Perguntas para reflexão:

Quem controlou a economia deste país "Portugal" para a deixar neste estado de progresso?
Para distribuir responsabilidades, não a querem, costumam dizer, "somos todos responsáveis", será assim?
Teriam sido os mesmos especialistas que agora se mostram preocupados?
Porque não ouvem há décadas quem conhece a situação em cada momento, onde estiveram as universidades e o seu saber bem fazer?
Pela primeira vez ouvimos dizer que centenas de famílias estão a entregar no tribunal processos de insolvência, falência, isto é progresso?
Somos o país da zona Euro que se vê ultrapassado constantemente no que é bom e ultrapassa todos no que é mau, isto é progresso?
A maioria continua a fazer o que sempre fez, produzir riqueza com o seu trabalho, produzem para quem? Se cada vez estão mais pobres, apesar da riqueza que produzem?
O Dr. Bruto da Costa falou sobre a pobreza dos que trabalham, será que os que decidem sobre quem pode ser rico ou pobre, é sensível ao que ele diz?
A guerra no Afeganistão e no Iraque quanta riqueza destruíram, quanto sofrimento produziu e quanto custou à humanidade?
Veja algumas respostas sobre os custos, decerto valores por defeito.
Iraque, esta guerra foi apoiada por quem dirigia o país (Durão Barroso à frente) a maioria dos povos repudiou-a.
Há muitas mais respostas
http://paremomundo.com/2008/06/22/custos-da-guerra-no-iraque-em-video/
http://www.boston.com/news/world/middleeast/articles/2006/09/28/cost_of_iraq_war_nearly_2b_a_week/
Já se disse que a guerra no Afganistão e Iraque, já ultrapassou em custos a 2.ª Guerra Mundial, não haverá nenhuma relação destas guerras recentes com a crise actual?
Os estudiosos não tinham previsto isto? Ninguém os quis ouvir?

Será que queremos uma próxima guerra com o Irão?
Será que o perigo para humanidade é a bomba atómica que os países alinhados com os EUA, com a China e com a Rússia e quase todos têm a bomba atómica e a tecnologia para a produzirem, fornecida por quém? Mas fazem guerra aos países que dizem ter essas armas e depois vêm dizer que foram mal informados? E sabiam que não tinham ou não têm a tecnologia necessária á produção de tais armas, não estamos a falar de rodas pedaleiras, bicicletas ou mesmo motores de reacção, turbinas.

Porque será que o preço do petróleo aumenta loucamente?
Não será um acto de terrorista, para não dar descanso ao ocidente, como disse aquele, que o Bush disse que ia apanhar, um tal Laden, mas ainda não o apanhou e porquê?
Pensem no nosso progresso, porquê três dias de camionistas sem trabalhr quase param o país? Faz pensar em segurança, não faz? Se fosse um mês de paralização de transportes?
Porquê seis meses com o petróleo a aumentar de preço cria esta crise idêntica à que foi provocada pela guerra que destruiu a Europa nos anos quarenta?
Que raio de progresso é este, não temos os entrepostos criados nos anos oitenta cheios de bens para aguentar uma crise? Onde estão os celeiros do país? Os frigoríficos e armazéns?
Uma coisa é certa o homem não mente e diz passei a minha vida a trabalhar, parece-me que não tenho culpa disto, eu nem sequer sei ler... agora lê o Gandarês, é o Ti Manel Rebelo.

Para o Ti Manel Rebelo o pão é a medida de todas as coisas, sem ele não pode trabalhar e sem trabalho pensa que morre, ele não é homem de esquemas financeiros "especulações". de jogos de "bolsa" e outros e também não quer roubar por uma questão de honra, nunca foi armado cavaleiro como o "Robin dos Bosques", só sabe mesmo é trabalhar porque pensa e está convicto que é a única maneira de garantir o pão do dia a dia.
O Tí Manel Rebelo é um dos muitos milhões que vive mais de valores e princípios do que do pão que come.
Mas e a felicidade?
A solidariedade traduzida em solidão?
A segurança?
O futuro?
Também isto é contabilizado como variáveis da crise?
O Tí Manel Rebelo é mais um dos muitos milhões que se sente preso à sua pobreza da qual não se sente culpado, viveu uma vida de trabalho duro, para se manter vivo e enriquecer outros e eles parecem preocupados com a crise agora, sem medida económica, que saiba fazer, a não ser trabalhar com muito sofrimento, até que o descanso eterno chegue.
Na minha maneira de ver o presente com algum conhecimento da história os "Senhores do Mundo" estão a preparar a humanidade para muito sofrimento... Que me engane é o meu desejo.
As coisas boas alcansadas até hoje estão cada vez mais longe da maioria dos povos. Haver coisas boas e muito boas há mas só para uma élite muito restrita.
Este retrocesso não deve ser uma fatalidade, é preciso que não nos calemos.
Para uma reflexão complementar convido-vos a ler o amigo Arsénio Mota em Mando carta.
O provérbio: - "Com paz é que se trabalha"







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