domingo, 16 de março de 2008
Reflexão - "Não metam política nisto"
O provérbio: - "Quem em caça, política, guerra e amores se meter, não sairá quando quiser."
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sábado, 15 de março de 2008
A floresta do futuro cartografado? 1.º Passo
A “mãe natureza” escolhe para implantar uma floresta de qualidade e sustentável, autóctone e frondosa, um terreno fértil e de preferência situado em zona protegida (REN) para futura exploração turística (pois a “mãe natureza” está a aprender as lições do “sábio silvicultor”).
As fotos seguintes mostram as qualidades morfológicas dum bom solo (Afloramentos do Jurássico ricos em fósseis, ammonites, do mesmo período) que a prática atestou como óptimo, para se atingirem os objectivos propostos: - uma floresta de qualidade povoada de espécies autóctones aumentando assim a tão necessária biodiversidade. Os passos seguintes vão demonstrá-lo.
Este campo de ensaios e experiências piloto de óptimos resultados situa-se no Horst de Cantanhede, perto do alto de S. Gião junto da Estrada Real (Zambujal/Lemede/logadrão)
( 40°18'13.59"N 8°37'11.63"W)

A faixa de terreno entre a estrada e a já formada floresta autóctone é perfeita para o efeito e por isso foi escolhida para a futura floresta, que decerto será frondosa, como se adivinha pelas características do terreno observadas na foto seguinte. E a CMC?
"Vamos ao trabalho. Tragam-me um cordeiro, faz favor. E não se esqueça: tosquiado." (Carlos de Oliveira in Finisterra)
Aqui na orla da floresta as dunas eram de pedra... e como o cordeiro, peladas "tosquiadas".
Segue-se o passo seguinte, o 2º, a mãe natureza inicia a preparação do terreno
O provérbio: - "Mais vale lavrar o nosso ao longe, que o alheio ao perto."
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quinta-feira, 13 de março de 2008
Descida aos infernos, Carlos de Oliveira
18
arrastarão do alto
os pastores e os gados
cantando pela treva
as éclogas da loucura.
E soltas de repente
as cobras que em meu sangue aqueço,
pecados libertadores
ou línguas de serpente,
rolarão pelas águas do futuro
como o dilúvio negro
ou como o fogo escuro.
(Carlos de Oliveira)
O provérbio: - "Ano de pouco pasto, de muito rasto."
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quarta-feira, 12 de março de 2008
Ainda há pastores no Horst
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terça-feira, 11 de março de 2008
As nascentes e fontes no Zambujal ao abandono
De: Carlos Rebola
Para: geral@freguesiacadima.com
Senhor Presidenteda Junta de Freguesia de Cadima
O ano passado a Junta de Freguesia comprometeu-se a beneficiar as fontes públicas do Zambujal, principalmente a dos Rodelos, esta referenciada na página 47 da Carta Arqueológica do Concelho de Cantanhede de CarlosManuel Simões Cruz. Hoje vi o que as fotos documentam.- O logradouro encontra-se lavrado- A fonte própriamente dita está uma lástima- Há embalagens de pesticidas junto da fonte que com a nascente cem metros acima são a origem mais a nascente da vala da Taboeira. Esta fonte poderia fazer parte dum roteiro turistico geológico/paleontológico.
Peço a vossa atenção
Com os melhores cumprimentos
Carlos Rebola



Este é o estado em que se encontra a fonte dos Rodelos, uma das quatro fontes do Zambujal talvez de origem romana (perto do monte Salgado onde provavelmente existiu uma Villa romana) a saber: - Fonte Seca, Fonte Perto, Fonte dos Rodelos e nascente dos Rodelos, estas fontes deram de beber às gentes, gado e terras do Zambujal e em anos de seca às gentes e gado de Vila Nova, Outil e Fornos.
É caso para dizer "vão-se os dedos mas fiquem os aneis" (aneis = "cartas municipais de ...")

Em 2003 ainda se podia ver uma lage de cobertura e uma parede lateral...
A fonte dos Rodelos está descrita assim na Carta Arqueológica do Concelho de Cantanhede:
"20 - Fonte do Rodêlo [22]
1. Fonte
Cronologia: Indeterminada
Lugar: Casal de Cadima; Freguesia: Cadima
(Coordenadas: 40° 18' 03" N / 8° 37' 28'' W; Alt = 100 m; CMP: 218
Acesso: Pelo estrada municipal que de Lemede dá acesso a Burgos. Aí, cortar para o caminho carreteiro, que vai directo a
Rodêlo.
v
2. Geomorfologia: Vasto aplanamento na base da vertente sudoeste de S. Gião.Substrato rochoso: Margas calcárias de S. Gião (f. 19ª -1:50.000).Hidrologia: Zona de nascentes de linhas de água que alimentam a vala da Taboeira.Cobertura vegetal: Zona de agrícola e de vinha.
3. Trata-se de uma fonte primitivamente coberta por lajes, das quais ainda se conserva uma in situ. Esta fonte teria paredesde alvenaria com cerca de 3 m de profundidade e uma escada lajeada pelo lado norte. Estaria associada a vestígios de épocaromana, segundo as populações locais. Não conseguimos confirmar esta hipótese. A pouco mais de 500 metros, para sul, ficao sítio romano do Monte Salgado.
4. Depósito do espólio: desconhecido.
5. INÉDITO; ENDOVÉLICO: CNS 18564."
Carlos Manuel Simões Marques in CARTA ARQUEOLÓGICA DO CONCELHO DE CANTANHEDE pg.47

"Fonte: LusiGlob - O Portal Geográfico de Portugal (http://lusiglob.logicacmg.com)”
Nesta imagem vê-se onde nasce aqui nos afloramentos de S. Gião, Zambujal a Vala da Taboeira, que alimenta a "Barrinha de Mira" cujas águas vão juntar-se ao Vouga para desaguarem no Atlantico em Aveiro. Também por isto o que de mau aqui se fizer vai-se reflectir por todo este caminho.

E a nascente da Vala da Taboeira que podia contar uma bonita história às nossas crianças está assim, como documenta a foto acima. ( 40°17'59.93"N 8°37'22.08"W)

Nesta vista do Google Earth estão marcados alguns pontos que se fossem respeitados dignificados e principalmente, preservados poderiam vir, a tornar-se um roteiro temático e pluridisciplinar.

Esta é a "Fonte Perto" idêntica ao que foi a "Fonte dos Rodelos" e também idêntica à "Fonte Seca" coberta desde 1936.
Todas elas bem perto do Monte Salgado (ver pág. 52 da Carta Arqueológica do Concelho de Cantanhede) onde nos anos noventa foram encontrados vestígios arqueológicos e sobre eles plantada uma vinha.
Provavelmente esta zona do Horst de Cantanhede foi povoada desde tempos pré históricos (ver pg 54 da Carta Arqueológica do Concelho de Cantanhede)O provébio: - "A água é o sangue da terra."
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