sábado, 2 de agosto de 2008

Ausência forçada

Devido a questões pessoais e de acesso à Internet (a cobertura de banda larga não é igual em todos os locais do país) estive um período ausente da blogosfera, que me desculpem todos os que desejavam respostas aos seus comentários e não concretizei. Ainda tenho o meu blog bloqueado no IE estou a tentar perceber, o que se passa, para poder encontrar uma solução. Experimentem o browser "Mozilla Firefox". Obrigado





O provérbio : - "Onde há vontade, há possibilidade"

sábado, 26 de julho de 2008

EXPOFACI 2008 Cantanhede Tasquinha ACRZ










A Associação Cultural e Recreativa do Zambujal está presente na EXPOFACIC com a sua tasquinha, que acolhedora serve pratos da região com destaque para o Bacalhau à Papa Lua e Galo à Papa Lua alé de outras iguaria como se pode verificar pela ementa.


Venham a um dos grandes eventos do país e o maior da zona centro.

O Provérbio: "Perdôo-te o mal que me fazes, pelo bem que me sabes"

quinta-feira, 17 de julho de 2008

"não baixem os braços"

Com o devido respeito ao Senhor Presidente da República, quando ele pede aos portugueses que "não baixem os braços" deve estar a referir-se àqueles portugueses que num esforço heróico e patriótico recebem por mês, tanto como dois mil trabalhadores (2000) em igual período.

Será que o Nosso Presidente da Repúbica se dirige àqueles que nunca fizeram outra coisa na vida senão trabalhar arduamente, havendo alguns que chegaram a pagar "braçal" um imposto devido ao Estado por terem dois braços de trabalho?

Penso que gente assim, a merecer o vencimento que auferem, só é possível porque produzem riqueza equivalente aos tais 2000 portugueses. Assim, se tivermos 50000 (cinquenta mil destes trabalhadores a valer cada um por dois mil) 0,5% da população portuguesa (dez milhões), isto equivale a 50.000x2000=100.000.000 (cem milhões) de trabalhadores produtivos, não haverá crise que nos atinja e o problema está resolvido. Já viram?

O crescimento será espectacular, os outros continuarão a comer a "sopita", não vão em futebois, feita do que produzem no quintal ou nas hortas urbanas, agora na moda, aumentando a poupança para que se paguem as dívidas.
Como faz o Tí Manel Rebelo exemplarmente com menos que 0,0005% do salário mensal dos "heróis da produção" que ganham mais de 2000 salários mínimos por mês.

Senhor Presidente da República o nosso povo não pode baixar os braços, porque é do seu trabalho que garantem a sua sobrevivência... e o povo não é suícida, o que pede é justiça na distribuição da riqueza que produz.

O provérbio: - "Da pobreza, tira o forte riqueza mais nobre" "

terça-feira, 15 de julho de 2008

Século XXI estamos a progredir ou pelo contrário?

O Dr. Vítor Constâncio (já foi ministro de qualquer coisa) vem-nos dizer que a crise que atravessamos pode ser idêntica há que se viveu a seguir à segunda guerra mundial, ao contrário do que disse antes, ele é Doutor sabe.





Perguntas para reflexão:





Quem controlou a economia deste país "Portugal" para a deixar neste estado de progresso?







Para distribuir responsabilidades, não a querem, costumam dizer, "somos todos responsáveis", será assim?





Teriam sido os mesmos especialistas que agora se mostram preocupados?





Porque não ouvem há décadas quem conhece a situação em cada momento, onde estiveram as universidades e o seu saber bem fazer?





Pela primeira vez ouvimos dizer que centenas de famílias estão a entregar no tribunal processos de insolvência, falência, isto é progresso?





Somos o país da zona Euro que se vê ultrapassado constantemente no que é bom e ultrapassa todos no que é mau, isto é progresso?





A maioria continua a fazer o que sempre fez, produzir riqueza com o seu trabalho, produzem para quem? Se cada vez estão mais pobres, apesar da riqueza que produzem?





O Dr. Bruto da Costa falou sobre a pobreza dos que trabalham, será que os que decidem sobre quem pode ser rico ou pobre, é sensível ao que ele diz?





A guerra no Afeganistão e no Iraque quanta riqueza destruíram, quanto sofrimento produziu e quanto custou à humanidade?





Veja algumas respostas sobre os custos, decerto valores por defeito.





Iraque, esta guerra foi apoiada por quem dirigia o país (Durão Barroso à frente) a maioria dos povos repudiou-a.





Há muitas mais respostas





http://paremomundo.com/2008/06/22/custos-da-guerra-no-iraque-em-video/





http://www.boston.com/news/world/middleeast/articles/2006/09/28/cost_of_iraq_war_nearly_2b_a_week/





Já se disse que a guerra no Afganistão e Iraque, já ultrapassou em custos a 2.ª Guerra Mundial, não haverá nenhuma relação destas guerras recentes com a crise actual?





Os estudiosos não tinham previsto isto? Ninguém os quis ouvir?











Será que queremos uma próxima guerra com o Irão?





Será que o perigo para humanidade é a bomba atómica que os países alinhados com os EUA, com a China e com a Rússia e quase todos têm a bomba atómica e a tecnologia para a produzirem, fornecida por quém? Mas fazem guerra aos países que dizem ter essas armas e depois vêm dizer que foram mal informados? E sabiam que não tinham ou não têm a tecnologia necessária á produção de tais armas, não estamos a falar de rodas pedaleiras, bicicletas ou mesmo motores de reacção, turbinas.






Porque será que o preço do petróleo aumenta loucamente?





Não será um acto de terrorista, para não dar descanso ao ocidente, como disse aquele, que o Bush disse que ia apanhar, um tal Laden, mas ainda não o apanhou e porquê?





Pensem no nosso progresso, porquê três dias de camionistas sem trabalhr quase param o país? Faz pensar em segurança, não faz? Se fosse um mês de paralização de transportes?





Porquê seis meses com o petróleo a aumentar de preço cria esta crise idêntica à que foi provocada pela guerra que destruiu a Europa nos anos quarenta?





Que raio de progresso é este, não temos os entrepostos criados nos anos oitenta cheios de bens para aguentar uma crise? Onde estão os celeiros do país? Os frigoríficos e armazéns?





Uma coisa é certa o homem não mente e diz passei a minha vida a trabalhar, parece-me que não tenho culpa disto, eu nem sequer sei ler... agora lê o Gandarês, é o Ti Manel Rebelo.



Para o Ti Manel Rebelo o pão é a medida de todas as coisas, sem ele não pode trabalhar e sem trabalho pensa que morre, ele não é homem de esquemas financeiros "especulações". de jogos de "bolsa" e outros e também não quer roubar por uma questão de honra, nunca foi armado cavaleiro como o "Robin dos Bosques", só sabe mesmo é trabalhar porque pensa e está convicto que é a única maneira de garantir o pão do dia a dia.





O Tí Manel Rebelo é um dos muitos milhões que vive mais de valores e princípios do que do pão que come.





Mas e a felicidade?





A solidariedade traduzida em solidão?





A segurança?





O futuro?





Também isto é contabilizado como variáveis da crise?





O Tí Manel Rebelo é mais um dos muitos milhões que se sente preso à sua pobreza da qual não se sente culpado, viveu uma vida de trabalho duro, para se manter vivo e enriquecer outros e eles parecem preocupados com a crise agora, sem medida económica, que saiba fazer, a não ser trabalhar com muito sofrimento, até que o descanso eterno chegue.









Na minha maneira de ver o presente com algum conhecimento da história os "Senhores do Mundo" estão a preparar a humanidade para muito sofrimento... Que me engane é o meu desejo.

As coisas boas alcansadas até hoje estão cada vez mais longe da maioria dos povos. Haver coisas boas e muito boas há mas só para uma élite muito restrita.

Este retrocesso não deve ser uma fatalidade, é preciso que não nos calemos.

Para uma reflexão complementar convido-vos a ler o amigo Arsénio Mota em Mando carta.




O provérbio: - "Com paz é que se trabalha"

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Assim, sim. Zambujal limpo

A Junta de Freguesia de Cadima, começou a limpar os passeios e jardins públicos do Zambujal.





Agora depois da limpeza está melhor que antes, faça-se a comparação aqui, é assim que deve ser Junta de Freguesia de Cadima. Até podemos agradecer ao São Tomé em vez de o fazer ao Senhor Presidente da autarquia.

O provérbio: - "Mais vale tarde que nunca"