que o lemos, mais uma centelha no infinito universo humano, que inclui todos os deuses...precisamente por ser infinito!
Obrigado
Beijos
Carlos Rebola
A conexão dos aspectos
Amigo Arsénio Mota
Se aqueles (muitos) que tinham pouco, estão a perder esse pouco que tinham e aqueles (poucos) que já tinham muito continuam a ter cada vez mais. Que os "intelectuais" não nos venham com complicadas contas e teorias, porque as contas e a prática estão bem de ver. Há uma minoria que está a explorar desumanamente os que trabalham, roubando-lhes quase na totalidade a "mais valia" que introduzem naquilo que produzem. Descaradamente já dizem à boca cheia que é necessário melhorar o capitalismo, isto é melhorar os métodos de exploração de quem tem unicamente a sua "força de trabalho", dizem-no sem vergonha, também aqueles que se dizem socialistas, qual foi a sua cartilha do socialismo, base da sua formação? É preciso perguntar-lhes. Deve ser reflectido sem paixões, o facto de muitos dos novos pobres terem um emprego, têm trabalho, que os faz cada vez mais pobres, como é possível esta contradição, quando apregoam que o trabalho é o único meio para melhorar as condições de vida, de quem afinal? Parece não ser a vida de quem cumpre diariamente a sua jorna, de marmita na mão cada vez mais vazia.
Não admira, gostei da analogia, que as ruas, as cidades o país, pareça uma boca envelhecida da qual caiem os dentes (forças vivas da economia).
As casas de luxo cada vez se vendem melhor, em tempo de crise que dizem afectar todos (uma ova!), será porque o sistema é justo ou precisa de ser alterado? E segundo parece “ainda a procissão vai no adro”.
Um abraço
Carlos Rebola
Pela minha rica saúde
Está bem de ver, que "beber para esquecer" era mito, a ciência finalmente vem confirmar o contrário. Beber vinho (tinto) evita o "Alzheimer".
Mas cuidado com a sua origem, tem que ser “DOC”, pois esse néctar dos deuses que faz milagres, já correu em abundância na "Vala da Varziela", é caso para dizer "viva Cristo" por te abençoado esta terra, pois repetiu por cá as "bodas de Canã" com novos métodos de produção, muito mais rentáveis, abençoado vinho tinto (ou será que foi o “Botas” que desceu à terra?). Pode-se andar torcido mas não é do reumatismo. É pelas suas inauditas características que o tinto está cada vez mais caro nas "Barmácias"... Nada melhor que um bom copo de vinho por cada problema que se quer prevenir, qual SNS qual quê, tinto… tinto. Parece que “Ele” voltou, convocado pela força da razão que tinha e é solução… da santa tomba dão.
Um abraço
Carlos Rebola
"Amanecer de otoño"
Júlia
O fascínio dos rios é grande, são como artérias que irrigam de vida a terra. A foto mostra uma tranquilidade azul contagiante, é bela.
O poema, lindo, recordou-me as "viagens da minha terra" de Garrett, na descrição do Tejo e suas lezírias do vale de Santarém.
Obrigado
Beijos
Carlos Rebola
"Mamãezinha"
"Mamãezinha" contou a história da sua vida de trabalhos, sofrimentos e canseiras, que o poema repetiu na poesia das palavras que "nenen" viu...
Bonita homenagem
Beijos
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo José Torres
A agonia de qualquer animal é sempre incómoda aos sentimentos de um ser humano, penso que é devido à nossa capacidade de podermos avaliar a situação como que se fossemos nós a vitima e sofremos. O porco deveria ser sangrado e morrer rapidamente isto dependia da perícia do matador de porcos, na aldeia havia sempre mais que um, eram pessoas que conheciam empiricamente a anatomia do animal e dum só golpe cortavam a aorta junto ao coração o que provocava uma morte rápida ao animal, quando o animal estava mais tempo que o “normal” para morrer o “picador” era censurado e admoestado.
Amigo por questões culturais, religiosas, gulodice, ou por pura sobrevivência, o Homem, ser omnívoro, em todas as latitudes come animais, o cão é comido no oriente, há quem coma canguru, macacos, ratazanas (Biafra), caracóis, insectos e larvas, gato (África), tartaruga, crocodilo, cobra, ouriço cacheiro, lagosta, burro, cavalo, faisão, cordeiro, etc. Os chineses dizem que tudo o que a terra e o mar produzem, é bom para comer e eles fazem-no. Também há os vegetarianos, que mesmo não querendo, ingerem, microrganismos do reino animal através dos próprios vegetais, água e ar. Possivelmente ao aprofundar esta questão, acabaríamos, numa discussão “filosófica”, não pouco interessante.
Voltando ainda à questão do sofrimento do animal (porco), “sentimo-lo” como humanos, não sei realmente se os meus sentimentos e neste caso avaliação e racionalização do sofrimento coincidem com os do porco. Mas uma coisa tenho certa, o que realmente me parece muito mais bárbaro e envergonha qualquer ser humano, é o sofrimento provocado aos nossos semelhantes pelo próprio homem, aí é possível avaliar o que sofrem, Mulheres, homens e crianças esventradas e ainda vivas, vítimas duma bomba que lhes jogaram em cima da casa, crianças vivas queimadas por “napalm”, pessoas humanas que vivem o resto da vida agonizando, pelos efeitos da barbárie humana nas guerras e crimes violentos. (Vi num filme real um pai com metade da filha ao colo, a outra metade desaparecera com a explosão da “mina pessoal”, a gritar desesperadamente a gritar que lhe salvassem a menina, isto passou-se em Angola)
Esta é que deve considerada a grande vergonha da humanidade no seu aspecto mais bárbaro.
Amigo José Torres espero que continue a degustar, uns bons rojões, umas boas fatias de presunto e tudo o mais que gosta, não deixe morrer esse apetite.
Um grande abraço e obrigado
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Carla
Nos meios rurais do interior, as famílias menos remediadas e não só, que sobrevivem da agropecuária, a matança do porco ainda se mantém, ainda que em moldes e métodos ligeiramente diferentes, mas continua a ser uma festa.
Também há grupos folclóricos e etnográficos que estão a recriar esta tradição.
Beijos
Carlos Rebola
"DIVERSOS DIVERSIFICADOS"
Amigo José Torres
Com todos estes avanços científicos, em torno da vida tornando-a artificial, o mundo humano, romântico, mágico e misterioso está a caminho da sua morte, ficando insonso, sem Vida e sem graça.
Se a "barraca já abana" oxalá não venha a arder...
Penso que o pecado não existe, mas também penso, que, o Homem querer substituir-se à Natureza geradora de vida, está a criar o pecado, esse sim, pode ser mortal. Deixem os monstros viver no mundo da ficção, não os tornem reais, já bastam os laboratórios de engenharia genética, farmacêuticos, de biomédica, etc. nos quais as cobaias são animais… apesar de estarem ao serviço da ciência para melhorar as condições de vida de quem corre o risco ou sofre, de doenças que necessitam de ser curadas ou prevenidas… A ciência ao serviço da natureza está certo, competir com ela já não me parece tão certo, porque penso que perderá a guerra.
Quanto ao preservativo feminino, também me parece desengraçado.
Um abraço
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Adélia
No Zambujal e nos Fornos ainda se matam porcos. Mas a "matança" perdeu todo o ritual (festa) familiar de antigamente. Hoje é tudo mais prático "apressado", em duas ou três horas está tudo pronto.
O animal é criado, exclusivamente com "rações", intensivamente, contra-se alguém que mata, trata e "desmancha" o porco e passadas poucas horas, pagas ao contratado, a carne já está na arca frigorífica, hoje a salga está fora de questão por não ser recomendado, o excesso de sal é nefasto, mas também o método de produção da carne torna-a muito mais sujeita à putrefacção rápida mesmo em salmoura, é o que se verifica, a carne já não é o que era, com excepção daquela que raramente ainda é criada pelos meios tradicionais.
Quando vens até cá para veres o que mudou na nossa terra? Ela continua linda.
Beijos
Carlos Rebola
Esperar sentado O poder da oração, enaltecido em ... Esperar sentado O poder da oração, enaltecido em ...
Amigo Táxi Pluvioso
Penso que se a oração, (reza), aos deuses e santos resultasse:
- Já não havia guerra no mundo, há milhares de anos que nas orações pedem paz...
_ Já não haviam doenças, há milhares de anos que pedem saúde...
- Já não havia criminalidade, há milhares de anos que pedem que o Homem se torne bom e fraterno...
- Já não havia fome, há milhares de anos que pedem abundância...
- Já não havia... nada de ruim...
"os deuses estão loucos?" ou estarão surdos ou ... estão em guerra pela disputa de tantos altares e igrejas no mundo, a maioria na terra do tio sam?
Vivemos num mundo de especulação em todas as áreas além da financeira, um mundo no qual o que é não é, ai daquele ou daquela que diz que aquilo que é, é ou que foi, logo vêm os maquilhadores da verdade, usando anéis tipo da "pureza" para alienar o património dos reais valores.
E assim prospera o negócio dos "anéis da pureza" das rezas e oratórias mistificadoras travestidas de esclarecedoras.
Adorar e pagar tributo aos deuses é o que está a dar. Trocas comerciais em balança muito desequilibrada.
Nesta corrida, continuo a ouvir com prazer “From the New World” de Antonín Dvořák sob a batuta de Leonard Bernstein.
Obrigado
Um abraço
Carlos Rebola
"Cores de Outono"
Júlia
Até parece, que a natureza está a querer anunciar o frio que aí vem, vestindo-se de cores quentes, algumas, como a desta bonita parra virgem, vestida de fogo, a lembrar a fogueira das lareiras "borralhos" junto das quais aquecemos o corpo e a "alma" ao calor do fogo, das conversas e das histórias...
Beijos
Carlos Rebola
"RENASCER !..."
Só mesmo, a beleza feérica duma Ilha como a de São Miguel, eternamente abraçada e beijada pelo Mar, é capaz de engravidar a alma e o coração, de gente, que olha com a alma toda, como a Fernanda, para que nasçam e renasçam, assim sonetos tão belos como este... O poema é a consagração do das fotos, lindas, mostram a fertilidade do sítio em tons de verde, ouro e azul, ali onde:
“Até mesmo o silêncio já cantouem sentidos acordes de emoções.”
Beijos
Carlos Rebola
Sem título
... Tais como, o transporte que queríamos apanhar, a vida que desejámos viver, o silêncio sobre o grito, o tempo sobre a oportunidade, a batata quente para a nossa mão...e as multas de estacionamento!
Abraço
Carlos Rebola
"...mai nada!!!"
É o que se pode chamar uma lição de lógica económica financeira com a qualidade humorística de Ricardo Araújo Pereira. Neste caso o humor é bem negro, para todos nós. Também pode ser visto de outro modo "o governo como é seu dever, só está, a garantir o grande sucesso das empresas portuguesas" coitadas estes bancos estão em situação aflitiva, enganaram-nos com dinheiro que não existia, o governo tratou de tornar real esses dinheiro, o tal que provoca "bolhas", uma questão dermatológica, resolvida com esta operação plástica.
Abraço
Carlos Rebola
- Em terra de cegos, quem tem um olho vê cada cois...
Mais vale ver aquilo que não gostamos reagindo, mesmo só com um olho, a ser cego ou pior não querer ver... e ficar quietinho, assobiando para o lado.
Abraço
Carlos Rebola
Sem título
Existem muitos milhões "supostamente" com idêntico problema de memória...
Abraço
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo Jorge Guerra
A matança do porco que durava um dia inteiro era realmente uma festa familiar que mantinha e até reforçava os laços fraternos da própria família e era também um motivo para a partilha. Algumas destas fotos são dos anos 40/50 e são bons testemunhos daquela época.
O convívio na ACRZ foi do agrado de todos e foi uma tarde fraternal e animada.
Obrigado
Um abraço
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo Arsénio Mota
Fico muito agradecido pelas suas sugestões.
Estou a pensar como divulgar esses trabalhos que refere.
Para já talvez um blog temático, dedicado, seria o mais imediato, parece-me. Sugere algum título para esse blog? Ficaria muito contente se recebesse sugestões.
Sinto-me honrado pela sua apreciação o que me motiva.
Obrigado
Um abraço cordial
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Fernandinha
Fico contente por lhe ter recordado coisas boas da infância.
A nossa meninice guarda maravilhosas recordações que precisam ser refrescadas, para nos rejuvenescer, segundo o ditado que diz "recordar é viver"...
Obrigado
Beijos
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Amigo Táxi Pluvioso
Realmente quando, num passado recente, nos intoxicaram com informação, contra os trajes de outros povos, (forma mesquinha de criar ódios e justificar guerras), como o uso de lenço e burca, pensei como esquecemos rapidamente as nossas imagens ao espelho do nosso vestir, ainda pertencemos a um povo que vê senhoras bem vestidas no mato em cima de azinheiras, a mesma árvore onde na terra do nome da filha de Maomé, já se enforcou gente, facto que se mantém em segredo pelos que alimentam ódios contra povos não muito diferentes do nosso, também têm a sua cultura, por sinal multimilenar.
Um abraço
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Júlia
É certo a sua frase "longe da vista, longe da sensibilidade", não sabemos ao certo como foi criado, manuseado, morto e tratado o animal que aprece nas luminosas (com luz vermelha para iludir o aspecto da carne) vitrinas em forma de bonitos bifes. Já tive a oportunidade de ver denuncias em filmes, nos quais são bem mais bárbaros os métodos de tratamento e morte dos animais, aí tudo bem o carrasco não é conhecido e cumpre a sua função.
A nossa sociedade modernizou-se e muito nos últimos 60 anos e a própria maneira de vestir reflecte isso e comprova-o.
Obrigado
Beijos
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Graça Mello
Realmente eram horríveis aqueles guinchos, tão agudos e estridentes, que feriam os ouvidos e até a "alma", mas era um mal que não se sabia evitar.
Obrigado pela visita
Beijos
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Caro Vitor Ramlho
A comida boa, confeccionada com os produtos naturais (hoje chamam-lhe biológicos, o que não se entende, se querem demarcar de outros) de antigamente é difícil hoje em dia, a comida de plástico está a tornar-se uma autentica porcaria e pode vir a ser um grave problema de saúde pública, a questão das "vacas loucas" foi, parece-me um aviso para ter em conta.
A co-incineração está na mesma linha de atentados quase sistemáticos à saúde pública, é preciso com conhecimento e consciência denunciá-la e evitá-la, existem outra alternativas muito menos perigosas, é verdade que são mais caras, mas as populações merecem-no.
Obrigado
Abraço
Carlos Rebola
""Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I"
Fotógrafa
Obrigado pela visita e pelas palvras bonitas.
Beijos
Carlos Rebola
O Prrovérbio: - "As palavras voam e os escritos ficam"
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
"Matança do porco" era festa familiar que antigamente reforçava os laços de coesão da família.A carne do porco era sustento das famílias para um ano.I
Nas aldeias rurais, a criação dum porco para matar, era vital para o sustento da família.A matança do porco aqui no Zambujal era tão importante que se pode dizer que constituía uma festa, na qual participava toda a família com seus núcleos independentes da casa (família) mãe e por vezes vizinhos também eram convidados.


Era rara a família que tivesse nos currais um ou dois porcos, só os extremamente pobres o não faziam por total ausência de posses. Quase sempre um era criado para dar carne que seria consumida durante um ano, uma porca “criadeira” criava ninhadas de leitões que eram vendidos na feira do gado para se arranjar alguns tostões. Em ocasiões muito especiais, por exemplo nos casamentos lá se assava um leitão. Mas o porco criado com o Rolão do trigo ou milho (o que sobrava da farinha ao ser peneirada) e com os restos da cozinha, “lavagem”, não era raro cozer batatas e peles, nabos e outras hortaliças em grandes panelas de ferro (20 litros), no fim do Verão e no Outono o porco era engordado com figos. O porco era morto em Novembro Dezembro, no tempo frio para que as carnes não se estragassem. A matança do porco durava um dia, todo.

A seguir ao café os homens vão para o pátio “curral” onde já se encontra um carro de bois, “aparelhado” com os caniços e dois fueiros “fogueiros”, um atrás e outro á frente do lado do cabeçalho e chegou a hora de agarrar o porco, a dificuldade desta operação é directamente proporcional ao tamanho do porco e da sua braveza, o animal é colocado em cima do carro de bois e o focinho é amarrado com um barbante ao cabeçalho enquanto as patas são amarradas aos fueiros “fogueiros” o porco é sangrado para o alguidar seguro por uma mulher para as morcelas, enquanto mistura com uma colher de pau o sangue no vinho para que não coalhe, enquanto outra mulher apara uma parte do sangue para uma taça de barro “palhão” este sangue da taça depois de coalhado, vai a cozer ao lume com água e sal, está sangrado e morto o porco, aqui a perícia do “matador” era essencial e também a forma como o porco morria era motivo de comentários e julgamentos que determinavam os piores e melhores "matadores" de porcos.
O porco é colocado numa grade (de gradar, alisar as terras) e é feita uma fogueira com cavacas, e um homem com uma forquilha com caruma (agulhas de pinheiro) acende-as na fogueira e começa a passar a chama nos pelos do porco que se queimam, enquanto outros o esfregam com carqueja, retirando-lhe os pelos queimados e uma fina pele. Esta é a operação de chamuscar o porco enquanto a garrafa da aguardente ou da jeropiga vai enchendo os copos, a criançada está ansiosa que se retirem as “castanholas” unhas das patas, estas são bem queimadas e retiradas, eram jogadas ao largo e as crianças corriam a apanhá-las e brincavam com os homens colocando-as nos seus bolsos sem que estes se apercebessem, por vezes a título de brincadeira os adultos faziam das “castanholas” copos por onde bebiam aguardente. Nesta altura o sangue cozido era distribuído aos cubos temperado com folhas de loureiro, colorau, pimenta, azeite e vinagre e era comido com pão caseiro e passava-se da aguardente ou jeropiga ao vinho tinto.
A etapa seguinte é tostar a pele do porco, com as agulhas de pinheiro na forquilha em braseiro se chama, de modo a que ela fique dura e alourada mas sem torrar. O porco está pronto para a operação seguinte, lavagem com água morna e a pele é vigorosamente esfregada com uma telha de cano “telha do Meco” que de costas faz penetrar o sal grosso que se espalhou na pele, courato do porco. Enquanto isto as mulheres continuam na “parte mais viva da casa” com várias tarefas entre elas cozer bacalhau que vai ser servido com batata cozida, sopas de pão (carcaça) embebidas na água que cozeu o bacalhau e tudo temperado com um molho de escabeche, este parto aqui no Zambujal é designado bacalhau das matanças. E é comido cerca das dez horas enquanto o porco enxuga e arrefece um pouco.
Quando todos entravam na cozinha para o bacalhau os mais pequenos ficavam junto do porco, e brincavam, escarranchando-se nel como se fosse um cavalo e pr vezes roíam-lhe as pontas das orelhas que estavam tostadinhas e até eram gostosas lembro-me de quando voltava o meu avô Hermínio que sabia perfeitamente o que tinha acontecido, também já fora criança traquina, dizia “o raio dos cachorros” já roeram as orelhas ao porco, e nós crianças riamos com cumplicidade marota.

Depois do bacalhau á moda da matanças estar comido, é altura de abrir o porco, a primeira coisa a fazer é goela (esófago) que é atada com “fio de morcela” fio de cera, esta é exposta através dum golpe longitudinal com navalha bem afiada, ao mesmo tempo outro homem faz o cu (ânus) do porco cortando o courato à volta deste e atando com o referido fio para reter as fezes. Depois é retirada a “peituga” uma tira de toucinho entremeado que vai da “façoila” (courato do maxilar inferior do porco) até ao cu, a peituga contém as tetas e glândulas mamárias.

O porco está aberto e retiram-se as vísceras, “aparelho” (constituído por pulmões, coração e fígado), estômago, tripas e bexiga. As tripas são separadas e retira-se-lhe o véu ou lencinho (grande membrana rendilhada de gordura que envolve as tripas) o “reçom” parte é para as morcelas e o restante com uma das banhas é para fazer “pingue” os torresmos resultado da fritura e são conduto que também recheiam a “torta” broa de torresmos. Normalmente a bexiga do porco era cheia de ar e era a bola com que as crianças jogavam até á exaustão ou rompimento daquela.

(Foto gentilmente cedida por Rui Paulo Murta)
Os homens limpavam a carcaça do porco, que fora pendurado com “apiaças” de couro, da canga dos bois, numa trave da casa da salgadeira, retirando-lhe aparas de gordura e membranas para o alguidar das morcelas e talhavam as peças de toucinho, que era medido na sua altura, e quanto mais alto melhor para o governo da casa e era também a prova da boa ou má engorda do cevado, estas peças de toucinho eram abertas ainda na carcaça e com pedaços de cana ou vime eram mantidas afastadas para arrefecerem e secarem até ao dia seguinte quando era desmanchado o porco nas suas variadas partes, gorduras, febras, ossos, etc.

As mulheres colocavam as tripas num tabuleiro de madeira comprido (o tabuleiro das tripas) e iam lavá-las à vala a jusante da Fonte Seca, a miudagem ia com elas para brincar e apanhar agriões para se fazer uma salada, que era comida com o sarrabulho (fígado, pulmão, sangue e febras) estufadas com especiarias, cebola, alho louro azeite e vinho e acompanhadas com batata cozida com a pele. Era meio da tarde quando se comia o sarrabulho, antes já se haviam comido as febras assadas na brasa, com pão e vinho, as queixadas (maxilares inferiores do porco) eram também assadas nas brasas mas eram comidas pelos mais idosos (os velhinhos) da família por ser a carne mais gostosa.
Agora que o porco estava pronto e a enxugar para ser desmanchado no dia seguinte, os homens sentavam-se na mesa grande da cozinha, jogavam às cartas, fumavam cigarros sem filtro “provisórios e definitivos”, comiam amendoins e bebiam vinho, enquanto as crianças em gritaria corriam por todo o lado a brincar, esperava-se a hora da “ceia”. A ceia era invariavelmente canja de galhinha, galho guisado e um cozido com carnes e enchidos do ano anterior, peituga fresca, couve tronchuda e batatas. Com toda a família á mesa grande, as crianças comiam numa mesa baixinha, conversava-se e combinava-se o dia das matanças do poço, que iriam acontecer ainda para que todos se pudessem reunir novamente. A ceia terminava com castanhas assadas, uvas que estavam penduradas em pregos nas traves do sobrado, nozes e peros “bravo esmolfe” de formidável aroma. À noite na rua em frente à casa nós as crianças faziamos uma fogueira que logo atraía os companheiros da mesma rua, naquele tempo havia muitas cianças para brincar, ao "ninho", ao "rô-rô", à "bugallha" e também à "bulha" com que se fortaleciam grandes amizades, muito maiores que nós que eramos pequenas crianças, ninguém reclamava da algazarra, qual chilrear de pardais em bando...
Estas são as recordações que tenho dos dias em que a família matava o porco e eram ansiosamente esperados. Era a reunião da família, hoje quase não existe assim as arcas frigorificas, as normas da CEE, a alteração do conceito e práticas familiares vieram acabar com estas festas de que guardo maravilhosa recordações que me marcaram.
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domingo, 26 de outubro de 2008
"Os meus comentários na blogosfera na última semana"
Amigo A. João Soares
Este "post" a meu ver também ajuda a compreender como as palavras das pessoas importantes provocam alterações dos comportamentos.
Se um cidadão vulgar escrever numa carta ao director dum jornal que "há uma deficiência grave num determinado troço de estrada, que é preciso corrigir" é quase certo que ninguém lhe ligará. Mas se for por exemplo o PR a dizer precisamente o mesmo porque apanhou um susto no mesmo troço de estrada, é quase certo que a breve trecho a deficiência será corrigida.
Também penso que por vezes as informações, não analisadas convenientemente, dadas por fontes credíveis podem ter efeitos catastróficos. Acredita-se nos "índios" sem mais nem menos e depois...
Um abraço
Carlos Rebola
"AMOR E LOUCURA"
Mariazita
Este texto, sobre o amor e a loucura, baseado na mitologia grega, é uma pérola e termina com uma chamada de reflexão, porque o amor é cego e é guiado pela loucura vê com os olhos desta, ao contrário da paixão o amor é mais racional e prudente e por isso mais duradouro.
Beijos
Carlos Rebola
"CHICHÉN-ITZÁ"
A arquitectura Maia com seus majestosos edifícios que perduraram até hoje, como em "CHICHÉN-ITZÁ" e que estas belas fotos documentam, merecem ser património da humanidade.
Alguns estudiosos admitem que esta civilização imponente em muitas áreas científicas, decaiu devido a guerras e revoltas sobretudo dos agricultores e do povo que não aguentou a pressão dos senhores...
Lições do passado, para nos fazerem reflectir, hoje. Olhando, para estas fotos maravilhosas não é difícil imaginar a grandiosidade destas cidades no auge da sua actividade, deveriam ser verdadeiramente idílicas e de sonho.
Obrigado pela partilha das suas recordações.
Beijos
Carlos Rebola
Sem título
Obrigado São
Por partilhar este ensinamento, advertência, do Padre Mário Oliveira, verdadeiro praticante dos ensinamentos do Nazareno, que não tem nada a ver com a opulência dos templos e empreiteiros, que continuam a dizer-se cristãos mas que não praticam o cristianismo.
Talvez um dia a terra seja um paraíso mas sem os homens e mulheres que continuam a tratá-la a Terra de modo a que se torne inadequada à vida humana, mas a Terra não irá sucumbir ao contrário da humanidade se não parar com as suas loucuras.
Então a Terra tornar-se-á novamente num paraíso que a humanidade poderá não desfrutar por se ter suicidado.
Beijos
Carlos Rebola
"Ontem, hoje"
Uma recordação bonita, que dá para ver o "estendal" de toldes no areal e as verdadeiras vestes (trajes) dos que frequentavam, nos anos 40/50, a Praia da Nazaré. Fotografia muito interessante.
Hoje tudo é diferente, a vida é isto mesmo, mudança permanente.
Gostei. Felicidades.
Beijos
Carlos Rebola
"O SOL"
A Terra está à distância certa do Sol, para que nela se tivessem desenvolvido as formas de vida que conhecemos e somos.
A Terra desenvolveu uma protecção das radiações perigosas do Sol que mantém a vida que a habita.
Esta crónica ajudou-me a compreender melhor a necessidade vital de proteger a camada de ozone que estamos a pôr em risco e consequentemente a nossa qualidade de vida ou mesmo sobrevivência. Visto assim o Sol fonte de vida, também pode ser o seu contrário, por desleixo nosso.
Obrigado amigo Vieira Calado
Abraço
Carlos Rebola
"CURIOSIDADES ASTRONÓMICAS"
Perante esta escala astronómica, só poderemos ser humildes, tal é a nossa pequenez no universo.
Um abraço
Carlos Rebola
Tudo é ilusão
Olhar assim este poema lindo, faz-nos fantasiar nas asas daquelas gaivotas voando sobre o mar.
Obrigado por estes multiolhares.
Beijos
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
São
Isto só irá parar quando já não for possível de aguentar, se não fizermos com que pare antes.
"17 DE OUTUBRO: DIA INTERNACIONAL PARA A ELIMINAÇÃO DA POBREZA E DA EXCLUSÃO SOCIAL"
O paradoxo é, o que se desperdiça no mundo rico e dito "civilizado" dava para acabar com a pobreza no mundo o mesmo aconteceria se as nações esquecessem a guerra por um dia e o que nesse dia não se gastava com a guerra fosse distribuído pelos pobres, também acabaria com a pobreza no mundo.
Não sou contra estas iniciativas, pelo contrário, mas elas deveriam ser acompanhadas por outras mais práticas e corajosas, pelos dirigentes nacionais, se conseguem apoios dos povos para as guerras, também o conseguiriam decerto para acabar com a pobreza no mundo.
Estas fotos mexem connosco e fazem-nos reflectir sobre a nossa auto designação de “seres humanos” que até criou a “carta dos direitos humanos”.
Obrigado
Um abraço
Carlos Rebola
Sem título
Penso que ambos partilham, porque não vejo amor sem amizade nem amizade sem amor. Exceptuo sentimentos doentios, claro!
Abraço
Carlos Rebola
"SONHAR COM PRAZERES CARNAIS"
Parece que a chamada abstinência sexual ou castidade é que causa muitos problemas ao contrário duma sexualidade ao ritmo de cada um a dois.
Estou de acordo que a compulsão e a obsessão pela comida ou pelo sexo careça de alguma terapia, tanto no género feminino como no masculino, mas o comer e o fazer sexo são necessários para se ter uma vida saudável e de qualidade. O corpo e o espírito agradecem.
Um abraço
Carlos Rebola
Maldita crise financeira * Uma «explicação...
Com tantos macacos por aí, não admira, que ande muita gente a escorregar nas cascas das bananas que eles comeram. É preciso ter cuidado com as cascas das bananas e com os macacos espalhadas por aí. Já que os donos da macacada não aparecem, para prestarem contas dos estragos.
Abraço
Carlos Rebola
"O lápis e a borracha"
É verdade Carlos Gil
Está na natureza de muitos seres e infelizmente entre eles pessoas, destruírem o que outros fazem, numa tentativa de os diminuírem para assim parecerem maiores, mesmo quando vivem em comunhão. Se chamados a justificarem-se, fazem-no dizendo que é da sua própria natureza, que não podem mudar. Mas querem e tudo fazem para mudar a natureza dos outros.
O conto é para fazer reflectir, conseguiu, no entanto poderia ser mais elaborado.
Abraço
Carlos Rebola
"O grito do meu olhar"
Os olhos "espelho da alma" reflectem a luz do que vêem , deste cruzar de raios luminosos, partilhados, que mais não são que os caminhos do amor, desses gritos de luz pura. Assim o vazio, contem-nos, deixando de o ser.
Beijos
Carlos Rebola
Antigos combatentes discriminados
Os actuais políticos, como se costuma dizer, estão a cuspir no prato onde lhes serviram a sopa, se não fossem os militares, estes políticos que estão no poder, provavelmente nem (engenheiros) seriam. Os militares nunca lhes pediram privilégios, infelizmente hoje vêem à rua exigir, respeito pela sua condição, dignificação que teimam em retirar-lhe, que se cumpram as leis que lhes garantiriam alguns direitos e que o governo lhes pague o que lhes é devido. É realmente uma vergonha e sem pinga da mesma continuam a cuspir no prato onde lhes foi servida a sopa.
Os militares que por imposição, sofreram no corpo e na alma pela sua condição de ajuramentados ao serviço da pátria até ao limite das suas forças e própria vida deviam ser tratados como cidadãos de plenos direitos, não como indigentes...
Abraço
Carlos Rebola
Rotunda D. Dinis - Leiria
Replantar a nossa floresta de pinhal doente, com árvores autóctones seria uma boa resposta à degradação dos solos, ambiente e biodiversidade. Substituindo em parte a importação de madeiras exóticas para a industria imobiliária. A industria da celulose que importe o eucalipto dos países onde ele é autóctone.
Uma rotunda monumental, usada com bom gosto em homenagem aos homens, à História e à região.
Abraço
Carlos Rebola
Recuso-me! Faço greve...
Apesar de virem em cadeira de rodas, as tais letrinhas também não me suscitam solidariedade, essa, a solidariedade, é para si, estou consigo.
A abordagem que fez à situação é engraçada.
Abraço
Carlos Rebola
Ex-combatentes Vs toxicodependentes
Amigo A. João Soares
É um escândalo, que é preciso denunciar na rua, como os militares no activo e na reserva ou reforma estão a ser tratado pelo poder político. É preciso os militares virem à rua manifestar a sua indignação, porque as tutelas, chefias parecem mais a "voz do dono" e não ouvem os "seus homens" que reclamam a justiça que têm direito. O seu chefe supremo tão lesto a despachar favoravelmente a manutenção de vergonhosos privilégios de instituições e pessoas de duvidosos (assim parece) serviços prestados à nação se esqueça daqueles que todos os dias e noites com total disponibilidade estão ou estiveram ao serviço da Pátria e da Nação com um espírito de sacrifício que não raras vezes ultrapassa os limites da própria vida. Os militares e ex militares merecem outro tratamento que no mínimo deveria ser igual a todos os outros cidadãos e não é, como se já não bastasse o que lhes impõe ou impôs a sua condição de militares.
Um abraço
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Caro Vieira Calado
Este é um sentimento, que vivemos num país de aldrabões, infelizmente generalizado, entre os cidadãos portugueses contribuintes pagadores e que cumprem os seus deveres.
Um abraço
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Amigo Arsénio Mota
O que observamos e nos fazem neste país é um constante chamamento à insubordinação civil, causa revolta que a continuar assim não há espaço para tanta permissão e paciência.
O direito à indignação se exercido, pois uma vez que, quem pode decidir, não o tem em consideração, pode levar á desobediência civil colectiva.
São demasiadas crises, (onde estão os responsáveis?) para nos justificarem o sempre "aperta o cinto" e o têm que pagar mais, sofrimento, porque...porque... porque... propaganda da alienação.
Um abraço
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Caro Gil
São uma espécie de "Senhores Feudais" que vivem á custa dos servos, como não lhes bastasse ainda gozam. Não nadam em águas límpidas pelo contrário nadam em águas muito turvas, onde a transparência está ausente.
Abraço
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Carla
Temos que reagir, exercendo a nossa cidadania, reclamando e exigindo os nossos direitos, sob pena de "amanhã" nos tornarem a vida, que já é difícil para os cumpridores e honestos, insuportável ou inviável e aí já é tarde.
Beijos
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Táxi Pluvioso
Já se vende água, em garrafas (2dl) três a quatro vezes mais cara que a gasolina e anda-se a dizer que a gasolina está cara e está, mas e a água com gás ou sem gás, sendo os circuitos de distribuição e o fabrico mais leves , porque a água em garrafa (com a poluição sujeitamo-nos a não ter outra para beber) porque é mais cara que a gasolina? Não haverá especulação?
Abraço
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Mundo Azul
É o mundo global, a falta de honestidade e exploração do povo, tornaram-se rapidamente em pandemia e o pior é que ninguém com poder de decisão está virado para a combater.
Beijos de reflexo
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Amigo As-Nunes
A confusão nas facturas de serviços públicos, parece que é propositada, pois se fossem claras "transparentes" os consumidores verificariam que estão a pagar algo que não consomem e sentiriam o dever de reclamar, assim sempre ficam na dúvida e confusos, fragilizados.
Um amigo meu tem num terreno um poço do qual tira água com um motor eléctrico (trifásico) alimentado pela rede de electricidade da EDP, como na factura de consumo referente àquela "baixada" lhe aparece uma taxa de audiovisual, reclamou junto da empresa e esta disse-lhe que era obrigado a pagar, então perguntou se lhe podiam colocar uma tomada no local, para ligar uma televisão ou telefonia quando fosse ao terreno, mas (paradoxo) disseram-lhe que a colocação de tomadas naquele tipo de baixadas não eram permitidas. Ele pergunta isto não é roubar?
Um abraço
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Amigo Sifrónio
Pagamos sempre e aquele que reclama continua a pagar e pode ficar sujeito ao "moobing" que agora está na moda e parece fazer parte da gestão moderna de conflitos.
Os "lixos fixos" que são resíduos perigosos, resultantes dos pavimentos de "asfalto" produzidos nas suas obras de "saneamento?" e reparações das estradas estão realmente fixos, cobrindo os afloramentos do jurássico no baldio dos Rodelos em plena Reserva Ecológica Nacional, é caso para dizer que é pura "trafulhice" dizem que defendem o ambiente e as águas subterrâneas, estes resíduos perigosos naquele local mais tarde ou mais cedo vão contaminar o Aquífero Cársico da Bairrada, a sorte é que essa contaminação desaparece depressa (vários séculos). Desfraldem sem vergonha e pudor as bandeiras das "Boas práticas ambientais" com esta e outras situações, pois há mais no concelho, escandalosas.
"Paga e não bufa" é o que nos estão a impor (ditadura). É necessário lutar contra isto.
Um abraço
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
Multiolhares
Na verdade somos um povo sereno, no entanto a serenidade tem limites e quando estes são atingidos, por inconsciência ou não daqueles que têm as soluções, o desfecho pode ser de grande sofrimento. Esperemos que os limites da serenidade não sejam ultrapassados.
Abraço
Carlos Rebola
"INOVA-EM factura das taxas, versus factura de consumo de água"
zbl
Se fosse só pão-de-ló!!!
Vê o que se passa na administração da GEBALIS-EM da Câmara de Lisboa, sabemos porque veio a público, o que não sabemos deve ser bem mais e maior. Parece ser paradigmático.
Carlos Rebola
"Tarifa ou taxa de disponibilidade. "Paga e não bufa" é tudo legal!!!!"
Amigo Táxi Pluvioso
Os impostos deveriam ser justa e equitativos, para salvaguardar, colocando ao serviço dos cidadãos, o “Estado Social”, conquista enorme da "revolução francesa (1789)" com a primeira "Declaração dos direitos do Homem e do Cidadão".
Hoje a chamada "economia financeira" há quem lhe chame "grande casino" associada a medidas economicistas dos governantes estão a destruir o "Estado Social" estimulando a avidez pelos "lucros" a qualquer custo fazendo do nosso país dele aquele em que as desigualdades sociais e económicas (diferença entre ricos e podres, chamam-lhe "fosso") são vergonhosamente as maiores na União Europeia.
Andamos, há mais de trinta anos, a ouvir dizer que é preciso "apertar o cinto" para a solução dos problemas do país (isto com a ajuda de todos, será?). Que raio andam a fazer os "iluminados" e cientistas que estudam estes problemas que não conseguem ou será antes não querem encontrar uma solução duradoura, a isto só se pode chamar IMCOMPETÊNCIA ou vigarice, tantas comissões pagas milionariamente, para quê?
O ar e o sol, estão aí disponíveis, estão á espera de quê, apliquem aos seus consumidores a tarifa de disponibilidade, agora que estão na moda as "energias renováveis", talvez quando não podermos respirar queiramos gritar mas já não é possível o grito...
Um abraço
Carlos Rebola
CONSTELAÇÃO DO TOURO (2)
Amigo Vieira Calado
O fascínio do homem pelo céu estrelado é comprovado pela história da astronomia, como tão bem é exposto pelo amigo na postagem (1) relativa à Constelação do Touro, acho curioso que os Incas lhe tivessem dado o nome de “prado” pela sua representação.
Utilizar as estrelas, neste caso "Aldebaran" para orientação no mar, vem corroborar a afirmação de que a "astronomia está na génese da ciência".
É fantástica, a maneira, como o amigo Vieira Calado relaciona a mitologia e lendas de outrora com os factos científicos de hoje, mostrando-nos assim o caminho percorrido pelo Homem, acumulando saber, desenvolvendo a ciência.
Obrigado
Um abraço
Carlos Rebola
as escusas na lei antiga
Aqueles eram preceitos de humanismo e de respeito pela vida humana, parece que hoje se esqueceram que até na guerra há valores que devem ser respeitados.
Abraço
Carlos Rebola
Em torno do populismo
Amigo Arsénio Mota
Pelo que tenho vindo a observar, no discurso politico, a utilização do termo populista para pessoas e politicas, é utilizado quase invariavelmente para denegrir, lá sabem porquê (nós também sabemos), quem apresenta propostas realmente favoráveis ao povo mais sofredor. Não estou a pensar naquelas pessoas, essas sim populistas, que estão sempre a dizer que o que fazem é para bem de todos quando as consequências do que fazem só agravam a situação de que já está fragilizados, esse tipo de populismo no sentido deturpado (engano através da propaganda cientifica), que lhe querem impor, tem resultado no que hoje está á vista de todos, Portugal é um país da Europa onde o "fosso" entre ricos e pobres é maior.
Obrigado Arsénio, a sua explicação, fez-me, saber melhor e com mais consciência o uso das palavras “desvirtuadas intencionalmente” como armas assassinas de boas ideias, propostas e vontades.
Um abraço
Carlos rebola
No barco das mulheres
Talvez seja o seu instinto mais profundo, o maternal, que na idade procriadora, no subconsciente da mulher, lhe atire para cima a tremenda responsabilidade de pôr neste mundo, filhos de homens que para além do sexo exijam muito mais da mulher, filhos de progenitores capazes. (selecção natural?) Mas outras abordagens, são possíveis: - concorrência em haréns ou em mercados, mulheres "produzidas" para a sedução do lucro ou para o lucro da sedução, mas, e as mulheres que são as mais lindas do mundo, as nossas mães! Como é?...
Um abraço
Carlos Rebola
"Tarifa ou taxa de disponibilidade. "Paga e não bufa" é tudo legal!!!!"
Caro Vieira Calado
Nesta comparação de Portugal com outros países, o "poder" usa dois critérios e duas medidas, como o amigo diz e bem:
1- Para as coisas menos boas, temos que fazer porque os outros fazem e temos que os acompanhar.
2 - Para as coisas boas, isso seria irresponsabilidade da nossa parte e lá vem a propaganda científica diga-se aldrabice tipo “burla” para convencer “convencidos”.
Aquela de vamos "alcançar o pelotão da frente da Europa" só mesmo invertendo o sentido do percurso, depois da partida.
Um abraço
Carlos Rebola
PACTOS DE SILÊNCIO
Caro Sifrónio
Este caso, não deve ser mais, que a pontinha do grande iceberg dos compadrios políticos, da corrupção, do tráfico de influências, etc.
E assim vai o nosso país, com escandalosas trocas de favores entre os que estão no poder e pessoas influentes, que usam como moeda de troca, os direitos dos cidadãos honestos e de elevados valores, que cumprem os seus deveres, pagam os seus impostos integralmente, para serem entregues assim a gente que, sem moral ou dignidade humana e cívica, contribuem, na medida que estes casos nos mostram, porque outros não são mostrados, para que os pobres, a maioria, estejam cada vez mais pobres e os ricos (os de colarinho branco) estejam cada vez mais ricos.
Estamos, cada vez mais, próximos do limite suportável pela indignação que este estado de coisas provoca.
Um abraço
Carlos Rebola
Atelier
Até pode parecer bagunça, mas no fundo não é mais que o resultado da dinâmica, do trabalho do mestre artesão, no seu espaço pessoal, no qual tudo está à mão quando necessário, visto por terceiros parece desorganização, mas está tudo ali preparado para o nascimento de algo que vai gemer em de alegria nas mãos do felizardo mestre. Para alegria de quem vai ouvir e sentir na alma a sua voz que é musica, muito limpa.
Já está bonita, parabéns.
Abraço
Carlos Rebola
"Como invernar uma amizade?"
Lido ao contrário é o que precisamos fazer para manter uma amizade sempre viva e forte.
O peixinho agradece... obrigado.
Bom fim-de-semana
Carlos Rebola
"Tarifa ou taxa de disponibilidade. "Paga e não bufa" é tudo legal!!!!"
Graça Mello
Se durante a "antiga senhora" as pessoas tinham receio e medo que a PIDE as molestasse por terem a ousadia de emitirem as suas opiniões, hoje mais de trinta anos depois as pessoas têm medo de reclamarem e de expressarem o que consideram errado, já não existe a PIDE mas parece que se está perante uma espécie de "Moobing" generalizado, os trabalhadores se dizem que estão mal pagos o mais certo é irem para o "olho da rua", se os contribuintes se dizem injustiçados, logo vem a chacota, humilhação e marginalização porque não querem contribuir para o desenvolvimento do país.
Penso que estamos num país onde os governantes já disseram mal de todos os sectores sociais e laborais, é vergonhosa esta tentativa de pôr os cidadãos uns contra os outros por métodos de assédio psicológico designado por Moobing nas escolas pelos vistos está em desenvolvimento o Bulling.
Pagamos e calamos até nos "fartarmos" destas injustiças que nos chamam à insubordinação. Vejo o sistema fiscal como uma rede construída malha a malha, na qual caímos, precisamos estrebuchar até que haja rotura desta apertada “rede”.
Obrigado por ter linkado o "Ferroada" já linkei o "Mello".
Beijos
Carlos Rebola
"Tarifa ou taxa de disponibilidade. "Paga e não bufa" é tudo legal!!!!"
Mariazita
É verdade estamos perante a teoria do "gato pardo", é preciso mudar alguma coisa, para que tudo continue na mesma, no nosso caso pior.
Realmente estão a esticar demasiado a corda, que já está muito perto do pescoço, pode ser que a corda rebente, o que acontecerá de certeza, se nós, os prejudicados e condenados “à forca”, ajudarmos a acontecer e de preferência que rebente pelo lado mais forte ao contrário do que diz o ditado.
Como aconselhou o PR não podemos “baixar os braços”.
Beijos
Carlos Rebola
"SINCERIDADE"
Maravilhoso post sobre a sinceridade, que me fez reflectir.
Sendo a sinceridade, a transparência da "alma", dos pensamentos e sentimentos de quem a manifesta, por vezes esta pode trazer dissabores, já que mostra tudo o que temos e somos e segundo o ditado "a ocasião faz o ladrão" podemos ser despojados do que nos é querido, por valoroso. A génese romana da palavra e do seu sentido é interessante. As citações remetem à nossa reflexão, principalmente Fernando Pessoa. No entanto a sinceridade, nunca vende “gato por lebre”, que é negócio em expansão nos nossos dias, infelizmente.
Obrigado
Beijos
Carlos Rebola
O Provérbio: - "O pior uso que se pode fazer da liberdade é abdicar dela"
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