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segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Lixo. Os maus exemplos

No Diário as Beiras de 6 de Agosto na páginas centrais diz-se, como mau exemplo, que uma parte da população polui o ambiente, aumenta os maus cheiros e atrai insectos porque não coloca o lixo em sacos fechados. Até pode ser que alguns populares o façam.

Mas o mau exemplo vem da Câmara Municipal (última responsável pela sua empresa INOVA) que apesar de cada consumidor de água pagar uma tarifa para recolha dos resíduos sólidos mínima de 1,02€ para particulares e que aumenta de acordo com o consumo de água, mantém o lixo nos contentores sem o recolher até chegar ao ponto que se verifica nestes contentores do Zambujal.

Afinal de onde vêem os maus exemplos que põe em risco o ambiente, provocam maus cheiros e atraem insectos? É a população ou é a CMC ou a sua empresa INOVA?

O mau cheiro, resulta principalmente, devido ao muito tempo que o lixo em fermentação, permanece nos contentores sem ser recolhido e também por deficiente lavagem dos mesmos contentores.



Seria bom que os maus exemplos acabassem para bem de todos. Pagamos para que sejam exemplares e o que todos pagamos, não é pouco.
Senhora Câmara deixe de humilhar publicamente os seus munícipes e faça pedagogia através do exemplo, em termos de ambiente nesta e noutras áreas ambientais.



Adenda em 12-08-2008 às 19H:

O lixo já foi recolhido a noite passada

O que as fotos seguintes mostram também tem a assinatura da CMC que dá um mau exemplo ambiental entre outros, demasiados e tristemente exemplares.
É como quem diz "varrem o lixo para debaixo do tapete" ?! Será eficaz a vigilância?

Sugestões:
- Que a CMC ou a INOVA depositem os resíduos (alcatrões e betuminosas) resultantes das suas obras no aterro mais próximo, legalmente existente, que no nosso Concelho é em Portunhos que sabe como tratar e encaminhar estes resíduos perigosos. Aqui ao lado e onde calha e é pedido não! Não fica mais barato pelo contrário, fica mais caro a todos porque somos todos que pagamos, nunca há uma pessoa particular, individual, mandante, responsável.

_ Quanto a monos domésticos que sejam colocados nas povoações contentores para o seu depósito recolhendo-os regularmente.

O Provérbio: - "A lição dos exemplos instrui muito mais que a dos preceitos"

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Boa prática ambiental do Presidente da Câmara de Cantanhede




Diz o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, nas páginas centrais do "Diário as Beiras" na edição de 6 de Agosto (ontem) "Sempre que é possível utilizo a bicicleta em substituição do automóvel, de forma a evitar a poluição do meio ambiente."



E não é que ao passar junto dos Paços do Concelho, lá estava a bicicleta junto da entrada?!


Ou será a bicicleta do "engraxador"? Pois este também evita como muitos outros, sem outra possibilidade, a poluição do meio ambiente usando diáriamente a bicicleta.

Como se pode ver a seguir os exemplos dos saudosos Cândido e Manuel Piedade, que merecem homenagem.

Ao ver, como se viu, os senhores da autarquia e sua empresa, antes da abertura da EXPOFACIC, a visitarem ou verem o andamento dos trabalhos de preparação da mesma em vários automóveis com uma só pessoa, devem tomar como prática este exemplo, como quase todos (ver testemunhos na mesma edição do jornal) fazem na poupança de água imitando o Presidente, "sempre que lavo os dentes fecho a água..." será que já se perdeu o hábito de usar o meio copo de água para lavar os dentes? O uso da bicicleta na cidade de Cantanhede é uma prática que se vê cada vez mais, principalmente por pessoas idosas, mas ciclovias, deveriam existir nesta plana cidade para que os ciclistas principalmente as crianças circulem em segurança.
O Senhor Presidente podia no meu entender fazer muito mais pelo ambiente, usando as competências e poder de decisão próprias do poder local e que lhe foram conferidas pelo voto dos municipes, podia por exemplo mandar retirar o alcatrão depositado e acabar com a destruição dos afloramentos com interesse cultural e cientifico em zona REN no Zambujal, as fontes e nascentes também merecem atenção.
A defesa e valorização do património ambiental, paisagistico e natural, fora da cidade e vilas deveria ser em questões de ambiente e melhoria das condições de vida sustentável, das populações actuais e futuras uma prioridade da Edilidade, até há propostas que só custam vontade política para as concretizar.
Isto para além, claro, de usar a bicicleta, separar o lixo e fechar a água quando lava as mãos e os dentes.




O Provérbio: - "O mais eloquente de todos os sermões é o exemplo"

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Assim, sim. Zambujal limpo

A Junta de Freguesia de Cadima, começou a limpar os passeios e jardins públicos do Zambujal.





Agora depois da limpeza está melhor que antes, faça-se a comparação aqui, é assim que deve ser Junta de Freguesia de Cadima. Até podemos agradecer ao São Tomé em vez de o fazer ao Senhor Presidente da autarquia.

O provérbio: - "Mais vale tarde que nunca"

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Caso inédito, na Câmara Municipal de Cantanhede os trabalhadores querem ser controlados. Um caso para a psicologia analizar? Ou ...?

Veja a notícia em:
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
Boas práticas/Cantanhede:
Trabalhadores da autarquia defenderam relógio de ponto (C/ FOTOS)
2008-06-25 09:00:00
** Casimiro Simões (texto) Paulo Novais (fotos) **

"Cantanhede, 25 Jun (Lusa) - Na Câmara Municipal de Cantanhede, distinguida com um prémio nacional por melhoria da qualidade dos serviços, "foram os próprios trabalhadores" a defenderem a existência de relógio de ponto, segundo o presidente da autarquia."

Será que os trabalhadores se tornaram tão irresponsáveis no cumprimento de horários que reconheceram que só com um relógio de ponto poderiam cumprí-los?

Será que defendem o relógio de ponto para tramar os "imcumpridores"?

Se tal defesa foi conseguida por um trabalho de consciencialização da necessidade de controle, o método aplicado deveria ser aplicado nas classe que lutam contra tal controle, nomeadamente na classe médica.


O provérbio: - "A liberdade não consiste em fazer o que se quer, mas o que se deve "

domingo, 22 de junho de 2008

Pôr do Sol no Monte Grande

A Associação Cultural e Recreativa do Zambujal realizou hoje uma festa para as crianças.Esta festa terminou quando este magnifico Pôr-do-sol visto do Horst, (pequena elevação) onde fica o recinto desportivo, aconteceu e ficou registado nas fotos que desejo partilhar.








Mas se a Câmara Municipal de Cantanhede e a Junta de Freguesia de Cadima persistirem na postura de não querer resolver a questão da ocupação do baldio (artigo matricial da freguesia de Cadima n.º 18192), por um industrial da construção civil. Este baldio, com a área de 8420 metros quadrados, é contíguo ao recinto da Associação a Poente, daqui a alguns anos e se a proposta feita pela Junta de Freguesia de alteração do PDM (Cantanhede) para que esse espaço (baldio) na REN seja urbanizável, teremos em vez destes maravilhosos pôr do sol, prédios a tapar o horizonte onde acontece o mesmo. A Junta de freguesia parece ter medo dos tribunais, penso que nestes casos goza de patrocinio judicial. A CMC diz que este é um problema jurídico complicado, até dá a impressão que só sabem resolver problemas simples, com tanta massa cinzenta na câmara não entendo, tantos doutores e engenheiros e técnicos superiores, não se percebe, pois parece que só resolvem problemas com a solução previamente apensa.

Ver cronologia relacionada com a ocupação do baldio.

O provérbio: - "A boca do ambicioso só fica cheia com a terra da sepultura"

sábado, 14 de junho de 2008

As autarquias ao serviço das populações e em sua defesa?

Da Câmara Municipal de Cantanhede

Taxa de "disponibilidade" que não existia.

Os Munícipes do Concelho de Cantanhede receberam a seguinte carta da INOVA (Empresa Municipal)

Caro Munícipe



Com a entrada em vigor da Lei n° 12/2008, de 26 de Fevereiro, a facturação dos serviços públicos essenciais passará, a partir de Junho (inclusive) a ter periodicidade mensal.
Com a aprovação da alteração aos Regulamentos de Abastecimento de Agua, Aguas Residuais Domésticas e Regulamento do Ambiente, passará a ser cobrada uma tarifa de disponibilidade pelos serviços prestados, indo assim ao encontro do preconizado pelo IRAR (Instituto Regulador de Águas e Resíduos), que defende a utilização desta tarifa como mais justa do ponto de vista económico e mais equitativa para os utentes. Defende este Instituto que o consumidor servido, mesmo na ausência de utilização do serviço, também onera a estrutura de custos do prestador do serviço. A entrada em vigor desta nova legislação, nomeadamente a periodicidade mensal da facturação, vai trazer alterações significativas ao nosso sistema de facturação e correspondente cobrança.
Esta Empresa Municipal irá, naturalmente, cumprir as disposições legais, nomeadamente na apresentação da factura no prazo de dez dias úteis antes da data fixada para pagamento.




Com os melhores cumprimentos
O Presidente do Conselho de Administração

(A. Patrocínio Alves)




diz nomeadamente no seu:

Artigo 8.º


Consumos mínimos e contadores


1 — (Anterior corpo do artigo.)




2 — É proibida a cobrança aos utentes de:


a) Qualquer importância a título de preço, aluguer, amortização ou inspecção periódica de contadores ou outros instrumentos de medição dos serviços utilizados;


b) Qualquer outra taxa de efeito equivalente à utilização das medidas referidas na alínea anterior, independentemente da designação utilizada;


c) Qualquer taxa que não tenha uma correspondência directa com um encargo em que a entidade prestadora do serviço efectivamente incorra, com excepção dacontribuição para o audiovisual;


d) Qualquer outra taxa não subsumível às alíneas anteriores que seja contrapartida de alteração das condições de prestação do serviço ou dos equipamentos utilizados para esse fim, excepto quando expressamente solicitada pelo consumidor.




3 — Não constituem consumos mínimos, para efeitos do presente artigo, as taxas e tarifas devidas pela construção, conservação e manutenção dos sistemas públicos de água, de saneamento e resíduos sólidos, nos termos do regime legal aplicável.

As perguntas que se impõem:



- Se é abolida a taxa de aluguer dos contadores, da água, em benefício do consumidor, será justo que a autarquia crie imediatamente outra taxa para anular este benefício ao consumidor (Munícipe)?


- É justo que o munícipe pague um serviço que não lhe é prestado (como o tratamento de águas residuais “saneamento básico” que por exemplo no Zambujal não passa duma promessa materializada e enterrada em tubos desligados de qualquer rede?



- Será correcto o munícipe pagar uma taxa de disponibilidade da autarquia para tratamento de resíduos que ela própria produz como a deposição de alcatrão de pavimento na REN aqui nos baldios do Zambujal com a destruição de património cultural e cientifico em que a própria INOVA (Empresa Municipal) foi incumbida de retirar e ainda o não fez?




- Que razões tem a lei que a nossa própria razão desconhece?

No entanto na carta há, uma intenção que parece ser boa, a correcção da seguinte injustiça, que fora implementada há vários anos, a leitura do consumo de água no mínimo bimensal, consumos cumulativos, o que resultava para muitos consumidores em aumentos significativos de custos de consumo de água, uma vez que ultrapassavam escalões de consumos sempre mais caros, o que não aconteceria se as leituras fossem mensais como agora têm intenção de fazer, se esta medida é boa não deve servir para justificar o que é mau para o consumidor com estas alterações, que só vêm agravar o muito que o consumidor já paga por este serviço público.


Da Junta de Freguesia de Cadima

O Zambujal e a Freguesia de Cadima elegeram (deram voto de confiança) para a Junta de Freguesia a três dos habitantes da aldeia, dois para a Assembleia de Junta e um para o Executivo. No entanto a aldeia parece abandonada por este órgão do poder local:
Não tem gerido nem defendido os baldios do Zambujal (quando não existem assembleia de compartes como é o caso do Zambujal) como está estipulado por lei (artigo 34º 6 – m do Decreto-lei 169/99 de 18 de Setembro) 6 - Compete ainda à junta de freguesia: m) Proceder à administração ou à utilização de baldios sempre que não existam assembleias de compartes, nos termos da lei dos baldios.

Na aldeia do Zambujal é notório o que parece ser desleixo da autarquia



Passeios que não são cuidados



Jardim iniciado no ano passado e abandonado sem que fosse acabado (Jardim do Poço)

Pavimento (alcatroado?) do estacionamento do cemitério a ser destruído com grama "alcarnacho" o que parece denotar má pavimentação por escassez de material e má compactação do solo.


Além da solicitação da construção de passeios entre a travessa Manuel Valdágua e a rua do Outeiro, limpeza e manutenção das fontes, manutenção da drenagem das águas pluviais nas ruas, delapidação dos terrenos comunais "baldios", sem qualquer consequência prática, etc.
Se por menores que sejam os problemas, os não denunciaramos, quando eles se acumularem e se tornarem grandes males que a todos afectam, poderemos já ter perdido a capacidade de denuncia e de reclamação.


O provérbio:- "Quem confia, zelos não cria."

segunda-feira, 2 de junho de 2008

ROTUNDAS JARDINS

IMI, impostos, água, manutenção, custos presentes e futuros. Atenção às SOLUÇÕES ALTERNATIVAS Câmara Municipal de Cantanhede!!!








Autênticos buracos em campos de golfe nos quais ninguém pode jogar, mas onde se jogam recursos que seria licito serem do conhecimento de quem os custeia com os seus impostos incluindo o IMI, contas claras como fazia o meu avô na sua mercearia, levas um kg de açúcar pagas, 4$50, é quanto custa, assim sem falácias, terra a terra, neste caso rotunda a rotunda.






Um jardim em cada rotunda, custa nestes moldes, XXXX €, aos contribuintes, porque o escudo já acabou...

Sabem quantas "rotundas jardim" temos no concelho de Cantanhede?



Já observaram o que se passa nessas rotundas?
Sabem qual é a área de cada rotunda, o buraco do meio onde não andam carros?


Será essa área entre 500 e 1256 metros quadrados dependendo do diametro da mesma.
Será que está correcto manter este estado de coisas nas rotundas, autênticos jardins de estufa?
Não lhe parece um absurdo, que a ser explicável ninguém acredita na explicação?



Queremos beleza nas vias de circulação mas a custos mínimos e possíveis.

Há arranjos paisagisticos que unicamente precisam ser delimitados.

Vejamos

Esta é uma rotunda na Circular "Miguel Torga" em Cantanhede




O escritor poeta, Adolfo Correia de Oliveira, escolheu como psedónimo Miguel Torga, "Torga" (urze) planta rústica e resistente ás agruras do clima das serranias. No entanto escolheram relva e uma planta desconhecida, entre nós, importada (talvez dos países nórdicos) e amores-perfeitos que não se aguentam quinze dias em condições dignas, exigindo uma substituição frequente.



A dureza, rusticidade e beleza rude da pedra está bem.








Mas junto da rotunda vejam o que acontece naturalmente.Nos pinhais onde se encontra a rotunda temos isto, urze, rosmaninho e belíssimas plantas que sem necessidade de água (cada vez mais cara) estão mais lindas que a rotunda que nos "come os olhos da cara".



















Poderiam substituir com muitas vantagens, incluindo as culturais, a relva e os amores-perfeitos, que decerto serão fruto de apaixonados contratos de parecerias com a CMC ou INOVA o que é o mesmo para que se saiba, (vejam quem lá funciona e como).
Como se podem reduzir os custos mantendo um bom e integrado arranjo paisagistico nestes espaços rodoviários?



As respostas e as propostas.







Atenção Senhor presidente e executivo do município de Cantanhede, jardins em rotundas, eventos culturais todos os dias, sim, mas depois de satisfeitas outras e mais prioritárias necessidades dos seus munícipes. Veja o Zambujal, os terrenos comunais que devem ser postos ao serviço da população, o saneamento básico que não passa de uma promessa há quatro anos de tubos enterrados há quatro anos e que sujou, poluiu uma grande área da nossa Reserva Ecológica Nacional que ainda está por limpar. As necessidades espirituais como a contemplação do belo (flores "amores perfeitos") serão sentidas quando as outras estiverem satisfeitas, veja a pirâmide de Masllow. Parece-me que esta situação não é restrita ao Zambujal, mas se o for é urgente acabar com assimetrias no Concelho de Cantanhede, se o não for é necessário um desenvolvimento harmonioso em todo o concelho, pensem no nosso património, depois pensem nas "rotundas jardins de relva e amores perfeitos".








Isto é piroso e muito caro




(Até parece que os automobilistas com toda a família no carro, estacionam na rotunda "descarregam" e vão visitar o jardim que lhes é oferecido com plantas tão belas e aromáticas!!!)




Um dia Mao Tsé tung pensou na revolução cultural, flores em vez de trigo e arroz, pôs na desgraça e fome o seu povo. Há lições com as quais podemos aprender. Podemos ser pequenos comparados com os chineses mas também somos gente... Excesso de "cultura" por vezes "acultuada", pode asfixiar aqueles que não entendem ou não podem aceder a essa "cultura" apesar da cultura estar ali para ser usufruida (a cultura também se usufrui) batatas também.

Por favor não façam o "milagre" de transformar o "pão" em amores-perfeitos e rosas em Janeiro nas rotundas, esse "milagre" sai muito caro a quem precisa desse "pão" para sobreviver e a própria CMC diz que são muitos, pelos números dos que recorrem à "Colmeia" e outras instituições caritativas. Que voltaram a estar na moda como o "chá e canasta" de outros tempos mas com as mesmas intenções caridadezinha. "ensinar a pescar não..." depois quem nos faz homenagem por termos dado o peixe que também nos deram, para podermos fazer caridade?!! Aliás "um dos caminhos da Salvação eterna" se não houvesse pobreza como poderia-mos fazer este glorioso e "doloroso" caminho da caridade, rotundas incluidas no processo?!


A modesta proposta:

- Que cada rotunda tenha a decorá-la a flora e materiais encontrados na zona da mesma.




(borragem)

- Se há olival que a rotunda tenha oliveiras e por base rosmaninho, borragem, papoilas, etc.

- Se há pinhal... pinheiro, urze, rosmaninho...

- Sobreiros... Carvalhos, esteva, giesta...

Para cobertura do solo utilizem, rosmaninho, urze, esteva.

Depois deixem à natureza o seu ritmo natural e as plantas darão flores coloridas no seu tempo e graciosamente.




Deixem-se de tentar fazer milagres que custam caro a todos e quase ninguém nota, nas rotundas todos tem pressa de sair.

A água aqui gasta só pode vir de dois aquíferos o "Cársico da Bairrada" (Olhos da Fervença "exsurgência principal") e aquífero de Ançã - Cantanhede (Fonte de Ançã "exsurgência principal"







Os aquíferos são "depósitos subterrâneos" de água que são alimentados pelas chuvas, nada nos diz que amanhã as chuvas escasseiem e a taxa de consumo da água dos aquíferos poderá ser superior à taxa de reposição da água dos mesmos, daí a importância do não desperdício, já vi rotundas a serem regadas no Inverno sob chuva intensa.



Eis uma lista de algumas plantas xerófilas, da nossa região:





Urze vassoureira (centro da rotunda)"Erica arborea L."




Urze vermelha (cobertura do solo) "Erica cinerea"




Giesta (centro da rotunda) "Cytisus striatus"




Rosmaninho (cobertura do solo) "Lavandula pedunculata"




Gilbardeira (centro da rotunda) "Ruscus aculeatus L."




Tojo (centro da rotunda) "Ulex parviflorus"




Escarrapiteiro ou Pirliteiro (centro da Rotunda) "Crataegus monogyna"




Murta (centro da rotunda) "Myrtus communis L."




Esteva (cobertura do solo)"Cistus ladanifer"




Madre silva (centro da rotunda) "Lonicera implexa Aiton"





Abrótea "Asphodelus sp."




Milefólio (erva tágena) "Achillea milefolium"





Hipericão "Hypericum perforatum (L.) "





Açucena "Lillium longiflorum"




Papoila "Papaver Rhoeas"




Alcachofra "Cynara cardunculus subsp. scolymus"


E tantas outras, o que é preciso é sair do luxuoso gabinete e ir ao terreno, quando por exemplo, se abre uma estrada que se faça recolha, pois é lá que estão as plantas da nossa região e não no catálogo do Garden Center aí estão "amor-perfeitos, túlipas e gardénias Holandesas" e sementes de relva para campos de golfe cheios de buracos, charcos, bandeirinhas e birds, coisas que todos sentem e poucos entendem porque nada lhes dizem.

Mas se quiserem e seria aceitável dêem nomes às rotundas, como por exemplo a rotunda da giesta, do sobreiro, da esteva, do rosmaninho, seria aceitável, chic e pedagógico se o nome correspondesse à planta predominante ou em destaque na referida rotunda.

Nas rotundas usem plantas xerófilas e autóctones (urze, giesta, murta, "borragem", papoila, rosmaninho, alecrim do monte, etc.) e poupem a água porque amanhã fará falta, mesmo que a retirem de furos o mesmo é dizer das reservas que se encontram nos aquíferos (Cársico da Bairrada e Ançã - Cantanhede). A água será o "petróleo" do futuro.

Ou fazendo o contraste, mas deixem-se de relva e flores de estufa e também esses desenhos pirosos com pedrinhas de várias cores e cascas de árvores. Algumas com calçada como se andasse por ali alguém em passeio contemplativo.

Canalizem esses recursos humanos e materiais (utilizados na manutenção dos jardins "Versalhes" das rotundas) para onde são realmente necessários, para o meio urbano onde existem pessoas que não estão de passagem salvo as devidas excepções.




Com o "Ouro do Brasil" é fácil fazer flores.

Se quiserem decorar uma rotunda em meio urbano com plantas mais exóticas usem xerófilas como estas, Yucca e Penacho ou Erva das Pampas, flores do meio-dia " Gazania rigens" já utilizada, que resistem e são bonitas também.







A manutenção de cada rotunda assim gerida (como um autêntico jardim) deve ter custos que deveriamos conhecer, nós munícipes, contribuintes, pagadores de IMI e taxas várias de "disponibilidades"... Os contibuintes munícipes merecem mais, até porque são eles o garante da vossa boa situação, enquanto funcionários e autarcas do nosso Munícipio .


Então cumpram as vossas funções como esperamos que façam, foi assim que se expectou, ao lhes dar a nossa confiança com o voto que tanto choramingaram.






Chamam-lhes arranjos paisagisticos, em Brasília chama-lhes "balões e estão desenhadas no pavimento, e cumpre-se o seu objectivo, fazer circular o trânsito...


Basta umas marcas "marcos" e teremos algo duradoiro e não destruído com o "beneplácido" da CMC.




O provérbio: - "O dia de amanhã não nos obedece."